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Vai sobrar emprego para estes 6 profissionais de TI em 2018

Confira as carreiras promissoras na área de tecnologia para 2018, segundo a expectativa de cinco consultorias de recrutamento

Ainda que o setor de tecnologia da informação seja um dos menos afetados pela crise, o mercado brasileiro de trabalho nesse segmento não passa incólume pela tormenta.

Fuga de profissionais e sucateamento do conhecimento na área de TI são consequências visíveis da retração econômica, segundo Antonio Loureiro, CEO da Conquest One.

Com os primeiros sinais visíveis de retomada em setembro, a perspectiva é de falta de pessoas qualificadas em 2018. “Vai faltar gente em todas as áreas. A boa notícia é que esta é uma excelente oportunidade para quem quer investir e conhecer novas tecnologias. É um mercado imenso para quem quer se aperfeiçoar”, diz Loureiro que prevê que os próximos cinco anos serão promissores para a área de capacitação.

O executivo diz que profissionais que vão além das especializações, com foco na experiência do usuário e domínio de inglês terão maior chance de destaque.

Especificamente para o próximo ano, Loureiro e especialistas na área de TI apontam como “quentes” carreiras ligadas a ciência de dados, arquitetura, análise e desenvolvimento de sistema, realização de testes em software, segurança e qualidade de plataformas, computação em nuvem.

A lista abaixo de profissionais que devem ser mais disputados foi elaborada a partir das apostas de cinco consultorias de recrutamento, Conquest One, Catho, Robert Half, Exec e Michael Page.

1. Engenheiro ou cientista de dados

O que faz: une a visão de negócios à percepção estatística. É responsável por solucionar problemas do negócio com técnicas de orientação a dados, bem como detectar tendências que podem ajudar nos resultados. “O cientista de dados é considerado a nova geração de especialistas em análise de dados”, diz Loureiro.

Perfil: boa parte das companhias identificam como habilidades essenciais o conhecimento em matemática, estatística, processamento de linguagem, hardware, software e visão de negócios.

Por que está em alta: as empresas querem se posicionar de forma mais estratégica e trabalho do cientista de dados é essencial nesse contexto. A carreira apareceu como aposta das cinco consultorias pesquisadas.

2. Segurança da informação

O que faz: é responsável pela manutenção e saúde de dados internos e sigilosos e pela prevenção de fraudes e vazamentos de informações. Sua principal meta é criar um ambiente seguro para a transmissão de dados. 

Perfil: atualização constante sobre novas ameaças e métodos de prevenção de fraudes é a principal característica. Segundo a equipe da Robert Half, profissionais que participem de comunidades hackers, de segurança da informação e de testes de invasão são mais cobiçados.

Por que está em alta: ataques hacker não são novidade, mas recentemente ganharam proporção e sofisticação. A difusão da armazenagem de dados em nuvem também dá destaque para a carreira porque exige medidas de segurança de dados. O profissional de segurança da informação está em alta em todo o planeta.

3. Analista de Business Intelligence (BI)

O que faz: coleta dados e informações com o objetivo de identificar problemas e oportunidades de negócio. É responsável pela modelagem dos dados que serão extraídos, tratados e transformados.

Perfil: habilidade de trânsito entre a área técnica e a de negócios da empresa é o principal requisito. A capacidade de manipulação dos dados focada no segmento e objetivos do negócio é o que diferencia o profissional, segundo a equipe da Robert Half.

Por que está em alta: “pensando em ambientes com cenário econômico complexo, a resposta à análise inteligente dos dados pode indicar tendências importantes para os negócios”, diz Antonio Loureiro, da Conquest One.

4. Scrum Master

O que faz: gerencia times voltados para metodologias ágeis, que são processos mais objetivos dentro de equipes de desenvolvimento e menos burocráticos.

Perfil: objetivo, analítico e gestor, segundo a equipe da Robert Half, que aposta nessa carreira. É que além de afinidade com tecnologia, o profissional também precisa saber lidar com pessoas e ser bom de comunicação. Certificação na metodologia Agile é um aspecto importante, segundo o time da EXEC, que identifica alta demanda por “agile experts” no mercado.

Por que está em alta: metodologias ágeis e reestruturações digitais são cada vez mais difundidas, sobretudo em empresas mais antigas no mercado.

5. Gerente de Expansão de TI

O que faz: dá o direcionamento da abordagem da empresa em relação à utilização de dados, tecnologia e infraestrutura.

Perfil: conhecimentos de engenharia, design, análise, gerenciamento de produtos, operações e marketing são necessários para que ele projete e execute iniciativas de crescimento com base em tecnologia e desenvolvimento digital.

Por que está em alta: a demanda por esse tipo de profissional começou nas startups e migrou para empresas maiores interessadas em usar dados para alavancar resultados.

6. Arquiteto de soluções

O que faz: design da estrutura de grupos de informações, organização e rotulação de sites, intranets, comunidades. Seu objetivo é facilitar a experiência e a obtenção de informações.

Perfil: entender do negócio da empresa é característica essencial para esses profissionais.

Por que está em alta: experiência do usuário é um diferencial competitivo para as empresas e arquitetos de soluções atuam diretamente na interface com ele usuário.

Fonte: https://exame.abril.com.br/carreira/vai-sobrar-emprego-para-estes-6-profissionais-de-ti-em-2018/

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Dez tendências tecnológicas estratégicas para 2018, segundo o Gartner

Inteligência Artificial, Realidades Virtual e Aumentada, além de tecnologias relacionadas com Internet das Coisas são avanços para manter permanentemente no radar

 

O Simpósio do Gartner/ITxpo 2017, realizado na semana passada em Orlando, nos Estados Unidos, serviu de palco para o anúncio das principais tendências tecnológicas estratégicas que poderão afetar a maioria das organizações em 2018.

Uma “tendência tecnológica estratégica” é algo que tem um potencial disruptivo elevado e que está começando a sair do estado emergente ou algo que apresenta uma evolução de crescimento acelerada com um nível elevado de volatilidade e que deverá atingir um pico durante os próximos cinco anos, explicam os analistas da consultoria.

“As 10 tendências tecnológicas estratégicas para 2018 estão relacionadas fundamentalmente com o ecossistema de Inteligência Digital. IA estará na base de todos os negócios digitais”, diz David Cearley, vice-presidente, analista e parceiro do Gartner. “Os líderes de TI têm de ter em conta estas tendências tecnológicas nas suas estratégias de inovação ou correm o risco de perder terreno para aqueles que o fizerem”, afirma o executivo.

As primeiras tendências tecnológicas estratégicas para 2018 estão relacionadas com a Inteligência Artificial e a aprendizagem automática e o modo como estão se infiltrando em praticamente tudo, representando uma área de concorrência forte para os fabricantes de tecnologia nos próximos cinco anos. As quatro tendências seguintes focam-se na mistura entre os mundos digitais e físicos para criação de um ambiente imersivo e digitalmente enriquecido. Finalmente, as três últimas dizem respeito à exploração das relações entre pessoas e empresas, dispositivos, conteúdos e serviços para disponibilizar negócios digitais.

1 – Alicerces da IA
Criar sistemas que aprendem, adaptam-se e agem potencialmente de forma autônoma será um dos principais campos de batalha para os fabricantes de tecnologia, até pelo menos 2020. A capacidade de utilizar a IA para melhorar a tomada de decisões, reinventar modelos e ecossistemas de negócio e melhorar a experiência do consumidor vai começar a compensar as iniciativas digitais até 2025.

“As técnicas de IA estão evoluindo rapidamente e as organizações vão precisar investir significativamente em competências, processos e ferramentas para poder explorar essas técnicas com sucesso e construir sistemas melhorados de IA”, diz Cearley. “As áreas de investimento podem incluir a preparação e integração de dados, algoritmos e seleção de metodologias de criação e treinamento de modelos. Múltiplas disciplinas, incluindo Ciência de Dados, programação e gestão do negócio vão precisar de trabalhar juntas, em harmonia.”

2 – Aplicações e análise inteligentes
Durante os próximos anos, virtualmente todas as aplicações, fixas ou móveis, além dos serviços, vão incorporar algum tipo de Inteligência Artificial. Algumas das apps não poderão existir sem a IA e o Machine Learning. Outras serão utilizadores discretos de IA, atuando nos bastidores.

As apps inteligentes criarão uma nova camada intermediária de inteligência entre as pessoas e os sistemas e terão o potencial de transformar a natureza do trabalho e a estrutura do local de trabalho.

“Explorar as apps inteligentes é uma forma de aumentar a capacidade humana e não apenas uma forma de substituir as pessoas”, diz Cearley. “A ‘analítica aumentada’ é uma área de crescimento particularmente estratégica,  que  começará a tirar partido do Machine Learning para automatizar a preparação de dados, a descoberta de visões aprofundadas  e o compartilhamento das mesmas com um maior número de usuários de negócio, trabalhadores operacionais e cientistas de dados.

A IA constitui o próximo grande desafio em um vasto conjunto de segmentos de software e serviços, incluindo temas  da gestão do negócio (como os ERPs). Os fornecedores de software e serviços em pacote devem delinear a forma como vão utilizar a IA para acrescentar valor de negócio em novas versões na forma de análise avançada, processos inteligentes e experiência avançada do usuário.

3 – Coisas “inteligentes”
As coisas inteligentes são objetos físicos, mas que vão além da execução de modelos de programação rígidos, e tiram partido da IA para suportar os seus funcionamentos avançados e  interagir mais naturalmente com sistemas e pessoas. A IA está contribuindo para o desenvolvimento de novas coisas inteligentes (automóveis autônomos, robôs ou drones) e para melhorar as capacidades de coisas que já existem (tal como a Internet das Coisas ligou o consumidor aos sistemas fabris). Saiba mais: Veja com a SONDA 5 maneiras de utilizar a Internet das Coisas no varejo Patrocinado 

Atualmente, a utilização de veículos autônomos em ambientes controlados (agricultura ou mineração) é uma área de crescimento acelerado das coisas inteligentes. Até 2022, iremos provavelmente ver exemplos de veículos autônomos em estradas bem delimitadas e controladas, mas a utilização generalizada irá, incialmente, obrigar a ter alguém no lugar do condutor em caso de falha inesperada da tecnologia”, considera Cearley. “Pelo menos nos próximos cinco anos, antecipamos o domínio de cenários semi-autônomos, híbridos, que obrigarão a ter um condutor humano. Durante este período, os fabricantes vão continuar a testar a tecnologia, ao mesmo tempo que as matérias não-tecnológicas, como as questões legais e de aceitação cultural, vão sendo acauteladas”.

4 – Gêmeo digital
O gêmeo digital diz respeito à representação digital de uma entidade ou sistema do mundo real. No contexto da internet das Coisas, os gêmeos digitais são particularmente promissores nos próximos três a cinco anos.

Estes gêmeos digitais estão interligados com as suas partes no mundo real e são utilizados para compreender o estado das coisas ou dos sistemas, dar respostas a mudanças, melhorar operações e adicionar valor.

Em um primeiro momento, as organizações vão implementar gêmeos digitais e, gradualmente, fazê-los evoluir, melhorando a capacidade de coletar e visualizar os dados corretos, aplicar as regras e análises corretas e dar respostas eficazes aos objetivos do negócio.

“Com o tempo, as representações digitais de, virtualmente, todos os aspectos do nosso mundo, estarão dinamicamente conectados com a sua versão no mundo real, e uma com a outra, e terão capacidades de IA integradas para permitir simulações, operações e análises avançadas”, explica Cearley. “Quem planeja as cidades, os ‘marketeers’ digitais, os profissionais de saúde e os gestores industriais vão beneficiar desta mudança de longo prazo rumo à integração ptoporcionada pelos gêmeos digitais”.

5 – Da Cloud às extremidades
A Edge Computing descreve uma tipologia de computação em que o processamento da informação, a coleta e a distribuição de conteúdos estarão próximas das fontes de informação. Os desafios de conectividade e latência, constrangimentos de largura de banda e funcionalidades de maior dimensão estão inseridas nas extremidades dos modelos distribuídos.

As empresas devem começar a usar normas de design para suportar a computação nos extremos das redes, nos seus modelos para a arquitetura de infraestrutura, especialmente aquelas com uma quantidade significativa de elementos de IoT.

Apesar de muitos olharem para a  Cloud e a Edge Computing como abordagens concorrentes, elas são complementares. A Cloud envolve um estilo de computação em que as capacidades tecnológicas escaláveis e elásticas são disponibilizadas como serviços e que não obriga necessariamente a um modelo centralizado.

“Quando utilizados como conceitos complementares, a cloud pode ser o tipo de computação utilizado para criar um modelo orientado para o serviço e uma estrutura de coordenação e controle centralizadas, com a Edge sendo utilizada em um modo de entrega para execução de processos distribuídos e desconectados, em determinados aspectos, do serviço cloud”, assinala Cearley.

6 – Plataformas de conversação
As plataformas de conversação vão levar à próxima mudança de paradigma na forma como as pessoas interagem com o mundo digital. A responsabilidade de traduzir intenções passa do usuário para o computador.

A plataforma recebe a questão ou o comando do usuário e responde executando algumas funções, apresentando algum conteúdo ou pedido informações adicionais. Ao longo dos próximos anos, as interfaces de conversação bem desenhadas vão tornar-se um dos principais objetivos na produção de aplicações, para melhorar a interacção com os usuários e serão distribuídas através de hardware dedicado, funcionalidades “core” nos sistemas operacionais, plataformas e aplicações.

“As plataformas conversação atingiram um ponto de inflexão em matéria de compreensão da linguagem e intenções básicas dos usuários, mas ainda é pouco”, diz Cearley. “O desafio que as plataformas de conversação enfrentam está relacionado com o fato de os usuários terem de se comunicar de forma muito estruturada. O que é, muitas vezes, uma experiência frustrante. O principal diferencial das plataformas  será a robustez dos seus modelos de conversação e da interface da aplicação e modelos de eventos utilizados para acessar, invocar e orquestrar serviços de terceiros para disponibilizar resultados complexos”.

7 – Experiência imersiva
Enquanto as interfaces conversação estão mudando a forma como as pessoas controlam o mundo digital, as Realidades Virtual, Aumentada e Misturada (ou Combinada, segundo a Intel) estão mudando a forma como as pessoas entendem e interagem com o mundo digital. Os mercados de Realidade Virtual (RV) e Aumentada (RA) são ainda nascentes e fragmentados.

O interesse é elevado, o que resulta em muitas novidades na área de aplicações de RV que se traduzem em um valor de negócio relativamente baixo, exceto nos sistemas de entretenimento avançado, como o dos videogames e vídeos de 360º. Para conseguir lucros tangíveis reais, as empresas devem examinar cenários específicos da vida real em que a RV e a RA podem ser aplicadas para tornar os empregados mais produtivos e melhorar os processos de desenho, formação e visualização.

A Realidade Misturada, por sua vez, como tipo de imersão que funde e alarga as funcionalidades técnicas da RA e da RV, está ganhando terreno,  melhorando a forma como as pessoas vêem e interagem com o seu mundo. A Realidade Misturada é abrangente e tira partido de dispositivos como capacetes e óculos, mas também de aplicações de RA em smartphones e tablets e ainda sensores de ambiente.

A Realidade Misturada pode abranger tudo o que diz respeito à percepção e interação das pessoas com o mundo digital.

8 – Blockchain
A tecnologia de Blockchain está evoluindo de uma infraestrutura de criptomoeda para uma plataforma de transformação digital. É um afastamento radical das atuais transacções centralizadas e sistemas para guardar registos e pode servir de base para negócios digitais disruptivos, tanto para empresas estabelecidas como para startups. Transformação digital: Descubra com a TOTVS como aplicá-la no seu negócio Patrocinado 

Embora a promoção exacerbada que envolve a Blockchain tenha sido originalmente focada na indústria de serviços financeiros, a tecnologia pode ter muitas aplicações potenciais, incluindo na Administração Pública, Saúde, indústria fabril , distribuição de mídia, verificação de identidades, registo de títulos e cadeias de abastecimento.

Apesar de ser uma promessa de longo prazo e de as tecnologias associadas serem ainda imaturas, O Blockchain será uma realidade nos próximos dois a três anos, e irá, sem dúvida, criar disrupção, diz o Gartner.

9 – Foco nos eventos
Central nos negócios digitais é a ideia de que as empresas estão sempre prontas explorar novos momentos. Os eventos de negócio podem ser qualquer coisa assinalada digitalmente, e que refletem mudança de estado. Por exemplo, a conclusão de uma ordem de compra.

Com o uso de corretores de eventos, IoT, Cloud Computing, Blockchain, gestão de dados in-memory e Inteligência Artificial, os eventos podem ser detectados mais rapidamente e analisados com mais detalhe. Mas a tecnologia por si só, sem mudança cultural e na liderança, não consegue entregar a totalidade do valor do modelo focado em eventos.

Os negócios digitais criam a necessidade de uma mudança nos líderes de TI, responsáveis por planejamento, e nos arquitetos, que têm de envolver-se no pensamento por evento.

10 – Adaptação continua do risco e da confiança
Para fazer avançar, em segurança, iniciativas de negócio digital em um mundo de ataques avançados e direcionados, os líderes de segurança e gestão de risco devem adotar uma abordagem de avaliação contínua de risco e confiança  que permite a tomada de decisões baseadas na confiança e no risco em tempo real com respostas adaptadas. As infraestruturas de segurança têm de se adaptar em qualquer lugar para tirar partido da oportunidade – e gerir os riscos – que advém da disponibilização de segurança que se move à velocidade do negócio digital.

Como parte da abordagem CARTA, as organizações têm de ultrapassar as barreiras que existem entre as equipes de segurança e as de aplicações, através, por exemplo, de processos e ferramentas de DevOps, que mitigam as barreiras entre o desenvolvimento e as operações. Os arquitetos de segurança de informação devem integrar os testes de segurança em múltiplos pontos nos fluxos de trabalho DevOps, de forma colaborativa, de modo transparente para os programadores e que preserve o trabalho de equipe, a agilidade e velocidade das DevOps e agilize os ambientes de desenvolvimento, disponibilizando “DevSecOps”.

A CARTA também pode ser aplicada nos processos de execução com abordagens como tecnologias de ilusão. Avanços em tecnologias como as de virtualização e de redes definidas por software tornaram mais fácil a implantação, gestão e monitoração de “honeypots” adaptativos,  o componente básico de mecanismos baseados em rede, para iludir atacantes.

Fonte: CIO from IDG – http://cio.com.br

 

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Evento homenageia alunos de 2017 que ingressaram no mercado de trabalho

Aconteceu hoje, 12 de dezembro, a entrega dos certificados de 80 alunos que se formaram em 2017 nos cursos de capacitação do Polo Industrial de Software de Ribeirão Preto. Todos já se encontram no mercado de trabalho, atuando na Consinco, empresa associada ao polo.

“Esse evento simbólico foi feito para valorizar a conclusão dessa nova etapa na vida de todos esses alunos, que estão encarando o desafio que é estarem inseridos no mercado de trabalho. Nós sabemos dos esforços para que todos chegassem até aqui”, disse Flávio de Barros, presidente do PISO e da Consinco, durante o evento.

O ex-aluno Diego Lidovero, de 33 anos, conta que estava fora do segmento de Tecnologia há cerca de 10 anos e viu nos cursos do PISO a oportunidade de se reinserir no mercado de trabalho visto que por falta de experiência, não encontrava oportunidades. “A área de TI depende de uma mão de obra específica e muito qualificada e, por isso, os cursos favorecem quem está começando, adequando a capacitação de cada um às reais necessidades do mercado”, afirma. Formado em Análise de Sistemas, Diego está trabalhando atualmente como programador.

Victor Zanoello, de 19 anos, ainda cursa Análise e Desenvolvimento de Sistemas mas já está atuando na área de PDV da Consinco. “Esse é meu primeiro trabalho e está sendo uma experiência fantástica estar em uma empresa tão grande, com tantas carteiras de clientes e regras de negócio. Sem dúvida está proporcionando meu crescimento profissional e pessoal de forma sem igual”, complementa.

O evento contou também com a participação do consultor de Treinamentos da Consinco, Saulo Sousa, com a gerente de RH da empresa, Nanci Erthal e com a CEO do PISO, Andresa Cantolini. “São todos vitoriosos. Imagine que quem está recebendo estes certificados agarrou a oportunidade desejada por centenas de inscritos. São merecedores por eficiência e esforços”, declarou Andresa.

As inscrições para os próximos cursos do PISO em parceria com o SEPROSP que acontecem em 2018 já estão abertas. São gratuitos, contam com bolsa-auxílio e são a chance para que dezenas de alunos ingressem no mercado de trabalho. Saiba mais detalhes aqui: http://piso.org.br/2018-tera-inicio-com-dois-cursos-gratuitos-do-piso-saiba-como-se-inscrever/

 

 

 

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O que é ITIL e para que serve?

A necessidade de oferecer um serviço de qualidade em TI é evidente: o mercado exige isso visto que a tecnologia está cada vez mais alinhada com as estratégias do negócio. Desta forma, modelos e boas práticas para direcionar a gestão da TI nas empresas se tornam fundamentais.

Criado no fim dos anos 1980 pela Central Computer and Telecommunications Agency, o framework Information Technology Infrastructure Library (ITIL) é uma das principais referências mundiais para o gerenciamento eficiente de serviços de TI, contemplando todas as áreas de uma organização, tanto táticas quanto operacionais – e reconhecido mundialmente como referência de boas práticas no universo de TI.

Em resumo, o ITIL surge para garantir uma gestão eficaz cujo maior beneficiado é o cliente, que receberá serviços em conformidade com suas reais necessidades, contando com segurança, confiabilidade, bom desempenho e qualidade. Isso acontece pois o ITIL promove melhorias na produção e na prestação de serviços, gerando uma consequente satisfação do cliente. Com a biblioteca (assim chamada por possuir 5 livros complementares um ao outro) também é possível obter ajuda na melhor utilização dos recursos, o que acarreta em redução de custos.

As empresas que aderem às boas práticas, recebem ainda em troca, dentre tantas vantagens, melhor gestão de riscos do negócio e maior clareza de papéis e responsabilidade das equipes envolvidas.

 

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Feedback não é para ser traumático

Feedback malfeito é motivo para os funcionários sentirem-se desprestigiados e desrespeitados

Já vi indivíduos traumatizados por conta de um feedback. No caso mais grave, conheci uma pessoa que teve uma hemorragia provocada pelo estresse de um feedback feito de maneira torturante: ela tinha de ficar de frente para uma parede e de costas para seu chefe e colegas de trabalho que lhe dariam os “feedbacks”, e ela só podia ouvir. Não sei quem foi o idealizador dessa prática infeliz, mas, para minha surpresa, foi aplicada até mesmo em empresas juniores no Brasil.

Um feedback malfeito é motivo para os funcionários sentirem-se desprestigiados e desrespeitados. Nos casos mais graves, causam estresse e doenças.

Essa é a competência de liderança que requer mais atenção a métodos, muito treino e experiência.

A intenção do feedback negativo é interromper um comportamento que não está de acordo com o propósito da empresa, do departamento ou de uma tarefa. Nunca pode ser utilizado para o gestor desabafar sua raiva ou frustrações em cima do empregado.

Sempre deve ser feito em particular e seguir uma estrutura que esclareça qual propósito não foi cumprido, que ação específica resultou na necessidade do feedback e qual compromisso o funcionário estabelecerá para que esse ato não volte a acontecer.

Deve ser um diálogo firme, mas feito com muita educação e domínio emocional dos envolvidos: gerente e funcionário.

A principal função de um líder é desenvolver outros líderes, e o feedback é uma ferramenta para isso. Quando bem aplicado, amadurece o funcionário, recupera aquele que está saindo dos trilhos e lhe dá clareza a respeito do que se espera dele.

Por isso a necessidade de método e muito treino nessa competência.

O importante é que todos estejam informados e seguros de suas responsabilidades. E sejam alertados quando isso não ocorre.

Ninguém consegue gerar resultados duradouros sendo desrespeitado continuamente. Portanto, se quisermos entregar com excelência os produtos aos clientes, e o resultado aos acionistas, temos de ajudar nossos funcionários a trabalhar com os mais altos padrões, mas em um ambiente de respeito e camaradagem. Principalmente nos momentos de feedback.

Vamos em frente!

 

Sílvio Celestino

Consultor Organizacional e Senior Partner da Alliance Coaching

Fonte: https://olhardigital.com.br/pro/colunistas/silvio_celestino/2017/10/

 

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