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PISO abre mais dois cursos para formação de programadores

Programa oferece bolsa ao aluno e a oportunidade de ingressar no mercado de trabalho

No mês de junho, o Polo Industrial de Ribeirão Preto – PISO, está abrindo as inscrições para dois cursos de formação de programadores dentro das ações de auxílio às empresas associadas para se desenvolverem técnica e estrategicamente.

Os cursos gratuitos fazem parte da programação do Centro de Capacitação Profissional que foi criado em parceria com a Fundação Instituto Polo Avançado de Saúde – FIPASE e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia e conta com o apoio financeiro do SEPROSP – Sindicato das Empresas de Processamento de Dados e Serviços de Informática do Estado de São Paulo e

Para participar, é necessário ter mais de 18 anos, ser aluno das FATECs e ETECs e Universidades de Ribeirão Preto e região, matriculados em cursos relacionadas à Tecnologia da Informação, com fundamentos em lógica de programação e estar fora do mercado de trabalho. Os candidatos selecionados para participação do programa receberão uma bolsa no valor de R$400,00 enquanto durar o treinamento presencial – para isso, o aluno deve apresentar 100% de presença no curso.

O programa conta com 40 vagas e é composto por uma avaliação técnica com curso e avaliação e-learning (primeira seletiva), seguida do processo seletivo com avaliação comportamental, treinamentos, vivência prática e análise de desempenho e, por último, possíveis contratações pelas empresas associadas.

Os interessados devem se inscrever através das escolas parceiras do programa (FATEC´s Ribeirão Preto, Mococa e Taquaritinga e ETECs Batatais e Ribeirão Preto) ou diretamente neste site: http://piso.estudaronline.com.br. A taxa de inscrição é de R$ 25,00 para aquisição das apostilas para o treinamento e-learning, que estão sendo subsidiadas em 75% pelo Polo Industrial, já que custam R$ 100,00 cada.

Além de driblar a escassez de mão de obra do mercado de Tecnologia da Informação, o programa do PISO objetiva também a captação de talentos, oferecendo oportunidades de aprendizado teórico e prático, em diversas situações e áreas. “O jovem adquire conhecimento, desenvolve habilidades e comportamentos fundamentais para sua carreira e, desta forma, as empresas ganham com estes novos profissionais”, enfatiza Andresa Cantolini, gerente do Polo.

O PISO está localizado no Supera Parque – Av. Dra. Nadir Aguiar, 1805 – Prédio II Bairro: Paulo Gomes Romeu – Ribeirão Preto – SP – www.piso.org.br (16) 3315-9912 | 3515-9903

 

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Presidente do SEPROSP participa de cerimônia de entrega de certificados aos alunos do Curso de Suporte realizado no PISO

Aconteceu na última sexta-feira, dia 01 de abril, a formatura dos alunos do Curso de Suporte – Atendimento ao Cliente, promovido pelo PISO em parceria com o SEPROSP e promovido através do Centro de Capacitação Profissional em Software, uma realização da Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo em parceria com a Fipase.

O presidente do SEPROSP, Luigi Nese, prestigiou o evento, em meio à agenda cheia de compromissos. Ele agradeceu ao PISO pelo trabalho realizado, já que todos os alunos que concluíram o curso, conquistaram uma vaga no setor de TI, uma das premissas da iniciativa. “Espero que vocês tenham captado todo o conhecimento transmitido pelos instrutores e absorvido o perfil que o segmento procura, e que cresçam junto dele”, falou Nese aos estudantes.

O presidente do PISO, Flávio de Barros, também esteve na cerimônia de entrega de certificados. Em seu discurso, lembrou os jovens que esta é apenas uma etapa em suas vidas profissionais que se inicia e fez questão de salientar que no momento desfavorável do cenário econômico brasileiro, que aponta para o desemprego, eles terminam o curso com a Carteira de Trabalho assinada.

Realizado entre os meses de janeiro e março, totalizando 246 horas de carga horária, o curso recebeu alunos de Fatecs, Centros de Formação e Faculdades de Tecnologia da Informação, de Ribeirão Preto e região, que tiveram a oportunidade de qualificar-se para o tão concorrido mercado de trabalho.

Também estiveram no evento, a gerente do PISO, Andresa Zamoner, a gestora de RH da Consinco – empresa apoiadora da iniciativa e que contratou alguns dos alunos – Nanci Erthal, além dos instrutores do curso Antônio Jr, Flávio Simões e Saulo de Sousa.

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Curso de Suporte termina com ótimo aproveitamento dos alunos

Nesta quinta-feira, dia 31 de março, acontecerá a cerimônia de Formatura dos alunos participantes do Curso de Suporte – Atendimento ao Cliente, do PISO – Polo Industrial de Software.

Realizado entre os meses de janeiro e março, totalizando 246 horas de carga horária, o curso recebeu alunos de Fatecs, Centros de Formação e Faculdades de Tecnologia da Informação, que tiveram a oportunidade de qualificar-se para o tão concorrido mercado de trabalho.

Na primeira etapa, o instrutor e analista de Projetos, Antônio Jr, abordou a disciplina ERP Comercial Básico Varejo. Na segunda etapa, os alunos tiveram aulas sobre ERP Financeiro, com o instrutor e consultor de Atendimento, Flávio Simões. E, na terceira e última etapa, o tema estudado foi SQL Básico, cujas aulas foram ministradas pelo instrutor e consultor de Treinamentos/Atendimento, Saulo de Sousa.

Com média de aproveitamento acima de 85%, o curso de Suporte foi uma iniciativa do PISO em parceria com o SEPROSP e promovido através do Centro de Capacitação Profissional em Software, uma realização da Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo em parceria com a Fipase.

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Banco de horas é tema de workshop no PISO

Após ministrar workshop sobre as alterações da Convenção Coletiva 2016, ocorrida em fevereiro no PISO, a advogada Mauricélia José Ferreira Hernandez, voltou ao Polo, desta vez para trabalhar junto aos empresários associados o workshop “Banco de Horas”.  O evento aconteceu no último dia 11 de março.

O banco de horas é um sistema de compensação de horas, que leva em conta crédito (horas trabalhadas a mais) e débito (horas trabalhadas a menos: faltas, atrasos, etc), que beneficia tanto empresa quanto empregado.

“Contudo, se não forem observadas as formalidades determinadas pela Lei (CLT) e em acordos ou convenções coletivas, esse sistema pode ser anulado pela Justiça do Trabalho, trazendo ônus para as empresas”, explica Dra. Mauricélia.

Dessa forma, o workshop teve como principal objetivo mostrar ao empresário de do setor de Tecnologia da Informação as situações em que esse sistema de compensação pode ser anulado pela Justiça do Trabalho, resultando em prejuízo financeiro, uma vez que as horas destinadas à compensação terão de ser remuneradas.

“Essas situações foram apresentadas com base em julgados dos tribunais do trabalho, com exposição de casos pontuais de nulidade do banco de horas, casos esses, que ocorrem no dia a dia das empresas que se utilizam desse sistema”, revela a advogada.

Com base nessas informações, entre os assuntos destacados no workshop estiveram: regras a serem observadas, como limite de horas extras e prazo da compensação; como proceder nas rescisões contratuais; situações (polêmicas) em que o banco de horas é anulado pela Justiça do Trabalho; aplicação ou não da Súmula 85, TST e Jurisprudência atual dos tribunais.

O evento gratuito foi direcionado aos associados do PISO e faz parte de uma série de encontros promovidos pelo Sindicato das Empresas de Processamento de Dados e Serviços de Informática do Estado de São Paulo – SEPROSP com o objetivo de oferecer Assessoria Jurídica aos empresários de TI, para que eles se adequem às demandas propostas na Convenção Coletiva de Trabalho.

A partir destes encontros, inclusive, formou-se o Grupo de melhores práticas de RH, do qual fazem parte empresários-associados. O tema e data para o próximo workshop serão divulgados em breve.

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Convenção coletiva é discutida no PISO: esclareça suas dúvidas

Aconteceu em fevereiro no PISO uma apresentação aos empresários associados sobre as alterações da Convenção Coletiva 2016, com vigência de 01 de janeiro a 31 de dezembro, ministrada pelo presidente do Polo, Flávio de Barros, e pela advogada Mauricélia José Ferreira Hernandez.

Este ano, houve uma característica especial no reajuste salarial dos funcionários negociado com o Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia da Informação do estado de São Paulo (Sindpd): o mesmo foi definido a ser pago em duas etapas, a primeira, de 8,5% em janeiro e diferença, de 2,17% em novembro, suscitando diversas dúvidas nos empresários.

Segundo a assessoria jurídica, o percentual de 8,5% deverá incidir sobre os salários de 01/01/2015, no período de 01/01 a 31/10/16; a diferença, deverá incidir sobre os salários de 01/01/15, no período de 01/11 a 31/12/16. “Sem dúvida, esse faseamento não será tão simples, haja vista as inúmeras peculiaridades que ocorrem diariamente na área de pessoal das empresas, como por exemplo, dispensas, pedido de demissão, afastamento, etc.”, comenta Mauricélia.

A advogada explica que se o empregado se desligar do quadro de pessoal da empresa, sobre as verbas rescisórias, deverá ser aplicado o percentual de 10,67%, deduzindo eventual índice já aplicado. Consta na negociação, que o percentual de 10,67% deverá ser aplicado sobre 1/3 das férias. “Entretanto, foi praticamente consenso entre os participantes, que esse percentual deverá ser aplicado não só sobre o adicional de férias (1/3), mas sobre o valor das férias propriamente ditas, a fim de evitar confusões”, complementa a consultora jurídica.

Quanto ao acerto do banco de horas, deverá ser obedecido o salário do momento da apuração, já que o índice de reajuste foi estipulado “em fases”. Exemplo: a empresa faz o fechamento do banco de horas em setembro para pagamento em outubro, deverá respeitar o salário de setembro. Já se o fechamento ocorrer em novembro, ela deverá aplicar o percentual de reajuste que ficou para aquele mês e efetuar o pagamento no mês seguinte.

Já no caso do vale-alimentação/refeição, não houve grandes dúvidas, eis que deverá ser pago o valor mínimo de R$16,60, por dia e por 22 (vinte e dois) dias por mês, de forma antecipada, para os trabalhadores que cumprem jornada de oito horas diárias.

“Uma vez assinada a convenção coletiva 2016, esse encontro veio para esclarecer os empresários para que caminhem em conformidade, sanando as dúvidas relativas às implicações trabalhistas que essas alterações poderão trazer às empresas”, afirma o presidente do PISO, Flávio de Barros.

Do encontro, além da orientação aos empresários sobre as alterações das cláusulas sindicais, ainda surgiu a oportunidade de uma nova frente de trabalho para a discussão de práticas de Recursos Humanos, evento a ser realizado na próxima sexta-feira, 11 de março.

 

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