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O que é ITIL e para que serve?

A necessidade de oferecer um serviço de qualidade em TI é evidente: o mercado exige isso visto que a tecnologia está cada vez mais alinhada com as estratégias do negócio. Desta forma, modelos e boas práticas para direcionar a gestão da TI nas empresas se tornam fundamentais.

Criado no fim dos anos 1980 pela Central Computer and Telecommunications Agency, o framework Information Technology Infrastructure Library (ITIL) é uma das principais referências mundiais para o gerenciamento eficiente de serviços de TI, contemplando todas as áreas de uma organização, tanto táticas quanto operacionais – e reconhecido mundialmente como referência de boas práticas no universo de TI.

Em resumo, o ITIL surge para garantir uma gestão eficaz cujo maior beneficiado é o cliente, que receberá serviços em conformidade com suas reais necessidades, contando com segurança, confiabilidade, bom desempenho e qualidade. Isso acontece pois o ITIL promove melhorias na produção e na prestação de serviços, gerando uma consequente satisfação do cliente. Com a biblioteca (assim chamada por possuir 5 livros complementares um ao outro) também é possível obter ajuda na melhor utilização dos recursos, o que acarreta em redução de custos.

As empresas que aderem às boas práticas, recebem ainda em troca, dentre tantas vantagens, melhor gestão de riscos do negócio e maior clareza de papéis e responsabilidade das equipes envolvidas.

 

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Feedback não é para ser traumático

Feedback malfeito é motivo para os funcionários sentirem-se desprestigiados e desrespeitados

Já vi indivíduos traumatizados por conta de um feedback. No caso mais grave, conheci uma pessoa que teve uma hemorragia provocada pelo estresse de um feedback feito de maneira torturante: ela tinha de ficar de frente para uma parede e de costas para seu chefe e colegas de trabalho que lhe dariam os “feedbacks”, e ela só podia ouvir. Não sei quem foi o idealizador dessa prática infeliz, mas, para minha surpresa, foi aplicada até mesmo em empresas juniores no Brasil.

Um feedback malfeito é motivo para os funcionários sentirem-se desprestigiados e desrespeitados. Nos casos mais graves, causam estresse e doenças.

Essa é a competência de liderança que requer mais atenção a métodos, muito treino e experiência.

A intenção do feedback negativo é interromper um comportamento que não está de acordo com o propósito da empresa, do departamento ou de uma tarefa. Nunca pode ser utilizado para o gestor desabafar sua raiva ou frustrações em cima do empregado.

Sempre deve ser feito em particular e seguir uma estrutura que esclareça qual propósito não foi cumprido, que ação específica resultou na necessidade do feedback e qual compromisso o funcionário estabelecerá para que esse ato não volte a acontecer.

Deve ser um diálogo firme, mas feito com muita educação e domínio emocional dos envolvidos: gerente e funcionário.

A principal função de um líder é desenvolver outros líderes, e o feedback é uma ferramenta para isso. Quando bem aplicado, amadurece o funcionário, recupera aquele que está saindo dos trilhos e lhe dá clareza a respeito do que se espera dele.

Por isso a necessidade de método e muito treino nessa competência.

O importante é que todos estejam informados e seguros de suas responsabilidades. E sejam alertados quando isso não ocorre.

Ninguém consegue gerar resultados duradouros sendo desrespeitado continuamente. Portanto, se quisermos entregar com excelência os produtos aos clientes, e o resultado aos acionistas, temos de ajudar nossos funcionários a trabalhar com os mais altos padrões, mas em um ambiente de respeito e camaradagem. Principalmente nos momentos de feedback.

Vamos em frente!

 

Sílvio Celestino

Consultor Organizacional e Senior Partner da Alliance Coaching

Fonte: https://olhardigital.com.br/pro/colunistas/silvio_celestino/2017/10/

 

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2018 terá início com dois cursos gratuitos do PISO: saiba como se inscrever

O Polo Industrial de Software de Ribeirão Preto – PISO e o Sindicato das Empresas de Processamento de Dados e Serviços de Informática do Estado de São Paulo – Seprosp, iniciaram uma parceria para que 2018 tenha início com diversos cursos de formação profissional na área de Tecnologia da Informação.

Os primeiros deles, um para a área de desenvolvimento e outro para atendimento ao cliente, terão abertas as inscrições em janeiro e o início das aulas em fevereiro de 2018. Para se inscrever, é preciso ter mais de 18 anos, cursar faculdade na área de Tecnologia e não estar no mercado de trabalho. Serão selecionadas 20 pessoas.

Segundo Andresa Cantolini, gerente executiva do Polo, um dos objetivos do fomento de cursos por parte do PISO e do Seprosp é a necessidade de profissionais qualificados para o próprio desenvolvimento do setor. Desta forma, os alunos selecionados para os cursos, poderão ingressar no mercado de trabalho por meio das empresas associadas. “Obviamente isso dependerá muito mais do empenho do aluno do que da demanda das empresas. Em sala, o aluno deve se mostrar preparado para o futuro em uma empresa de TI”, complementa.

Os cursos “Desenvolvedor Desktop” e “Suporte Técnico” são gratuitos e os alunos selecionados ainda recebem uma bolsa-auxílio para transporte. Os editais estão no link abaixo e a inscrição tem um custo de R$ 28. As próximas etapas são um treinamento à distância e, se bem colocado, o inscrito deverá passar por testes psicológicos, entrevistas com gestores e treinamento presencial.

EDITAL PROGRAMA DE TRAINEE – SUPORTE TÉCNICO

EDITAL PROGRAMA TRAINEE – PROGRAMADOR CENTURA (1)

Links das inscrições:

Curso de Desenvolvimento de Software: 
Curso de Consultor De Suporte de Software: 

 

 

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PISO recebe SEPROSP em evento sobre Reforma Trabalhista e Negociação salarial

O PISO recebeu na manhã de hoje a presença do presidente do Sindicato das Empresas de Processamento de Dados e Serviços de Informática do Estado de São Paulo (Seprosp), Luigi Nese, que ministrou palestra sobre os impactos da Reforma Trabalhista para os empresários de TI, enfatizando o papel do Sindicato no apoio às organizações, visto que em 2018 haverá a primeira negociação sindical sob a égide das novas regras.

“Essa nova lei fortaleceu o acordo coletivo de trabalho e para se ter um acordo, é necessário ter dois sindicatos, o patronal e o dos empregados e, com a reforma, acordos podem prevalecer sobre a legislação vigente. Por isso, saliento que os sindicatos estão em processo de fortalecimento”, explica Nese.

Durante o encontro, que recebeu lideranças das empresas associadas ao PISO, além do panorama sobre as articulações entre os órgãos de apoio, foram discutidos também os desafios específicos do segmento de Tecnologia da Informação. “Como entidades ligadas ao SEPROSP, o evento de hoje nos mostrou em como podemos nos mobilizar para poder fazer com que a convenção seja aprovada, gerando maiores benefícios”, afirmou Nelson do Carmo Junior, diretor da associada Vórtice.

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Reforma Trabalhista: entenda as principais mudanças

 

A Reforma Trabalhista sancionada pelo presidente Michel Temer no mês de julho, ainda provoca dúvidas no mundo corporativo, principalmente em se tratando da área de Tecnologia da Informação, caracterizada em algumas circunstâncias por relações trabalhistas bastante peculiares. A advogada Mauricélia José Ferreira Hernandez, especialista em Direito Trabalhista, esclarece no compilado abaixo os principais detalhes que empregadores e empregados devem estar atentos. “As mudanças poderão ser implementadas para todos os ramos empresariais, salientando, entretanto, que tudo dependerá das negociações que serão mantidas e aprovadas entre os sindicatos que representam as categorias economica do empregador e a profisisonal de seus empregados”, salienta.

 

Teletrabalho

 

Uma dessas especificidades da área de TI diz respeito ao teletrabalho, ou homeoffice, bastante utilizado no setor devido à facilidade durantes consultorias externas e regulamentado a partir de então. A advogada explica que esse ponto favorece ambos os lados. “Haverá vantagem para o empregado, que terá uma melhor qualidade de vida e para o empregador, que terá redução de custos fixo, bem como aumento da produtividade do trabalhador, conforme já ficou provado em estudos”, explica.

A especialista explica ainda que no caso do homeoffice, o contrato de trabalho deverá ter discriminadas, de forma pormenorizada, as atividades inerentes à função, devendo constar também como se dará a montagem da infraestrutura necessária à prestação dos serviços, como os equipamentos e mobiliário, especificando de quem será a responsabilidade, bem como ao reembolso de despesas arcadas pelo empregado. Pela Reforma, o empregador deverá instruir os empregados de maneira ostensiva quanto às precauções a tomar a fim de evitar doenças e acidentes de trabalho. Essas instruções deverão constar de termo de responsabilidade, onde o empregado deverá assinar, ciente de que deverá seguir todas as orientações. Por fim, para esta modalidade de contratação, a Lei assegura que os empregados não estarão sujeitos à controle de jornada. “Nessse ponto, alertamos os empregadores para o fato de que, embora a Lei assim disponha, para os empregados em que for possível o controle da jornada, esta deverá ser anotada, para que sejam apuradas e pagas eventuais horas extras”, diz.

 

Compensação de Jornada

 

A nova regulamentação flexibilizou também a compensação de jornada, passando a admitir que sejam firmados acordos entre empresa e empregados, sem a participação do sindicato de classe, para implantação de banco de horas, jornada 12 x 36, bem como para compensação semanal. As alterações mais expressivas relativas à jornada de trabalho foram:  o tempo de serviço computado apenas no momento em que o trabalhador estiver a disposição da empresa, em seu posto de serviço; trabalho intermitente, que é a prestação de serviços em períodos descontínuos e por períodos alternados e outros inativos;  contrato de trabalho a tempo parcial pode ser de 30 horas e não apenas de 25 horas; no intervalo intrajornada, deverá ser pago apenas o tempo não usfruído, sendo que até o momento, a empresa era condenada a pagar uma hora extra a esse título, não importando o tempo que foi descansado. Essa verba, ao contrário do que é atualmente, passa a ter caráter indenizatório e não refletirá nas demais verbas do contrato de trabalho.

 

Acordos de rescisão

 

Com a Reforma trabalhista, existe agora ainda a possibilidade de empregado e empregador fazerem acordos nas demissões, podendo o empregado levantar 80% do FGTS, 50% do aviso prévio, se indenizado; 50% multa do FGT; 100% demais verbas sendo que, desta forma, o  empregado não faz jus ao seguro desemprego. Ainda em relação às rescisões contratuais, a advogada explica que não haverá mais a necessidade de homologação. “O prazo de pagamento pode ocorrer 10 dias após o término do contrato e poderá ser feito em dinheiro, depósito bancário ou cheque visado. Se a rescisão for comunicada aos órgãos competentes, a anotação na CTPS é documento hábil para requerer o Seguro Desemprego e o saque do FGTS”, completa.

 

Ações Trabalhistas

Segundo estatísticas do Tribunal Superior do Trabalho – TST, a Justiça do Trabalho recebeu 3,9 milhões de novos processos em 2016 e atualmente há 2,5 milhões de processos em tramitação no Brasil. A advogada acredita que algumas novas regras ajudarão a inibir ações com pedidos indevidos ou que faltem com a verdade dos fatos.

Uma das novas regras é a presença dos honorários de sucumbência, que serão de 5% a 15% sobre o valor que resultar da liquidação da sentença, do proveito econômico obtido, ou não sendo possível mensurá-lo, sobre o valor atualizado da causa. Ainda antes da RT, não havia regra expressa na Consolidação das Leis do Trabalho quanto à má-fé processual. A partir de 11 de novembro de 2017, a parte que alterar a verdade dos fatos, usar do processo para conseguir objetivo ilegal, provocar incidente manifestamente infundado e etc, poderá ser condenada a pagar uma multa de até 10% sobre o valor da causa. Esta multa também poderá ser aplicada à testemunha que intencionalmente alterar a verdade dos fatos ou omitir fatos essenciais ao julgamento da causa.

 

Assistência judiciaria gratuita

A assistência judiciária gratuita possibilita o ingresso com a ação sem o pagamento de custas de demais despesas processuais. Antes da reforma, bastava o pedido; com a reforma, será necessária a comprovação da necessidade da gratuidade.

Há ainda a previsão de que o benefício da Justiça gratuita poderá ser concedido aos que recebem salário acima de 40% do limite máximo dos benefícios do Regime Geral de Previdência Social, que atualmente é de R$ 5.531,31. Antes da reforma, não havia essa limitação.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa PISO

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