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PISO, FIPASE e Centro Paula Souza unidos em prol da capacitação

O Polo Industrial de Software de Ribeirão Preto – PISO juntamente com a Fundação Instituto Polo Avançado de Saúde, a FIPASE, que gerencia o SUPERA Parque, acaba de fechar uma parceria com o Centro Paula Souza, autarquia do Governo do Estado de São Paulo que administra Escolas Técnicas (ETECs) e Faculdades Técnicas (Fatecs).

A ideia da união das três entidades nasceu do fato de desde 2014 elas já trabalharem juntas no recrutamento de alunos das escolas e faculdades. Com a formalização do convênio atual, multiplicarão as  oportunidades e muito mais estudantes de toda a região poderão participar de capacitações oferecidas pelo PISO e, desta forma, ingressarem ao mercado de Tecnologia da Informação, por meio das empresas associadas.

“Tudo começou com o objetivo de driblar a escassez de mão-de-obra no setor, mas esse é só começo de um projeto maior. Há quase três anos iniciamos uma parceria tímida que deu muito certo, tendo formado mais de uma centena de alunos que já estão construindo uma carreira depois de inseridos no mercado de trabalho. Agora, estamos caminhando para um trabalho cuja maior abrangência será de grande benefício para os estudantes, o Mercado de TI e para a sociedade como um todo”, afirma Andresa Cantolini, diretora executiva do Polo.

Segundo Dalton Siqueira Pitta Marques, gerente de desenvolvimento do SUPERA, a ideia de formalização vem do fato de que a parceria já seguia em prol do desenvolvimento dos dois APLs de Ribeirão Preto, o de Software e o da Saúde. “O setor empresarial, com a participação da Fipase, ajudou na definição dos cursos a serem implantados na Fatec Ribeirão Preto. Isso mostra, também, como o Centro Paula Souza preocupa-se com que seus cursos estejam alinhados às necessidades do mercado de trabalho”, aponta.

Dalton explica ainda que um outro fator que motivou a parceria foi a constatação de que quase a totalidade das pessoas que passavam por formação no Centro de Capacitação Profissional em Software, mantido pelo PISO, era proveniente de Fatecs e Etecs da região. “Ao mesmo tempo, nós, do Supera Parque, vislumbramos o potencial de inovação existente dentro das Fatecs e Etecs. Fomentar, junto com o Centro Paula Souza, o empreendedorismo nesses ambientes pode resultar em projetos que levem novas tecnologias à sociedade e, até, quem sabe, futuramente tornem-se empresas residentes no Supera Parque”.

 

*Na imagem: José Roberto Garbin, diretor da Fatec RP, Antônio Adilton Carneiro, presidente do SUPERA e Flávio de Barros, presidente do PISO.

 

 

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Quais as diferenças entre as gerações X, Y e Z e como administrar os conflitos?

Comparar gerações é muito difícil se pensarmos que antigamente as gerações eram formadas a cada 25 anos, entretanto nos dias de hoje um quarto de século é praticamente um século. As coisas, as relações familiares, de trabalho, etc. mudam cada vez mais rápido. O que não ocorre, no entanto, é a mudança, na mesma velocidade, da mentalidade dos colegas de trabalho.

Consoante a isso, especialistas apontam que a criação de novas classes genealógicas estão surgindo a cada 10 anos. Estas novas classes implicam diretamente na forma de como as novas pessoas agem e consomem produtos e serviços. Estes reflexos impactam diretamente nas empresas, mas não só em vendas, a troca de experiências no ambiente de trabalho entre as gerações, onde os mais velhos apreendem com os mais novos (ou se recusam e geram conflito no escritório), o gerenciamento de conflitos e resolução de problemas hoje é feito em períodos cada vez menores, muito pelo fato dos jovens resolverem mais rapidamente e sempre procurarem a forma mais fácil de ser feita.

Mas o que esperar para o futuro? Como as gerações vão continuar coexistindo e como vão reagir às novas gerações que surgirão? Quais serão as características que essas gerações irão trazer e quais os conflitos que irão vir com elas?

O avanço tecnológico destas três gerações certamente não será o mesmo as próximas que estão por vir. Com a tecnologia vivendo momentos de crescimento exponencial, não podemos prever o que virá. Cientistas afirmam que em 2045 será o ano em que as máquinas terão capacidades próprias, o que especialistas chamam de “singularidade das máquinas”, onde as máquinas poderão fazer as coisas sozinhas, muito melhor e mais rapidamente que qualquer outro ser humano.

Enfim, tentaremos nesse artigo mostrar as características de cada geração, seus conflitos, como afetam o ambiente de trabalho e o que os gestores estão praticando hoje em dia para amenizar estas rusgas.

Geração X

O termo Geração X – criado por Robert Capa, em 1950 – é utilizado para rotular as pessoas nascidas após o chamado “Baby Boom” (década de 20 ~ década de 40), que foi um aumento importante na taxa de natalidade dos Estados Unidos após a Segunda Guerra Mundial. Essa geração inclui aqueles que nasceram no início de 1960 até o final dos anos 70. Por vezes são incluídos também os nascidos até 1982.

Nas palavras do escritor norte-americano John Ulrich, contemporâneo dos Baby Boomers e da geração X, este último grupo sempre foi considerada como um grupo de pessoas jovens, sem identidade aparente, que enfrentariam um mal incerto, sem definição, um futuro hostil. Um futuro pós-guerra, um tempo de incertezas e de guerra fria, de polarização entre o bem e o mal, entre Estados Unidos da América e União Soviética.

Acontece que a geração X cresceu, passou pela fase hippie, teve ideais, esqueceu-se dos mesmos e foi fazer carreira no mercado. Viu surgir computador pessoal, a internet, o celular, a impressora, o e-mail, etc. e viu seu mundo mudar muito. Grande parte da Geração X chegou aos 30, 40 anos e descobriu que para juntar meio milhão e dar entrada, com sorte, num apartamento modesto que irá pagar até seus 60 anos, o caminho é longo e o preço é alto, bem alto, às vezes impagável. À sua volta os filhos crescem, os pais morrem, os sonhos envelhecem e as férias exóticas para a Finlândia, Marrocos ou Jamaica nunca são tiradas.

Hoje, é cada vez mais comum ver estes profissionais “Chutando o balde”, pela internet, inclusive, há vários blogs e canais do YouTube de profissionais até então bem sucedidos, com cargos muito bem remunerados e carreiras consolidados, de mais de 10 anos, em uma grande multinacional que largam tudo para pintar quadros, estudar fotografia, gastronomia, etc. aquilo que os fazem felizes.

Geração Y

Compreendendo aqueles que nasceram em fins dos anos 70 e início dos anos 90, a geração Y, representava, em 2012, cerca de 20% da população global, segundo Afonso Borges, em seu livro “Social Target”.

Foi a geração que desenvolveu-se em uma época de grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica. As crianças da geração Y cresceram tendo o que muitos de seus pais não tiveram, como TV a cabo, videogames, computadores, vários tipos de jogos, e muito mais. Se a geração X viu nascer a internet e a tecnologia, a geração Y já nasceu quando as mesmas estavam plenamente desenvolvidas, cresceram e internalizaram as mesmas desde pequenos.

Segundo pesquisadores que estudam as gerações, a geração Y cresceu rodeada de facilidades oferecidas por seus pais, que obviamente queriam dar uma vida melhor do que aquela que tiveram, para seus filhos. Eles cresceram vivendo em ação, estimulados por atividades, fazendo tarefas múltiplas. Acostumados a conseguirem o que querem, não se sujeitam às tarefas subalternas de início de carreira e por isso lutam por salários ambiciosos desde cedo. É comum que os jovens dessa geração troquem de emprego com frequência em busca de oportunidades que ofereçam maiores desafios e crescimento profissional.

Para alguém da geração X, como seus pais, por exemplo, esta ambição pode ser considerada um ato que demonstra total desinteresse e incerteza no futuro.

Se você é da geração Y, cresceu num mundo digital e está, desde sempre, familiarizado com dispositivos móveis e comunicação em tempo real, como tal, pertence a um grupo de consumidores exigentes, informados e com peso na tomada de decisões de compra. Você faz parte da primeira geração verdadeiramente globalizada, que cresceu com a tecnologia e a usa desde a primeira infância. A Internet é, para você, uma necessidade essencial – afinal, responda-me: Quanto tempo consegue ficar sem ela sem sofrer com a abstinência? – e com base no seu acesso facilitado, desenvolveu uma grande capacidade em estabelecer e manter relações pessoais próximas, ainda que à distância. A tecnologia e os dispositivos móveis permitiram a comunicação entre si como nenhuma outra geração o tinha feito anteriormente, permitindo partilhar experiências, trocar impressões, comparar, aconselhar e criar e divulgar conteúdos, que são o fundamento das redes sociais. Preocupados com o meio ambiente e as causas sociais, têm um ponto de vista diferente das gerações anteriores, que viveram épocas de guerras e desemprego.

Jovens desta geração têm como hábito ser tão multitarefa quanto seu smartphone, podendo, ao mesmo tempo trabalhar em mais de 1 projeto, responder e-mails, acompanhar as notícias através de algum site, conversar com os colegas de trabalho, conversar com os amigos online, ouvir música e dar atenção às redes sociais. Agora imagine explicar isso àquele gestor jubilado da repartição…

Geração Z

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Essa geração, que compreende os nascidos entre o fim de 1992 a 2010, está ligada intimamente à expansão exponencial da internet e dos aparelhos tecnológicos. As pessoas da Geração Z são conhecidas por serem “nativas digitais”, estando muito familiarizadas com a World Wide Web, com o compartilhamento de arquivos, com os smartphones, tablets, e o melhor de tudo: Sempre conectadas.

Se pensarmos um pouco, vamos perceber que integrantes desta geração nunca viram o mundo sem computador. Outra característica essencial dessa geração é o conceito de mundo que possui, desapegado das fronteiras geográficas. Para eles, a globalização não foi um valor adquirido no meio da vida a um custo elevado. Aprenderam a conviver com ela já na infância. Como informação não lhes falta, estão um passo à frente dos mais velhos, concentrados em adaptar-se aos novos tempos.

Os maiores problemas dessa geração são relacionados à interação social. Paradoxalmente, por estarem tão conectados virtualmente, muitos deles sofrem com a falta de intimidade com a comunicação verbal, o que acaba por causar diversos problemas com as outras gerações. Segundo alguns analistas, essa Geração também é marcada pela ausência da capacidade de ser ouvinte.

A Geração Z é um tanto quanto desconfiada quando o assunto é carreira de sucesso e estudos formais, a maioria já não acredita mais em fazer uma só coisa para o resto da vida ou passar sua vida profissional inteira em uma só empresa. Muitos da geração Z, inclusive, trabalham de casa, é o chamado Home Office, seja em um emprego formal em uma empresa liberal ou informalmente, ganhando dinheiro com blogs, mídia, venda de anúncios YouTube, publicidade, etc. Segundo especialistas, poderá haver uma “escassez” de médicos e cientistas no mundo pós-2020 justamente por isso.

Enfim, essa geração tem um grande problema, segundo as demais: É a geração mais fechada de todas, onde cada um está sempre fechado em seu mundo e isolado através de fones de ouvido (seja em ônibus, universidades, em casa, no ambiente de trabalho…). São os que escutam pouco e falam menos ainda. Pelos demais eles podem ser definidos como a geração que tende ao egocentrismo, preocupando-se somente consigo mesmo na maioria das vezes. Para os mais antigos pode parecer que houve uma mecanização do “pessoal do escritório”.

Problemas

Os principais conflitos pelos conflitos das gerações são motivados pelas características tão diferentes entre si.

No ambiente de trabalho, por exemplo, é mais comum ter como gestor um funcionário da geração X, com vários anos de empresa e que já incorporou totalmente os valores e visão da mesma. Ele está no mesmo emprego desde que saiu da faculdade e se um dia perder aquele trabalho, por qualquer motivo que for, sentir-se-á sem rumo.

Este funcionário precisa gerir ao mesmo tempo seu analista (geração Y) que chegou formado há pouco tempo, cheio de novidades, ideias, multiplataforma e também o estagiário (geração Z), ainda na faculdade, introvertido, que só se manifesta quando formalmente convidado para tal e por tudo isso considerado desinteressado.

Como negar que vá haver conflitos nesse ambiente de trabalho? Ele é inevitável. Em uma apresentação de ideias, talvez  o gestor não vá entender todas as tecnologias utilizadas pelos demais, talvez o uso do celular, indispensável para a ocasião, não seja bem visto por ele. Para os demais, mais novos, por muitas vezes uma reunião física é perda de tempo, contraproducente em tempos de Skype e vídeo-conferências.

O surto de criatividade das gerações mais recentes, embora sempre produtivo e enriquecedor poderá ocasionar perda de produtividade se não focado, bem como, as ideias do gestor, por melhores que sejam, podem não ser bem aproveitadas, ou aproveitadas ao máximo, se ele ignorar que há uma tecnologia que facilita o que ele está propondo e se recusar a conhece-la.

Agora imagina outra situação: Sua empresa é liberal e aposta em novos talentos. Por causa disto contratou um novo gerente de repartição de 25 anos, recém formado e cheio de novas ideias. Bom, entre os novos comandados deste gerente estão, entre outros, aquele “exemplar” da geração X que tem de empresa mais tempo que o seu novo chefe tem de idade. Como fazer ele aceitar as novas ordens? Como fazer se adaptar às novas ideias que chegam com ele? As novas tecnologias, etc.?

E aí? Como resolver? Afinal o panorama só tende a piorar, as pessoas se aposentam mais tarde, os jovens ingressam mais cedo e o mundo muda cada vez mais rápido.

Solução

Bom, a tarefa não é fácil, mas segundo especialistas em RH, coachs e demais profissionais que estudam o fenômeno há solução. Abaixo reproduzimos algumas das dicas que Bob Weinstein, da Troy Media dá aos gestores que precisam lidar diariamente com conflitos no escritório:

Entender os diferentes estilos de trabalho: A geração X não gosta de ser gerenciada nos mínimos detalhes, enquanto a geração Y preza por instruções específicas para realizar tarefas. Vale lembrar que, ainda que os mais antigos não apreciem ser monitorados, gostam de saber do processo, entender como tudo é realizado e fazer parte. A geração Y visa mais a estrutura e o resultado final do processo, mas quer tomar suas próprias decisões e fazer conforme entendem ser melhor para o processo. No caminho gostam de receber feedback. Segundo os consultores, portanto, os mais velhos desejam saber o “como”, enquanto os jovens querem saber o “porquê”.

Leve em conta os valores: Cada geração protege seus valores e os conflitos em decorrência disto podem ser uma ameaça a eles. A geração X, por exemplo, ainda no pensamento anti-guerra dos anos 70, valoriza, e muito, o espírito de equipe, cooperação e comprometimento, enquanto a geração Y prefere tomar uma decisão unilateral e agir, de forma isolada. Já a geração Z valoriza equipes abertas e honestas, que colaborem juntas – e gosta de ter muitas opções para escolher entre elas.

Compartilhe percepções: Quando funcionários de duas ou mais gerações estão envolvidos em um conflito no ambiente de trabalho, eles podem estabelecer um bom diálogo compartilhando suas opiniões. Os mais velhos podem sentir a falta de formalidade e o jeito, talvez, ofensivo dos Z, enquanto os jovens podem se sentir desrespeitados se os X não valorizam suas percepções e insights. É válido ter grupos distintos criando quadros com pontos de vista que mais valorizam. Funciona como um lembrete visual a todos e mostra, de maneira clara, a diferença entre as gerações, além de ser uma atividade divertida que não julga se são errados ou certos os valores de cada pessoa, apenas respeitando-os.

Valorize o melhor de cada geração: Você não pode mudar as experiências de vida das pessoas, mas pode trabalhar para que as atitudes no ambiente de trabalho e as expectativas delas sejam as melhores possíveis. Um X conhecedor do mercado, que é frustrado pela falta de experiência demonstrada por um Z pode, por meio de sua autoestima e bom senso, se tornar um mentor. “Pelo que tenho visto em minha experiência, relata, se você quer resolver problemas com uma solução criativa, vá em direção aos jovens. Estudos mostram que as pessoas imersas na tecnologia digital são 10% melhores na resolução de problemas do que seus parceiros mais velhos. Não acredite que as decisões e soluções possam vir apenas dos mais experientes. Os Y são a geração mais criativa que temos visto nos últimos tempos. Utilize as habilidades de cada geração da melhor forma possível!”

Busque pontos em comum: A geração Y tende a valorizar segurança e estabilidade mesmo que precisem mudar constantemente de emprego, já os X são mais resistentes a mudanças, mas ambos atribuem importância a treinamento e desenvolvimento. Tanto Y como Z depositam um grande valor na flexibilidade do ambiente de trabalho, além de prezarem o balanço entre vida pessoal e profissional. Os X e os Y se sentem mais confortáveis com a diversidade e estilos de vida alternativos. Descubra os pontos em comum e também as diferenças entre as gerações. Ajude-os a perceber, em equipe, como eles podem utilizar suas forças em conjunto. Traga até eles a consciência sobre o ciclo de gerações para que descubram onde se encaixam.

Aprenda com os demais: Cada geração possui lições valiosas para ensinar umas às outras. Os X têm a sabedoria, o conhecimento e os “truques” de que os jovens precisam. A geração Y é conhecida por sua lealdade e habilidade de mediação. Já a geração Z está mais antenada ao ambiente de trabalho do futuro, ao marketing e às tendências de mercado.

Fonte: Maximiliano Meyer (https://www.oficinadanet.com.br/post/13498-quais-as-diferencas-entre-as-geracoes-x-y-e-z-e-como-administrar-os-conflitos)

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Programa de Parceria entre Etec e Consinco inicia treinamento para o ingresso em ações de Capacitação do PISO

Saulo Sousa em palestra na Etec: parceria de sucesso

Saulo Sousa em palestra na Etec: parceria de sucesso

Teve início em fevereiro de 2017 o Programa de Parceria entre a Etec Antônio de Pádua Cardoso, de Batatais, SP, e a associada Consinco S/A, desenvolvedora de Sistemas de Gestão Corporativa para o ramo de atacadistas, distribuidoras e varejistas. A ação inclui treinamentos aos alunos e docentes, oferecendo à Etec, nesta primeira etapa, palestras gratuitas com conteúdos teóricos sobre negócio e ferramentas de software relacionados a seu ramo de atuação.

A Etec, por sua vez, oferecerá em seu curso Técnico de Informática o conteúdo técnico, alinhado às tecnologias em uso pela empresa (banco de dados e linguagem de programação) e às bases tecnológicas das disciplinas de Programação de Computadores e Desenvolvimento de Softwares. Na segunda etapa, ao final do semestre, os alunos apresentarão projetos de software, com base nos conteúdos aplicados, a uma banca de avaliação composta pelos docentes e gestores das áreas de Produtos e Tecnologia da Consinco, proporcionando aos autores dos projetos aprovados a oportunidade de ingressarem no Programa de Capacitação do PISO.

Pela Etec, os professores Alexandre Dutra de Oliveira e Luis Fernando da Silva serão os orientadores do projeto, juntamente com o coordenador do Curso Técnico em Informática Nelson Francisco Manfrin e Saulo de Souza, Consultor de Treinamentos da Consinco.

No ano de 2016, a Etec já havia participado de um projeto de seleção de alunos para um Programa de Capacitação do PISO, juntamente com outras Etecs e Fatecs da região de Ribeirão Preto.

 

 

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Lugar de mulher é onde ela quiser: inclusive na área de TI

Conheça algumas das líderes que se destacam por trás dos computadores e que ajudaram a transformar a região de Ribeirão Preto em um importante polo da Tecnologia da Informação

Andresa Cantolini, CEO do PISO: "Em uma softwarehouse, tanto mulheres quanto homens podem se destacar igualmente"

Andresa Cantolini, CEO do PISO: “Em uma softwarehouse, tanto mulheres quanto homens podem se destacar igualmente”

Elas trabalham e lideram em um universo ultra masculino. Estamos falando das mulheres profissionais da área de Tecnologia da Informação, um setor em que, no Brasil, 83% do quadro técnico é formado por homens.

Em Ribeirão Preto, levantamento do PISO atesta esses números, mostrando que a presença de mulheres de TI nas organizações associadas é realmente pequena. Indo mais além, a entidade aponta que o percentual de mulheres que se inscrevem nos cursos oferecidos pelo PISO de capacitação – que garantem vagas no mercado de trabalho – comumente, é de 15 a 20%.

No entanto, quem lidera a associação que hoje reúne 38 associadas é uma mulher. Andresa Cantolini, diretora executiva, afirma que esses números tão divergentes acontecem devido a questões culturais: mais homens que mulheres costumam buscar carreiras de Exatas – mas que o gênero do profissional, de forma alguma, interfere na decisão por sua contratação.

“Poucas mulheres despertam para essa área. Em todas as universidades e Centros de Formação em que faço palestras, a presença esmagadora é de homens, no entanto, não deveríamos tratar nenhuma profissão como sendo puramente masculina. Em uma softwarehouse, tanto mulheres quanto homens podem se destacar igualmente, assim como em qualquer outra profissão”, garante.

Andresa optou por essa área há 12 anos e sente-se apaixonada pelo que faz. “Trata-se de um mercado de grandes oportunidades e possibilidades. Trabalho com empresários conscientes no que envolvem formação, ética e desenvolvimento de pessoas, me trazendo um sentimento de dever cumprido em todos os projetos realizados”, complementa.

 As mulheres da TI

 Sócia da líder nacional  em seu segmento – Paulíria Pimenta Queiroz é gerente de Produto e sócia da

Sócia da Consinco, Pauliria lidera uma equipe formada por 90% de homens

Sócia da Consinco, Pauliria lidera uma equipe formada 90% por homens

Consinco SA, desenvolvedora de software para varejo com mais de 300 colaboradores. Formada em Análises de Sistemas com pós em Gestão Empresarial, ela conta que sempre se identificou mais com a área de Exatas e viu na “profissão do futuro” sua oportunidade de trilhar uma carreira de sucesso.

Ela conta que nem tudo foram flores. Na faculdade onde fez o curso, havia somente dois computadores para todos os estudantes e, por isso, as aulas abrangiam mais a parte teórica. “Para poder executar a prática, comecei a trabalhar na área já no primeiro ano da faculdade o que foi muito bom pois conseguia assimilar e aplicar melhor os conhecimentos. Morava e trabalhava em São Sebastião do Paraíso, MG, e fazia a faculdade em Franca, SP, então ia e voltava todos os dias de ônibus. Era bem puxado, mas valeu a pena”, garante.

Desde que ingressou na área, Paulíria percebeu a predominância masculina. Hoje, lidera uma equipe formada 90% por homens e, segundo ela, a relação entre todos é natural e transparente. “Sou muito respeitada e tenho muito respeito e admiração por todos. Procuro aplicar o que aprendi até hoje em relação à liderança e gestão e temos obtido sempre bons resultados”, completa.

Para Paula, é gratificante ser líder em um universo predominantemente masculino

Para Paula, é gratificante ser líder em um universo predominantemente masculino

 Exemplo de destaque – Paula Issa Barbosa é Coordenadora de Produto da Consinco SA. Formada em Ciências da Computação, nunca parou de estudar: fez MBA em Gestão Empresarial com ênfase em TI, pós-graduação em Gerenciamento de Projetos e agora está fazendo Gestão Estratégica de Pessoas. Escolheu a área de TI por gostar de Exatas. “Desde pequena adorava resolver problemas e quebra-cabeças”, brinca.

Com 12 anos de experiência na área, Paula hoje é líder de seu setor, coordenando uma equipe de desenvolvimento. “Gosto de participar da formação dela, de me envolver com a criação de soluções em sistemas para resolver problemas operacionais dos clientes e de direcionar minha equipe para se empenhar ao máximo com nossas entregas”, conta.

Para ela, a predominância masculina em sua área de atuação nunca foi um problema. “Desde a faculdade, noto que a maioria dos profissionais de TI é masculina e já me acostumei com isso. Na minha equipe não é diferente, refletindo bem essa realidade: de 22 pessoas, somos em apenas quatro mulheres. Mas, para mim, é gratificante ser uma líder neste universo predominantemente masculino, pois posso ser exemplo para outras mulheres de que, com trabalho sério, preparação e dedicação, é possível nos destacarmos nas empresas de TI”, enfatiza.

Fazendo-se ser ouvida - Jornalista por formação, Célia Felipe apaixonou-se pela área de TI, seguindo há 17 anos

Jornalista, Célia apaixonou-se por TI e já está há 17 anos na área

Jornalista, Célia apaixonou-se por TI e já está há 17 anos na área

nesse universo. Gerente Comercial da Vórtice, que atua na gestão de processos de negócios de seus clientes, iniciou na área de Marketing em outra empresa e acabou por se envolver com sistemas para tratar da gestão de relacionamento com clientes – e ali iniciou sua história na carreira que se encontra até hoje.

Desde seu ingresso na área tecnológica, lida todos os dias com uma equipe formada por homens em sua maioria, embora, segundo ela, essa predominância pouco interfira. “A presença feminina de fato é bem pequena desde a formação acadêmica. Começando pelas áreas técnicas assim como as áreas de negócios, incluindo a área comercial, temos que nos fazer presente e ser ouvidas e valorizadas como qualquer outro profissional”, afirma.

Ser detalhista para se destacar - Sandra Ferreira é gerente de desenvolvimento e

Sandra: mulheres estão mudando a estatística da área

Sandra: mulheres estão mudando a estatística do setor

responsável pela unidade da Senior Ribeirão Preto, líder em softwares e serviços para o setor financeiro. Formada em Contabilidade, na época que iniciou sua atividade profissional, Informática era a profissão do futuro, com grandes oportunidades no mercado e, por isso, ela acabou se aproximando da área. Desde seu primeiro emprego, percebeu que era isso que queria para sua carreira. “Sou detalhista e exigente comigo e com as pessoas que estão ao meu redor e nesta profissão, precisamos de ter um pouco deste perfil”, atesta.

Líder de uma equipe formada em sua maioria por homens, Sandra garante se sentir muito respeitada por todos. “Apesar das mulheres serem a minoria, percebo que estamos mudando esta estatística. No início da minha vida profissional, era mais raro encontrar mulheres nesta área, mas agora está ficando mais comum. Bom para nós que conseguimos mostrar que podemos nos sair bem numa profissão que exige lógica, raciocínio e concentração”.

 

 

 

 

 

 

 

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Comunicação interna: como está o trâmite de informações na sua empresa?

O tipo de comunicação que mais desafia as empresas é aquela destinada ao público interno, cujas organizações julgam erroneamente ser a que mais conhecem. Chamada de Comunicação Interna, a ação é parte de um trabalho de Endomarketing que valoriza e aprimora as relações com seus funcionários. Em contrapartida, busca-se uma produção mais eficiente, a melhoria do atendimento aos clientes e o favorecimento do desenvolvimento do negócio como um todo.

No setor de Tecnologia da Informação, em constante desenvolvimento e aperfeiçoamento devido ao crescimento diário de novas plataformas, programas e aplicativos, a exigência por uma Comunicação Interna eficiente tem sido cada vez maior e chega na organização com o objetivo de inspirar um novo clima organizacional, mais produtivo e participativo.

Para Alex Bertoldi, consultor em gestão de pessoas, nesse setor, a qualidade da comunicação é um fator crítico pois as empresas possuem básica técnica e, desta forma, a troca de informações deve ser muito clara e constante. “Uma boa comunicação no ambiente interno facilita que talentos sejam evidenciados além de ajudar na resolução de problemas. O ganho é dos dois lados pois toda falha de comunicação resultará em perda de eficiência ou retrabalho, refletindo em desperdício de tempo”, esclarece.

Mesmo muitas vezes não tendo um departamento institucionalizado da área, uma empresa pode trabalhar a CI por meio de outros departamentos e até mesmo profissionais terceirizados, utilizando-se de diversos canais, a começar pelos próprios líderes que devem promover diálogos e gerar avaliações de desempenho com seus respectivos feedbacks. Desta forma, é de extrema importância que o trabalho envolva ou esteja alinhado com o setor de Recursos Humanos.

Os planos mais comuns na área de Comunicação nas empresas de TI envolvem a utilização de canais como intranet, TV´s Corporativas, informativos direcionados online e off-line, redes sociais corporativas, distribuição de monitores de TV pelos departamentos ou placas de comunicados em pontos estratégicos bem como campanhas sazonais que envolvam toda a equipe, diminuindo, desta forma, os ruídos da comunicação causados por boatos e informações truncadas. Devido à familiaridade com a tecnologia, nas empresas de TI, a intranet costuma ser a maior aposta das empresas, visto que o acesso interno a computadores, tablets e smartphones é massivo. No entanto, o consultor explica que diante da rapidez das informações, conteúdos referentes a assuntos internos de interesse geral devem ser atualizados periodicamente. “Importante também identificar o modelo de comunicação para cada tipo de negócio”, complementa Bertoldi.

A Consinco SA, fornecedora de software para o varejo, possui ações como intranet e rede social interna e trabalha na capacitação dos gestores para o papel diário de porta-vozes da empresa e de suas esquipes. “A eficiência da Comunicação não pode ser apenas medida por quantidade de campanhas ou publicações, mas também ‘percebida’ no ambiente organizacional pelo alinhamento de discurso e direção estratégica. Este trabalho é a espinha dorsal da estratégia organizacional, por isso a necessidade de um profissional que conheça o posicionamento estratégico da organização e seja capaz de ‘traduzi-lo’ para seus diversos públicos considerando a diversidade de interesses”, explica Nanci Erthal, gestora de Recursos Humanos da empresa.

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