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Programa de Parceria entre Etec e Consinco inicia treinamento para o ingresso em ações de Capacitação do PISO

Saulo Sousa em palestra na Etec: parceria de sucesso

Saulo Sousa em palestra na Etec: parceria de sucesso

Teve início em fevereiro de 2017 o Programa de Parceria entre a Etec Antônio de Pádua Cardoso, de Batatais, SP, e a associada Consinco S/A, desenvolvedora de Sistemas de Gestão Corporativa para o ramo de atacadistas, distribuidoras e varejistas. A ação inclui treinamentos aos alunos e docentes, oferecendo à Etec, nesta primeira etapa, palestras gratuitas com conteúdos teóricos sobre negócio e ferramentas de software relacionados a seu ramo de atuação.

A Etec, por sua vez, oferecerá em seu curso Técnico de Informática o conteúdo técnico, alinhado às tecnologias em uso pela empresa (banco de dados e linguagem de programação) e às bases tecnológicas das disciplinas de Programação de Computadores e Desenvolvimento de Softwares. Na segunda etapa, ao final do semestre, os alunos apresentarão projetos de software, com base nos conteúdos aplicados, a uma banca de avaliação composta pelos docentes e gestores das áreas de Produtos e Tecnologia da Consinco, proporcionando aos autores dos projetos aprovados a oportunidade de ingressarem no Programa de Capacitação do PISO.

Pela Etec, os professores Alexandre Dutra de Oliveira e Luis Fernando da Silva serão os orientadores do projeto, juntamente com o coordenador do Curso Técnico em Informática Nelson Francisco Manfrin e Saulo de Souza, Consultor de Treinamentos da Consinco.

No ano de 2016, a Etec já havia participado de um projeto de seleção de alunos para um Programa de Capacitação do PISO, juntamente com outras Etecs e Fatecs da região de Ribeirão Preto.

 

 

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Lugar de mulher é onde ela quiser: inclusive na área de TI

Conheça algumas das líderes que se destacam por trás dos computadores e que ajudaram a transformar a região de Ribeirão Preto em um importante polo da Tecnologia da Informação

Andresa Cantolini, CEO do PISO: "Em uma softwarehouse, tanto mulheres quanto homens podem se destacar igualmente"

Andresa Cantolini, CEO do PISO: “Em uma softwarehouse, tanto mulheres quanto homens podem se destacar igualmente”

Elas trabalham e lideram em um universo ultra masculino. Estamos falando das mulheres profissionais da área de Tecnologia da Informação, um setor em que, no Brasil, 83% do quadro técnico é formado por homens.

Em Ribeirão Preto, levantamento do PISO atesta esses números, mostrando que a presença de mulheres de TI nas organizações associadas é realmente pequena. Indo mais além, a entidade aponta que o percentual de mulheres que se inscrevem nos cursos oferecidos pelo PISO de capacitação – que garantem vagas no mercado de trabalho – comumente, é de 15 a 20%.

No entanto, quem lidera a associação que hoje reúne 38 associadas é uma mulher. Andresa Cantolini, diretora executiva, afirma que esses números tão divergentes acontecem devido a questões culturais: mais homens que mulheres costumam buscar carreiras de Exatas – mas que o gênero do profissional, de forma alguma, interfere na decisão por sua contratação.

“Poucas mulheres despertam para essa área. Em todas as universidades e Centros de Formação em que faço palestras, a presença esmagadora é de homens, no entanto, não deveríamos tratar nenhuma profissão como sendo puramente masculina. Em uma softwarehouse, tanto mulheres quanto homens podem se destacar igualmente, assim como em qualquer outra profissão”, garante.

Andresa optou por essa área há 12 anos e sente-se apaixonada pelo que faz. “Trata-se de um mercado de grandes oportunidades e possibilidades. Trabalho com empresários conscientes no que envolvem formação, ética e desenvolvimento de pessoas, me trazendo um sentimento de dever cumprido em todos os projetos realizados”, complementa.

 As mulheres da TI

 Sócia da líder nacional  em seu segmento – Paulíria Pimenta Queiroz é gerente de Produto e sócia da

Sócia da Consinco, Pauliria lidera uma equipe formada por 90% de homens

Sócia da Consinco, Pauliria lidera uma equipe formada 90% por homens

Consinco SA, desenvolvedora de software para varejo com mais de 300 colaboradores. Formada em Análises de Sistemas com pós em Gestão Empresarial, ela conta que sempre se identificou mais com a área de Exatas e viu na “profissão do futuro” sua oportunidade de trilhar uma carreira de sucesso.

Ela conta que nem tudo foram flores. Na faculdade onde fez o curso, havia somente dois computadores para todos os estudantes e, por isso, as aulas abrangiam mais a parte teórica. “Para poder executar a prática, comecei a trabalhar na área já no primeiro ano da faculdade o que foi muito bom pois conseguia assimilar e aplicar melhor os conhecimentos. Morava e trabalhava em São Sebastião do Paraíso, MG, e fazia a faculdade em Franca, SP, então ia e voltava todos os dias de ônibus. Era bem puxado, mas valeu a pena”, garante.

Desde que ingressou na área, Paulíria percebeu a predominância masculina. Hoje, lidera uma equipe formada 90% por homens e, segundo ela, a relação entre todos é natural e transparente. “Sou muito respeitada e tenho muito respeito e admiração por todos. Procuro aplicar o que aprendi até hoje em relação à liderança e gestão e temos obtido sempre bons resultados”, completa.

Para Paula, é gratificante ser líder em um universo predominantemente masculino

Para Paula, é gratificante ser líder em um universo predominantemente masculino

 Exemplo de destaque – Paula Issa Barbosa é Coordenadora de Produto da Consinco SA. Formada em Ciências da Computação, nunca parou de estudar: fez MBA em Gestão Empresarial com ênfase em TI, pós-graduação em Gerenciamento de Projetos e agora está fazendo Gestão Estratégica de Pessoas. Escolheu a área de TI por gostar de Exatas. “Desde pequena adorava resolver problemas e quebra-cabeças”, brinca.

Com 12 anos de experiência na área, Paula hoje é líder de seu setor, coordenando uma equipe de desenvolvimento. “Gosto de participar da formação dela, de me envolver com a criação de soluções em sistemas para resolver problemas operacionais dos clientes e de direcionar minha equipe para se empenhar ao máximo com nossas entregas”, conta.

Para ela, a predominância masculina em sua área de atuação nunca foi um problema. “Desde a faculdade, noto que a maioria dos profissionais de TI é masculina e já me acostumei com isso. Na minha equipe não é diferente, refletindo bem essa realidade: de 22 pessoas, somos em apenas quatro mulheres. Mas, para mim, é gratificante ser uma líder neste universo predominantemente masculino, pois posso ser exemplo para outras mulheres de que, com trabalho sério, preparação e dedicação, é possível nos destacarmos nas empresas de TI”, enfatiza.

Fazendo-se ser ouvida - Jornalista por formação, Célia Felipe apaixonou-se pela área de TI, seguindo há 17 anos

Jornalista, Célia apaixonou-se por TI e já está há 17 anos na área

Jornalista, Célia apaixonou-se por TI e já está há 17 anos na área

nesse universo. Gerente Comercial da Vórtice, que atua na gestão de processos de negócios de seus clientes, iniciou na área de Marketing em outra empresa e acabou por se envolver com sistemas para tratar da gestão de relacionamento com clientes – e ali iniciou sua história na carreira que se encontra até hoje.

Desde seu ingresso na área tecnológica, lida todos os dias com uma equipe formada por homens em sua maioria, embora, segundo ela, essa predominância pouco interfira. “A presença feminina de fato é bem pequena desde a formação acadêmica. Começando pelas áreas técnicas assim como as áreas de negócios, incluindo a área comercial, temos que nos fazer presente e ser ouvidas e valorizadas como qualquer outro profissional”, afirma.

Ser detalhista para se destacar - Sandra Ferreira é gerente de desenvolvimento e

Sandra: mulheres estão mudando a estatística da área

Sandra: mulheres estão mudando a estatística do setor

responsável pela unidade da Senior Ribeirão Preto, líder em softwares e serviços para o setor financeiro. Formada em Contabilidade, na época que iniciou sua atividade profissional, Informática era a profissão do futuro, com grandes oportunidades no mercado e, por isso, ela acabou se aproximando da área. Desde seu primeiro emprego, percebeu que era isso que queria para sua carreira. “Sou detalhista e exigente comigo e com as pessoas que estão ao meu redor e nesta profissão, precisamos de ter um pouco deste perfil”, atesta.

Líder de uma equipe formada em sua maioria por homens, Sandra garante se sentir muito respeitada por todos. “Apesar das mulheres serem a minoria, percebo que estamos mudando esta estatística. No início da minha vida profissional, era mais raro encontrar mulheres nesta área, mas agora está ficando mais comum. Bom para nós que conseguimos mostrar que podemos nos sair bem numa profissão que exige lógica, raciocínio e concentração”.

 

 

 

 

 

 

 

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Comunicação interna: como está o trâmite de informações na sua empresa?

O tipo de comunicação que mais desafia as empresas é aquela destinada ao público interno, cujas organizações julgam erroneamente ser a que mais conhecem. Chamada de Comunicação Interna, a ação é parte de um trabalho de Endomarketing que valoriza e aprimora as relações com seus funcionários. Em contrapartida, busca-se uma produção mais eficiente, a melhoria do atendimento aos clientes e o favorecimento do desenvolvimento do negócio como um todo.

No setor de Tecnologia da Informação, em constante desenvolvimento e aperfeiçoamento devido ao crescimento diário de novas plataformas, programas e aplicativos, a exigência por uma Comunicação Interna eficiente tem sido cada vez maior e chega na organização com o objetivo de inspirar um novo clima organizacional, mais produtivo e participativo.

Para Alex Bertoldi, consultor em gestão de pessoas, nesse setor, a qualidade da comunicação é um fator crítico pois as empresas possuem básica técnica e, desta forma, a troca de informações deve ser muito clara e constante. “Uma boa comunicação no ambiente interno facilita que talentos sejam evidenciados além de ajudar na resolução de problemas. O ganho é dos dois lados pois toda falha de comunicação resultará em perda de eficiência ou retrabalho, refletindo em desperdício de tempo”, esclarece.

Mesmo muitas vezes não tendo um departamento institucionalizado da área, uma empresa pode trabalhar a CI por meio de outros departamentos e até mesmo profissionais terceirizados, utilizando-se de diversos canais, a começar pelos próprios líderes que devem promover diálogos e gerar avaliações de desempenho com seus respectivos feedbacks. Desta forma, é de extrema importância que o trabalho envolva ou esteja alinhado com o setor de Recursos Humanos.

Os planos mais comuns na área de Comunicação nas empresas de TI envolvem a utilização de canais como intranet, TV´s Corporativas, informativos direcionados online e off-line, redes sociais corporativas, distribuição de monitores de TV pelos departamentos ou placas de comunicados em pontos estratégicos bem como campanhas sazonais que envolvam toda a equipe, diminuindo, desta forma, os ruídos da comunicação causados por boatos e informações truncadas. Devido à familiaridade com a tecnologia, nas empresas de TI, a intranet costuma ser a maior aposta das empresas, visto que o acesso interno a computadores, tablets e smartphones é massivo. No entanto, o consultor explica que diante da rapidez das informações, conteúdos referentes a assuntos internos de interesse geral devem ser atualizados periodicamente. “Importante também identificar o modelo de comunicação para cada tipo de negócio”, complementa Bertoldi.

A Consinco SA, fornecedora de software para o varejo, possui ações como intranet e rede social interna e trabalha na capacitação dos gestores para o papel diário de porta-vozes da empresa e de suas esquipes. “A eficiência da Comunicação não pode ser apenas medida por quantidade de campanhas ou publicações, mas também ‘percebida’ no ambiente organizacional pelo alinhamento de discurso e direção estratégica. Este trabalho é a espinha dorsal da estratégia organizacional, por isso a necessidade de um profissional que conheça o posicionamento estratégico da organização e seja capaz de ‘traduzi-lo’ para seus diversos públicos considerando a diversidade de interesses”, explica Nanci Erthal, gestora de Recursos Humanos da empresa.

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10 dicas para proteger os computadores da sua empresa

green-computer-1552038Qualquer empresa que não esteja devidamente preparada para possíveis ameaças externas em sua rede, pode sofrer consequências graves como perda de dados, vazamento de informações importantes e, até mesmo, sequestro de arquivos digitais. André Torrieri, Diretor Técnico da Heurys Tecnologia, empresa associada ao PISO e especializada em serviços gerenciados e segurança em TI, dá algumas dicas sobre como as organizações devem se prevenir de ataques.

1) Mantenha suas soluções de segurança sempre atualizadas

As soluções de segurança (Antivirus, Antispam, Antispyware, Firewall, entre outras) estão constantemente recebendo atualizações dos seus fabricantes para que possam responder de forma adequada e certeira às novas ameaças que surgem, por isso, é importante estarem sempre ‘rodando’ suas últimas versões;

 2) Sua Equipe de TI deve estar antenada

Quem vai tomar conta dessas soluções precisa saber com ‘o que’ está lidando, por isso, invista em treinamentos, workshops e Webinars para sua equipe de TI se manter também sempre a par dos novos problemas (que cá entre nós, aparecem todos os dias);

 3) Desative aplicações desnecessárias

Executar apenas softwares estritamente necessários ao Negócio da empresa é uma forma de diminuir sua janela de risco. Aplicações antigas que não estão sendo mais utilizadas também devem ser desligadas por completo. Restrinja o ‘campo de trabalho’ de um atacante;

 4) Cuidado com dados nas redes sociais

É muito comum os colaboradores publicarem conteúdo relativo ao seu ambiente de trabalho nas Redes Sociais e isso acaba entregando um volume de informações úteis a quem deseja atacar uma rede remota de computadores. Uma busca nas principais mídias (Facebook, Linkedin, Twitter, Instagram) pode revelar coisas de dentro da sua empresa que talvez nem você sabia;

 5) Informe-se sobre fornecedores de TI

Ao contratar um fornecedor de TI, verifique como ele trata a segurança da própria aplicação. Muitos fornecedores de tecnologias não estão preocupados se suas soluções tratam devidamente as questões de segurança. Falhas nos códigos escritos, portas de conexão abertas, não homologar sistemas operacionais mais recentes e senhas admin padrão, estão entre as principais brechas que uma nova solução de tecnologia pode trazer para dentro do ambiente;

 6) Tenha uma Rede Wifi isolada do ambiente corporativo

É cada vez mais comum os usuários pedirem para conectar seus celulares, tablets, etc, na WiFi da empresa. Dispositivos móveis particulares conectados na rede corporativa, da sigla em inglês BYOD (Bring Your Own Device), são um ponto de atenção nesse novo cenário de ameaças. Muitas vezes, essas redes sem fio não estão devidamente segmentadas no ambiente corporativo e isso acaba expondo toda a empresa a um dispositivo que possa estar infectado por um malware, ou mesmo invadido por um hacker.

 7) Implante uma Política de troca de senhas

Em algumas empresas ainda é comum encontrarmos cenários onde os usuários utilizam a mesma senha há vários anos. Além de serem as mesmas senhas desde sempre, são, normalmente, senhas fáceis. Uma política que obrigue todos os usuários a trocarem suas senhas com uma certa frequência (a cada 30 ou 40 dias, por exemplo) ajuda muito nesse controle de acesso.

 8) Garanta que seus backups/restores estejam funcionando

Pode parecer estranho esse item aparecer aqui, já que estamos falando de dicas de segurança, mas a verdade é que quando tudo mais der errado e o seu ambiente for comprometido de maneira irreversível, a única coisa a fazer é restaurar o backup. Por isso, é importante sempre fazer testes de restauração e garantir que os backups estejam funcionando corretamente e no momento que você mais precisar – e tomara que você não precise – eles irão te atender.

 9) Tenha uma empresa focada em Segurança para ajudá-lo

A mesma empresa que o ajuda a cuidar da sua infraestrutura de TI pode não estar preparada tecnicamente para lidar com o cenário de ameaças e invasões. É importante ter ajuda de uma empresa que tenha essa especialização e possa apoiá-lo nas decisões voltadas para Segurança, além de acompanhar o seu ambiente. Fazendo uma analogia, é a diferença entre buscar um Clínico Geral ou um Neurologista. O primeiro entende até certo ponto o seu problema, o segundo, entende por completo.

 10) Conscientize o seu Usuário de TI

De nada adianta tomar todas as precauções acima se o seu usuário de TI não está pronto para lidar com o problema. Ele precisa saber dos riscos de clicar em qualquer link que chega por e-mail, de repassar uma informação interna a um desconhecido, de abrir arquivos de origem duvidosa, entre outras coisas. Uma forma de fazer isso é através de palestras educativas que tratem o problema de forma leve e intuitiva.

 

 

 

 

 

 

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Centro de Capacitação Profissional: ganham associadas e alunos

curso suporte piso (3)Uma das ações de grande representatividade do PISO no setor de TI é driblar a escassez de mão-de-obra neste segmento. Desta forma, empresas associadas têm a oportunidade de promover treinamentos personalizados para captação de Trainees com o perfil desejado, contando com o apoio e a estrutura completa de nossa entidade por meio de seu Centro de Capacitação em Software.

Em contrapartida, alunos de escolas técnicas e Universidades da área de TI têm a chance de passar por aprendizado gratuito e ainda ingressar no mercado de trabalho após a conclusão das aulas. O Centro de Capacitação Profissional foi criado em parceria com a Fundação Instituto Polo Avançado de Saúde – FIPASE e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia.

Assista ao vídeo com depoimentos de alguns dos 150 alunos já formados pelo PISO e que atualmente estão inseridos no quadro de colaboradores de empresas associadas:

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