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PISO aborda iniciativas de capacitação do jovem em audiência pública

Por meio de sua Diretora Executiva Andresa Cantolini, o PISO participou de audiência pública na Câmara Municipal de Vereadores de Ribeirão Preto no último dia 28 de março cujo tema em discussão foi “pacto social do primeiro emprego”, com relevância para a Lei do Aprendiz e para a necessidade da criação de alternativas para a inserção do jovem no mercado de trabalho, dentre elas, o despertar do interesse por carreiras específicas e, para isso, o estímulo à capacitação profissional.

A iniciativa foi do vereador Marcos Papa e, dentre os convidados da mesa, estavam presentes autoridades, membros de entidades de apoio empresarial e ao jovem e um jovem aprendiz atuante em uma associada do Polo.

Andresa Cantolini enfatizou o trabalho do PISO que desde 2007 capacita jovens profissionais para que estejam preparados para o mercado de TI. “Nosso objetivo tem sido trazer alunos de Tecnologia de escolas técnicas e universidades para dentro da sala de aula (Centro de Capacitação Profissional do PISO), capacitá-los e estimular suas habilidades. Ao término desse treinamento, as empresas os contratam”.

Para assistir à audiência completa, clicar no https://bit.ly/2pOIF0Q

Foto: AI Câmara Municipal

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A Mulher e o mercado de TI

Andresa Cantolini,, CEO do PISO

Andresa Cantolini, CEO do PISO

No século XX, em meio a importantes conflitos mundiais, as mulheres foram conquistando seu lugar ao sol no mercado de trabalho – muitas por opção, outras, por necessidade de sustento ou colaboração financeira da família. Passado um século, as mulheres ainda vêm lutando com ainda mais garra em prol desse importante movimento, sendo cada vez mais comum – e importante –  falarmos sobre o Empoderamento Feminino.

Mas afinal, o que seria mesmo empoderar-se?

Empoderar é tomar posse de si, é ter capacidade, discernimento e responsabilidade de suas ações em qual área for. É o posicionamento das mulheres nos campos profissional, social, político e econômico. É a mulher ter voz e representatividade em diversos âmbitos.

Segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), atualmente, 25% das mulheres ocupam postos de trabalho na área de TI. Pode parecer um número pequeno, porém, demonstra o cenário de uma luta por igualdade. Nos cursos de formação profissional oferecidos por nossa entidade, a participação feminina vem aumentando a olhos nus. Nos últimos anos, 10% dos alunos que nos procuram para iniciar um curso de capacitação, são do universo feminino. Dentre os selecionados, 20% são mulheres – e todos entram com perspectivas de inserção no mercado de TI.

Esse crescimento se reflete também nas empresas do PISO, onde notamos com felicidade que vem havendo um crescimento significativo de contratações femininas, inclusive, em cargos de liderança.

No dia de hoje, é importante parabenizar as mulheres por suas inúmeras conquistas, porém, se torna igualmente fundamental salientar que a luta da mulher não acabou. Ela existe todos os dias, no ambiente competitivo de trabalho, nas divisões desiguais das tarefas domésticas, na maternidade muitas vezes solitária, dentre outros aspectos sociais.

A mulher busca a igualdade de direitos e cada vez mais, empodera-se para ter seu papel valorizado na sociedade. O PISO apoia esta causa desde o investimento na capacitação até na valorização das habilidades de centenas de mulheres que hoje estão atuando no mercado de Tecnologia da Informação de Ribeirão Preto.

A todas as mulheres que são parte do sucesso deste segmento, nosso muito obrigada.

Andresa Cantolini – Diretora Executiva do PISO

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Cursos do PISO são notícia na TV Record

Os cursos de capacitação do PISO viraram notícia no SP Record Interior SP no último dia 26 de fevereiro: em parceria com o SEPROSP, nossa entidade dribla a escassez de mão-de-obra do mercado de TI com profissionalização e incentivo aos jovens.

Assista:

Cusos PISO – TV Record

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PISO é responsável pela formação de 100 novos colaboradores do setor de TI da região

O Polo Industrial de Software de Ribeirão Preto – PISO tem sido exemplo para o segmento nacional de tecnologia e para a sociedade em geral de que é possível driblar a escassez de mão-de-obra com criatividade e empenho de boa parte da cadeia produtiva local de TI.

Desde 2014, o Polo, com o apoio do Sindicato das Empresas de Processamento de Dados e Serviços de Informática do Estado de São Paulo – SEPROSP, oferece cursos totalmente gratuitos de formação profissional para alunos de universidades de Ribeirão Preto e região que já cursam a área técnica. Ao final do treinamento, o objetivo é que todos sejam automaticamente contratados por empresas associadas.

“Os próprios empresários especificam demandas de suas empresas para que os cursos oferecidos estejam alinhados com as reais necessidades do mercado”, afirma Andresa Cantolini, CEO do PISO. Segundo a diretora, mais de R$ 450 mil já foram investidos pelas empresas para que o programa se tornasse esse sucesso. Cada treinamento tem, em média, quatro meses de duração e o polo já ofereceu seis, ao todo, totalizando 1.764 horas de aula.

Os resultados desses esforços são números que destoam de forma positiva para a realidade das empresas do resto do país: mais de 100 novos profissionais capacitados e contratados em apenas três anos. “Trata-se de uma conquista não somente para o setor, mas para a sociedade em geral visto que estamos fazendo nossa parte para que as empresas cresçam de forma sustentável, gerando empregos e produzindo cada vez mais”, complementa Andresa.

Em 2017, o PISO realizou dois cursos, sendo o primeiro na área de Atendimento ao Cliente e o segundo no setor de Desenvolvimento de Software, totalizando 40 alunos capacitados que já estão inseridos no mercado de trabalho. Em 2018, dois cursos de formação já tiveram início: um de Desenvolvimento e outro de Suporte e um terceiro deverá acontecer no segundo semestre. Além disso, dois cursos de atualização também estão previstos para esse ano.

 

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Vai sobrar emprego para estes 6 profissionais de TI em 2018

Confira as carreiras promissoras na área de tecnologia para 2018, segundo a expectativa de cinco consultorias de recrutamento

Ainda que o setor de tecnologia da informação seja um dos menos afetados pela crise, o mercado brasileiro de trabalho nesse segmento não passa incólume pela tormenta.

Fuga de profissionais e sucateamento do conhecimento na área de TI são consequências visíveis da retração econômica, segundo Antonio Loureiro, CEO da Conquest One.

Com os primeiros sinais visíveis de retomada em setembro, a perspectiva é de falta de pessoas qualificadas em 2018. “Vai faltar gente em todas as áreas. A boa notícia é que esta é uma excelente oportunidade para quem quer investir e conhecer novas tecnologias. É um mercado imenso para quem quer se aperfeiçoar”, diz Loureiro que prevê que os próximos cinco anos serão promissores para a área de capacitação.

O executivo diz que profissionais que vão além das especializações, com foco na experiência do usuário e domínio de inglês terão maior chance de destaque.

Especificamente para o próximo ano, Loureiro e especialistas na área de TI apontam como “quentes” carreiras ligadas a ciência de dados, arquitetura, análise e desenvolvimento de sistema, realização de testes em software, segurança e qualidade de plataformas, computação em nuvem.

A lista abaixo de profissionais que devem ser mais disputados foi elaborada a partir das apostas de cinco consultorias de recrutamento, Conquest One, Catho, Robert Half, Exec e Michael Page.

1. Engenheiro ou cientista de dados

O que faz: une a visão de negócios à percepção estatística. É responsável por solucionar problemas do negócio com técnicas de orientação a dados, bem como detectar tendências que podem ajudar nos resultados. “O cientista de dados é considerado a nova geração de especialistas em análise de dados”, diz Loureiro.

Perfil: boa parte das companhias identificam como habilidades essenciais o conhecimento em matemática, estatística, processamento de linguagem, hardware, software e visão de negócios.

Por que está em alta: as empresas querem se posicionar de forma mais estratégica e trabalho do cientista de dados é essencial nesse contexto. A carreira apareceu como aposta das cinco consultorias pesquisadas.

2. Segurança da informação

O que faz: é responsável pela manutenção e saúde de dados internos e sigilosos e pela prevenção de fraudes e vazamentos de informações. Sua principal meta é criar um ambiente seguro para a transmissão de dados. 

Perfil: atualização constante sobre novas ameaças e métodos de prevenção de fraudes é a principal característica. Segundo a equipe da Robert Half, profissionais que participem de comunidades hackers, de segurança da informação e de testes de invasão são mais cobiçados.

Por que está em alta: ataques hacker não são novidade, mas recentemente ganharam proporção e sofisticação. A difusão da armazenagem de dados em nuvem também dá destaque para a carreira porque exige medidas de segurança de dados. O profissional de segurança da informação está em alta em todo o planeta.

3. Analista de Business Intelligence (BI)

O que faz: coleta dados e informações com o objetivo de identificar problemas e oportunidades de negócio. É responsável pela modelagem dos dados que serão extraídos, tratados e transformados.

Perfil: habilidade de trânsito entre a área técnica e a de negócios da empresa é o principal requisito. A capacidade de manipulação dos dados focada no segmento e objetivos do negócio é o que diferencia o profissional, segundo a equipe da Robert Half.

Por que está em alta: “pensando em ambientes com cenário econômico complexo, a resposta à análise inteligente dos dados pode indicar tendências importantes para os negócios”, diz Antonio Loureiro, da Conquest One.

4. Scrum Master

O que faz: gerencia times voltados para metodologias ágeis, que são processos mais objetivos dentro de equipes de desenvolvimento e menos burocráticos.

Perfil: objetivo, analítico e gestor, segundo a equipe da Robert Half, que aposta nessa carreira. É que além de afinidade com tecnologia, o profissional também precisa saber lidar com pessoas e ser bom de comunicação. Certificação na metodologia Agile é um aspecto importante, segundo o time da EXEC, que identifica alta demanda por “agile experts” no mercado.

Por que está em alta: metodologias ágeis e reestruturações digitais são cada vez mais difundidas, sobretudo em empresas mais antigas no mercado.

5. Gerente de Expansão de TI

O que faz: dá o direcionamento da abordagem da empresa em relação à utilização de dados, tecnologia e infraestrutura.

Perfil: conhecimentos de engenharia, design, análise, gerenciamento de produtos, operações e marketing são necessários para que ele projete e execute iniciativas de crescimento com base em tecnologia e desenvolvimento digital.

Por que está em alta: a demanda por esse tipo de profissional começou nas startups e migrou para empresas maiores interessadas em usar dados para alavancar resultados.

6. Arquiteto de soluções

O que faz: design da estrutura de grupos de informações, organização e rotulação de sites, intranets, comunidades. Seu objetivo é facilitar a experiência e a obtenção de informações.

Perfil: entender do negócio da empresa é característica essencial para esses profissionais.

Por que está em alta: experiência do usuário é um diferencial competitivo para as empresas e arquitetos de soluções atuam diretamente na interface com ele usuário.

Fonte: https://exame.abril.com.br/carreira/vai-sobrar-emprego-para-estes-6-profissionais-de-ti-em-2018/

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