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Estamos no melhor momento para empreender?

Empreendedorismo é algo que move as pessoas a fazerem a diferença. Mas será que o momento é o mais propício para aqueles que querem se mover para empreender?

Vamos responder a essa pergunta fazendo uma análise histórica da nossa educação básica, da gestão empresarial e das tendências por grandes mudanças que estão acontecendo em nossos dias atuais, pois isso reflete diretamente na saúde das empresas atualmente e é solo fértil para o empreendedorismo e o intra-empreendedorismo (que é empreender dentro das empresas existentescom estratégias e posturas inovadoras).

Na educação, se olharmos uma fotografia de uma sala de aula do ano 1916 e outra de 2016, veremos que esses 100 anos não trouxeram muitas evoluções: o mesmo formato da sala, apenas um ensinando e muitos aprendendo, o ensino padronizado por idade, independente do perfil intelectual e comportamental do aluno, horários rígidos, programa da aula padrão por turma e não por aluno e o “passar de ano” prevalece em relação ao aprender.

O aspecto gestão empresarial não é muito diferente, pouco se evoluiu nas estruturas funcionais: organogramas, hierarquias e áreas departamentais; os processos de negócio: mesmo considerando as grandes ondas como TQM, a reengenharia (BPR) e o BPM tivemos maiores mudanças apenas nos últimos 30 anos. As pessoas: considerando que aproveitamos pouco dos talentos que temos a disposição (pois ainda não sabemos lidar com eles) ainda temos chefes mandando e não liderando em muitas organizações e estamos aquém de fazer gestão dos comportamentos. No aspecto economia fica ainda mais crítico pois em 1993 o Brasil tinha uma inflação de 2500% ao ano, a partir dessa época houve a abertura de mercado e iniciaram as privatizações. Os sistemas de Informações não são diferente: o primeiro computador foi criado há menos de 100 anos e o sistema de gestão evoluiu muito pouco nos últimos 20 anos.

Destoante a esses fatos, temos a história da comunicação: da origem da escrita 4000 anos a.c. à prensa de Guttenberg foram mais de 5000 anos; no século XIX tivemos uma grande evolução da transmissão a longa distância (satélites), rádio, TV, telefone e meios de transporte; no século XX dois dos principais marcos foram o computador em 1943 e a internet que foi um grande marco do século, sem dúvida. E o século XXI? Grandes inovações já aconteceram como os smartphones, a evolução e melhoramento dos meios de comunicação, nano tecnologia e tantas coisas que ainda virão. Por que algumas coisas evoluíram e outras não? Ameaça ou oportunidade? A discreta evolução na educação e gestão empresarial e a grande evolução nos meios de comunicação nos permite protagonizar grandes tendências.

E quais são essas tendências?

De acordo com a Global Trends, até o ano de 2030 teremos aumento na demanda de energia em 50%, de água em 40% e na demanda de alimentos em 35%.

A evolução dos dispositivos conectados na rede (internet), segundo a cisco mostrou que em 2009 o número de dispositivos conectados ultrapassou o número de habitantes, ou seja, mais de 6 bilhões de dispositivos conectados e a perspectiva para 2020 de dispositivos conectados passará de 50 bilhões, média de sete dispositivos para cada habitante.

Essas tendências estão mudando e mudarão ainda mais a nossa forma de fazer negócio e de nos relacionarmos, cada vez mais os produtos estão sendo substituídos pelas soluções e experiências, ou seja, se tivermos a possibilidade de uma soluçãosem um produto não precisaríamos deste produto, como por exemplo: furadeira ou furo? Geladeira ou bebida gelada? Carro ou locomoção? Ambulância ou atendimento rápido? Se focarmos no produto ambulância, nunca veremos uma solução em um drone que presta primeiros socorros em 2 minutos. Vivemos num mundo em que solucionar e experimentar prevalece o “ter”. Essa tendência se ratifica com a economia de compartilhamento que nos Estados Unidos tem projeção de atingir U$ 335 bilhões até 2025. Considerando apenas o compartilhamento de:

  • Moradias, como temos o exemplo do AIRBNB;
  • Veículos, com o foco na locomoção e não no carro, como temos os exemplos do Uber e Easy;
  • Empréstimos, com o P2P (peer-to-peer) Lending, que não estão concentrados nas grandes estruturas financeiras e sim na pulverizado de credores, exemplo do Biva;
  • Os serviços de tv, vídeo e streaming que vem substituindo as grandes estruturas de transmissão privada;
  • E o trabalho compartilhado on-line que cada vez mais exige resultado e menos cumprimento de estar em determinado local de tal hora a tal hora.

E tudo isso impacta diretamente nos negócios?

Vejamos, quem criou a primeira máquina fotográfica digital? Por mais surpreendente que possa parecer, foi a Kodak, líder da época em fotografias em filme. Por que a Kodak não foi líder mundial em fotografias digitais? E ao contrário: ela sucumbiu no mundo dos negócios.

Isso não é privilegio da Kodak, pois 89% das empresas da Fortune 500 do ano de 1995 não estavam mais na lista em 2014. O que isso quer dizer? As empresas têm dificuldades em lidar com rápidas mudanças se apegando a suas criações e seus produtos, o que impede de aproveitar grandes transformações e ainda não permite aproveitar grandes oportunidades.

Porém, o empreendedor, por outro lado, é muito mais rápido e flexível às mudanças. Se pegarmos poucos exemplos de grandes empreendedores no mercado atual, como Garrett Camp e Travis Kalanick criadores do UBber, Tales Gomes criador do Easy Taxi, que quebraram as barreiras de solução substituindo produtos e inovaram com o conceito do compartilhamento, podemos perceber que os empreendedores têm uma vantagem perante as grandes estruturas. Podemos citar vários outros exemplos como as grandes estruturas de arranha-céus, shoppings e o Alibaba.com que é o maior shopping do mundo sem nenhuma loja física, as estruturas de telefonia sendo substituída pelo WhatsApp e tantos outros exemplos.

Por último e não menos importante que nos ajuda a responder a pergunta do início é o ambiente fértil para os empreendedores. Antigamente o empreendedor não tinha muita oportunidade para empreender, ele precisava ter uma ideia, ter um capital, buscar um sócio e focava em uma grande indústria (produtos). Porém, hoje, com quase todas essas tendências, existem ambientes para os empreendedores: temos as incubadoras e as aceleradoras que apoiam a operacionalizam as grandes ideias, com pouquíssimo capital, grandes empresas investindo em ambiente propícios para inovar e empreender, exemplo do Cubo pelo Itaú e Oxigênio pela Porto Seguro e movimentos como o business transformation que fomenta a ideia de que o mundo está mudando não de forma gradativa e sim de forma disrupturante.

Assim, podemos concluir que a mistura do que pouco evoluiu com o que muito evoluiu é ruim para muitos (como as empresas que já faliram mais as que estão falindo no exato momento que você está lendo este post), porém é oportunidade para outros, como as startups que hoje são grandes empresas. Lembre-se, as grandes oportunidades só podem ser vistas por poucos. E claro a evolução da comunicação sem dúvida criou uma plataforma para tudo que ainda virá por aí.

Estamos no melhor momento para empreender?

Junte as sementes de suas ideias, entusiasmo e propósito com todo esse solo fértil para começar agora mesmo a ser protagonista do dia de amanhã.

 

Prof. Jaziel Pavine de Lima – jaziel@valorebrasil.com.br

Especialista em avaliação de empresas pela FUNDACE USP e FIPECAFI. Professor do curso de Valuation na pós graduação da Estácio, Unisescon e BI Internacional. Founder e diretor na Valore Brasil – Controladoria de Resultados.

Fonte: http://www.valorebrasil.com.br/

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Iniciativa privada assume capacitação dos novos profissionais de TI

Desde 2008 o PISO vem oferecendo cursos gratuitos na área da Tecnologia da Informação (TI) direcionados à comunidade da macrorregião visando a capacitação de novos profissionais para atuarem nas empresas associadas.

Isso acontece como uma alternativa para driblar a escassez de mão-de-obra no setor que tem sido um dos principais problemas enfrentados pelas organizações que encontram cada vez menos novos profissionais com a capacitação exigida pelas empresas. “Neste cenário, os empresários estão arregaçando as mangas e cumprindo seu papel na formação complementar de suas próprias equipes”, explica a CEO do PISO, Andresa Cantolini.

Atualmente, são 38 empresas que se beneficiam com os treinamentos oferecidos pelo Polo, que acontecem no Centro de Capacitação Profissional da entidade, inaugurado em 2013 por meio de convênio celebrado com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia e a Fundação Instituto Polo Avançado de Saúde de Ribeirão Preto (FIPASE). Os cursos são ações da entidade em prol do desenvolvimento do setor. Em cada edição, são escolhidos 20 alunos após uma rígida seleção – todos entram com a promessa de ingressarem no mercado de trabalho ao término das aulas, o que foi cumprido em 100% até hoje.

Somente de 2016 até agosto de 2017 aconteceram seis treinamentos com 698 inscritos, sendo que 49% desse contingente saiu de FATECs e ETECs da região. Dentre os selecionados, já são 101 formandos que tiveram um contrato inicial de trabalho com as associadas que financiaram as aulas, desde então.

Apesar do mérito, as empresas investidoras  estão se sentindo sobrecarregadas com mais essa função em suas costas. “As empresas estão fazendo sua parte, porém, importante frisar que trata-se de uma grande responsabilidade para a iniciativa privada que tem que manter a roda empresarial girando. Apesar do apoio inicial do poder público na implantação do Centro de Capacitação, seguimos agora por conta própria nos treinamentos, sendo que as organizações utilizam recursos que poderiam estar sendo direcionados para inovação dentro de seus próprios setores de desenvolvimento”, enfatiza a CEO.

O custo de cada curso para as empresas patrocinadoras não é baixo: a média é de R$ 80 mil referente aos professores, materiais didáticos, laboratório, processo de seleção e bolsa-auxílio – cada aluno recebe R$ 400 por mês até o fim do curso para ajudar no deslocamento. “Não bastasse a carga tributária altíssima do setor e a necessidade de investimento constante em inovação, o custo assumido vem onerando sobremaneira as empresas”, lamenta-se Andresa. “Um das funções do PISO é justamente interagir com o poder público para que olhe com mais atenção para o setor de TI e esteja à frente de programas como esse. Enquanto não existe essa sensibilização, nós assumimos o leme”, complementa.

 

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Saiba o que muda com a Lei da Terceirização

A Lei n.º 13.429/17, ou Lei da Terceirização, sancionada no último 31 de março, alterou alguns pontos do contrato de trabalho temporário e regulamentou o trabalho terceirizado, sendo possível agora haver a terceirização da atividade fim da empresa.

Diante disso, cabe aos empregadores do setor de TI tomarem conhecimento sobre este novo cenário e buscarem orientações jurídicas caso optem por essa possibilidade visto que na cadeia produtiva do ramo de tecnologia da informação, há diversos serviços especializados, os quais poderão ser terceirizados.

A advogada Mauricelia Jose Ferreira Hernandez acredita que, além da nova Lei não suprimir os direitos atuais do trabalhador diante da Justiça do Trabalho visto que se o prestador dos serviços não tiver meios para cumprir com as obrigações reconhecidas pela Justiça Trabalhista, o tomador será acionado, podendo ter seus ativos/patrimônio bloqueados, o empregador, ao se valer da terceirização, terá o benefício de garantir um foco maior na sua atuação perante o mercado e concorrentes, já que a administração da mão de obra ficará por conta do prestador dos serviços.

Saiba o que muda:

 

  • Antes da edição da lei, a orientação sobre a terceirização vinha da Súmula 331, do Tribunal Superior do Trabalho, prevendo a possibilidade de se terceirizar serviços de limpeza e vigilância, com proibição para atividades-fim da empresa.

 

  • É permitida também a chamada “quarteirização” de serviços, ou seja, a empresa contratada para prestar os serviços pode subcontratar outras empresas para prestá-lo. Porém, tem que estar prevista em contrato.

 

  • Não será permitida a contratação de uma empresa prestadora de serviços com objetivo social diverso da necessidade da tomadora.

 

  • É vedada à contratante a utilização dos trabalhadores em atividades distintas daquelas que foram objeto do contrato com a empresa prestadora de serviços.

 

  • Os serviços contratados poderão ser executados nas instalações físicas da empresa contratante ou em outro local, de comum acordo entre as partes.

 

  • Foram criadas algumas regras mínimas para que as empresas possam prestar serviços terceirizados, entre elas a necessidade de ter capital social compatível com o número de empregados.

 

  • Segurança e Medicina do Trabalho: É responsabilidade da contratante garantir as condições de segurança, higiene e salubridade dos trabalhadores, quando o trabalho for realizado em suas dependências ou local previamente convencionado em contrato.

 

  • Benefícios: A contratante poderá estender ao trabalhador da empresa de prestação de serviços o mesmo atendimento médico, ambulatorial e de refeição destinado aos seus empregados, existente nas dependências da contratante, ou local por ela designado.

 A advogada alerta para que as empresas analisem quais as atividades que se pretende terceirizar, sendo, de preferência, aquelas que não exijam uma ingerência direta da tomadora dos serviços sobre os empregados da prestadora de serviços, sob pena de configurar-se a subordinação, que é um dos requisitos da relação de emprego. “O tomador dos serviços deverá manter uma relação com um gestor da empresa de terceirização e não diretamente com os empregados desta”, afirma. Além disso, Mauricelia aponta que deverá haver uma outra discussão sobre essa possibilidade de terceirização pois, segundo ela, “a lei expressamente menciona ‘atividade fim’ ao tratar do contrato temporário, mas não quando trata da terceirização. Assim, penso que um pouco de cautela será necessária”, atesta.

Outra dica importante da advogada é que as empresas contratantes pesquisem a idoneidade da prestadora dos serviços, se a mesma possui os requisitos exigidos pela lei para a atuação e exijam certidões negativas de débitos e de ações trabalhistas, além de fiscalizar se a prestadora está efetuando o pagamento dos salários e os recolhimentos fiscais e previdenciários. “É necessário não confundir ‘intermediação de mão de obra’ com ‘terceirização’. A primeira, é permitida apenas no caso do contrato temporário, que possui requisitos específicos. Já na terceirização, a empresa tomadora contrata um serviço especializado da empresa prestadora, e não sua mão de obra”, concluiu a advogada.

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” PISO recebe palestra sobre recuperação de tributos na área de TI

Dr. Jamol explicou a necessidades das empresas de Tecnologia da Informação ingressem com medidas judiciais para preservar direitos

Dr. Jamol explicou a necessidades das empresas de Tecnologia da Informação ingressem com medidas judiciais para preservar direitos

O PISO recebeu na última quarta-feira, 18 de julho, a palestra “Atualidades na tributação das empresas de TI e oportunidades de recuperação de tributos”, ministrada pelo advogado Jamol Anderson Ferreira de Mello.

O evento abordou melhores práticas e enquadramentos tributários dentro da legalidade. Um dos pontos de destaque foi a possibilidade de exclusão do ISSQN da base de cálculo de PIS/COFINS e da base de cálculo da CPRB (Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta – Lei 12.546/2011): “Isso é reflexo da recente decisão do STF que possibilitou aos contribuintes a exclusão do ICMS da base de cálculo de PIS/COFINS”, explica Jamol, complementando que “entendeu o Supremo Tribunal Federal que não incide tributo calculado sobre tributo”.

Ainda, foram abordadas outras oportunidades de recuperação de tributos pagos indevidamente ou a maior pelas empresas de TI, como a contribuição social de 10% sobre o saldo de FGTS (incidente na dispensa sem justa causa de empregados) e os valores de ICMS pagos sobre TUST/TUSD e Contrato de Demanda nas contas de energia elétrica.

Durante o encontro, o advogado enfatizou a necessidade das empresas de TI terem mais atenção às oportunidades de recuperação de tributos: “É interessante que as empresas ingressem com medidas judiciais visando a preservação de seus direitos, pois aqueles que não o fizerem correm o risco de perderem parte do direito de restituição de indébitos tributários em razão de prescrição, que é de cinco anos a contar da data do pagamento”.

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Novo cenário de TI exige profissionais com aprendizados diferenciados

Vector Self Employment Concept In Flat Style

Profissionais de TI estão – e precisam estar – sempre em evolução dentro de seu próprio segmento, afinal, trata-se de uma área cujas inovações acontecem num piscar de olhos. Porém, não basta deter conhecimento somente sobre sua área de atuação. Um comportamento diferenciado com outros aprendizados torna-se fundamental para destacar-se no mercado de trabalho. Para uma organização, possuir profissionais antenados e com currículos multidisciplinares pode ser o diferencial com a concorrência.

Aqui vão algumas dicas tanto para os colaboradores investirem em si quanto para as empresas apostarem para capacitação no ambiente de trabalho:

  • Design Gráfico

O design está em tudo e é ferramenta de grande importância para o trabalho em TI. Um profissional da área deve ter o mínimo conhecimento em tipografia, criação de imagens, composição e cores. Buscar cursos que apresentem as tendências nesse setor é uma boa pedida.

  • Idiomas

Estudar inglês não é mais opcional. Além de boa parte dos livros de TI serem na língua inglesa, códigos e comandos usados nos trabalhos de TI são todos escritos em inglês. Um outro ponto importante é que as certificações mais importantes e de reconhecimento internacional são, em grande parte, elaboradas nessa língua. Um terceiro idioma, como o espanhol ou o mandarim, por exemplo, garante uma estrelinha ainda maior no currículo, afinal, conhecimento nunca é demais.

  • Segurança da Informação e Gestão de Riscos

Em um cenário repleto de notícias sobre invasões de sistemas corporativos em todo o planeta, é importante que um bom profissional conheça as técnicas mais recentes usadas para manter informações e sistemas seguros e colabore para colocá-las em prática no ambiente de trabalho.

  • Língua Portuguesa

O profissional pode ter um excelente conhecimento técnico, porém, na hora de se comunicar ou documentar algo, se o português deixa a desejar, é imprescindível correr atrás de cursos nessa área, sejam estes de literatura, gramática ou redação. Dominar nossa própria língua é fundamental e uma dica para aprimorar nosso português sem gastar é ler muito, seja romance, ficção ou autoajuda. Para as empresas, que tal a criação de uma biblioteca em uma área de convivência¿

  • Gestão e Negócios

As organizações exigem profissionais de TI com demasiada participação para delinear  estratégias de negócios. Obter uma visão ampla sobre o mercado garante ao profissional uma vantagem competitiva, possibilitando um melhor entendimento do mundo e de como norteará sua carreira para obter bons resultados para si e para a corporação em que trabalha.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação PISO

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