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Participe do Programa de Estruturação e Melhoria Organizacional

O PISO está promovendo junto com a ASR Consultoria e Assessoria de Qualidade, o programa Cooperado “Estruturação e Melhoria Organizacional” que tem como objetivo ajudar as empresas participantes a implantarem ou evoluirem na implementação de melhorias e novas práticas em seus negócios.

Este Programa Cooperado está baseado na apresentação inicial, por meio de workshops, destas práticas e padrões para que os representantes de cada empresa possam obter o conhecimento necessário e iniciar as práticas aplicáveis a cada empresa. Estão previstos 10 workshops para a Evolução da Maturidade e Capacidade de cada empresa. Estas, não necessitam participar de todos os workshops, mas sim daqueles que forem necessários frente suas estratégias e necessidades de evolução.

Cada workshop possui um conjunto de áreas de atuação para Evolução da Maturidade e Capacidade. Trata-se de um programa com metodologia bem flexível em que cada empresa escolhe suas prioridades de atuação dependendo de suas necessidades, maturidade atual, preocupações frente ao cliente entre outros fatores.

Além dos cursos, cada empresa poderá contratar horas de consultoria e assessoria e também serviços de documentação e elaboração de processos, avaliação de projetos, entre outros.

Para os associados do PISO as inscrições são gratuitas. Para associados do SUPERA, a inscrição custa R$ 100,00 e para não-associados, R$ 150,00. A presença deve ser confirmada até dia 2 de julho através do email: piso@piso.org.br.

 

 

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5 dicas para seu crescimento pessoal e profissional

Promova simples e pequenas mudanças, que podem alterar o curso da sua história

O crescimento pessoal é uma jornada interminável e difícil rumo ao aperfeiçoamento. Obviamente, não existe perfeição, mas o investimento na melhoria continua. Já crescer profissionalmente envolve de forma direta o resultado do seu aperfeiçoamento pessoal, conhecimento, competências e habilidades. Neste breve texto, listei algumas reflexões para que comece a traçar o seu caminho; e obtenha sucesso, é claro. Tudo começa com uma atitude positiva, ou seja, você tem que acreditar e estar disposto a enfrentar os desafios. Portanto, faça a seguinte reflexão: Eu posso, eu faço, eu consigo! (Certo?)

Abaixo listei cinco itens importantes:

 

1º Descubra mais sobre você

O que você valoriza, do que gosta, quais habilidades o tornam uma pessoa diferenciada. Nesta investigação sobre você, procure também identificar comportamentos que gostaria de mudar.

 

2º Como você se vê?

Você é capaz de fazer uma avaliação positiva sobre si mesmo? Criar uma autoimagem positiva sobre si é fundamental. Afinal, como transmitir confiança sem acreditar em si mesmo? Fazer uma autoavaliação é parte importante do processo evolutivo.

 

3º Afaste-se do destrutivo

É muito difícil romper, não é mesmo? Mas será preciso. Amizades interesseiras, gente grosseira e pessoas que não acrescentam nada de positivo às nossas vidas devem ser eliminadas. Talvez seja doloroso assumir, mas há relacionamentos que somente contribuem para nossa estagnação ou declínio.

 

4º Defina metas

Disse Sêneca: “Não há vento favorável para aquele que não sabe aonde vai.” É a mais pura verdade. Uma pessoa sem metas definidas está sujeita as intempéries da vida. Já quem possui objetivos específicos consegue com maior facilidade traçar planos para alcançá-los.

 

5º Obtenha autonomia

Pessoas dependentes estão sempre insatisfeitas e, com muita facilidade, culpam os outros por seus insucessos. Portanto, pense como é bom ter liberdade para escolher. Obviamente muitas pessoas não optam por uma vida plena; afinal, liberdade requer responsabilidade, não é? Obter autonomia ajuda você a desenvolver mais sua autoconfiança e, consequentemente, tornar-se uma pessoa mais assertiva.

 

Lembre-se da frase de Alice Walker: “Não pode ser seu amigo quem exige seu silêncio ou atrapalha seu crescimento.” Portanto, não se engane, seja o seu melhor amigo, eliminando de sua vida o que te prejudica.

Débora Martins, empresária, coach e palestrante

 

 

Fonte: Portal Administradores

 

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Precisamos falar sobre o lixo eletrônico

Em 2017, cerca de 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico foram descartados

O meio ambiente e países do terceiro mundo estão pagando um preço muito alto pela era digital. Cálculo recente provou que em 2017, cerca de 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico (e-waste) como são chamados os equipamentos eletrônicos descartados, suas baterias, celulares e até partes de brinquedos infantis, foram descartados pela sociedade. O mais espantoso é o ritmo com que isto vem aumentando: de 2017 para 2015 houve um aumento de 20% no lixo eletrônico descartado. O destino de todo esse material tóxico e danoso são países do terceiro mundo, em especial a cidade de Guiyu na China, Accra em Ghana e diversas cidades da Índia. 

Desastre ecológico e social

Na Índia, 25 mil trabalhadores, boa parte crianças, são empregados em estaleiros de sucata em Nova Delhi por exemplo, onde 10 a 200 toneladas de resíduos eletrônicos são manipuladas a cada ano, sendo 25% de computadores. Em Guiyu, estimava-se que 80% das crianças sofrem de algum tipo de doença respiratória por causa do ar contaminado vindo de áreas de reciclagem ou lixões a céu aberto. A Organização Mundial de Saúde afirma que metais pesados, como chumbo e cádmio, presentes em componentes eletrônicos, mesmo em níveis baixos, podem ameaçar o desenvolvimento infantil e causar danos neurológicos. Em Accra, a contaminação ambiental do chumbo é predominantemente causada pela queima do revestimento plástico de fios de cobre. A fumaça liberada destes plásticos e metais utilizados nos componentes eletrônicos é altamente tóxica e cancerígena.

Palavras

Governos e ONGs em todo o mundo têm se mobilizado para regularizar empresas de reciclagem, mas isto não é suficiente. Nas últimas décadas, velocidade da inovação, pressão de investidores e busca alucinante por liderança de mercado fez com que o lançamento de novos produtos eletrônicos caísse para menos de um ano. Para seduzir consumidores a trocar/descartar seus equipamentos, práticas de marketing agressivas e uso de técnicas duvidosas de obsolescência induzida são usadas sem nenhum pudor. Então se esta é o caminho para o novo,  não vejo outra solução para os produtos descartados senão a adoção global da “Logística Reversa”, a qual lida com o caminho inverso, isto é, do produto que está nas mãos dos consumidores até sua volta ao fabricante.

Transferir para sociedade, governos e ONGs a responsabilidade da reciclagem de eletrônicos é um absurdo, considerando a complexidade, perigo e danos ao meio ambiente e a saúde das pessoas durante a manipulação destes produtos. Reciclar eletrônicos é coisa de especialistas, de fato, é uma “engenharia reversa” que fabricantes conhecem muito bem, já que dominam o processo de montagem do começo ao fim. De fato, precisamos falar sobre lixo eletrônico em particular com a indústria de eletrônicos, seus CEOs, designers e gênios do marketing os quais precisam repensar sua postura irresponsável diante da sociedade e do meio ambiente e devem: [1.] investir  na construção de parques próprios de reciclagem; [2.] inaugurar pontos de coleta de produtos usados em cada um de seus pontos de venda e [3.] reciclar seus produtos reutilizando materiais de forma sustentável.

Além das palavras

A motivação para este breve artigo veio da exposição do fotógrafo alemão Kai Löffelbein (foto que destaca esse post) o qual passou sete anos documentando como metais são extraídos de componentes eletrônicos, muitas vezes em condições perigosas. O seu próximo livro, CTRL-X: A Topografia do E-Waste, contém fotografias que ele tirou em Gana, na China e na Índia.

 

Ricardo Murer - Graduado em Ciências da Computação, mestre em Comunicação, atua no mercado digital há 28 anos. Atualmente é Head de Operações da Agnitio e Professor de Redes Sociais (MBA) na ESPM.

 

Fonte: Olhar Digital

 

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PISO aborda iniciativas de capacitação do jovem em audiência pública

Por meio de sua Diretora Executiva Andresa Cantolini, o PISO participou de audiência pública na Câmara Municipal de Vereadores de Ribeirão Preto no último dia 28 de março cujo tema em discussão foi “pacto social do primeiro emprego”, com relevância para a Lei do Aprendiz e para a necessidade da criação de alternativas para a inserção do jovem no mercado de trabalho, dentre elas, o despertar do interesse por carreiras específicas e, para isso, o estímulo à capacitação profissional.

A iniciativa foi do vereador Marcos Papa e, dentre os convidados da mesa, estavam presentes autoridades, membros de entidades de apoio empresarial e ao jovem e um jovem aprendiz atuante em uma associada do Polo.

Andresa Cantolini enfatizou o trabalho do PISO que desde 2007 capacita jovens profissionais para que estejam preparados para o mercado de TI. “Nosso objetivo tem sido trazer alunos de Tecnologia de escolas técnicas e universidades para dentro da sala de aula (Centro de Capacitação Profissional do PISO), capacitá-los e estimular suas habilidades. Ao término desse treinamento, as empresas os contratam”.

Para assistir à audiência completa, clicar no https://bit.ly/2pOIF0Q

Foto: AI Câmara Municipal

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A Mulher e o mercado de TI

Andresa Cantolini,, CEO do PISO

Andresa Cantolini, CEO do PISO

No século XX, em meio a importantes conflitos mundiais, as mulheres foram conquistando seu lugar ao sol no mercado de trabalho – muitas por opção, outras, por necessidade de sustento ou colaboração financeira da família. Passado um século, as mulheres ainda vêm lutando com ainda mais garra em prol desse importante movimento, sendo cada vez mais comum – e importante –  falarmos sobre o Empoderamento Feminino.

Mas afinal, o que seria mesmo empoderar-se?

Empoderar é tomar posse de si, é ter capacidade, discernimento e responsabilidade de suas ações em qual área for. É o posicionamento das mulheres nos campos profissional, social, político e econômico. É a mulher ter voz e representatividade em diversos âmbitos.

Segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), atualmente, 25% das mulheres ocupam postos de trabalho na área de TI. Pode parecer um número pequeno, porém, demonstra o cenário de uma luta por igualdade. Nos cursos de formação profissional oferecidos por nossa entidade, a participação feminina vem aumentando a olhos nus. Nos últimos anos, 10% dos alunos que nos procuram para iniciar um curso de capacitação, são do universo feminino. Dentre os selecionados, 20% são mulheres – e todos entram com perspectivas de inserção no mercado de TI.

Esse crescimento se reflete também nas empresas do PISO, onde notamos com felicidade que vem havendo um crescimento significativo de contratações femininas, inclusive, em cargos de liderança.

No dia de hoje, é importante parabenizar as mulheres por suas inúmeras conquistas, porém, se torna igualmente fundamental salientar que a luta da mulher não acabou. Ela existe todos os dias, no ambiente competitivo de trabalho, nas divisões desiguais das tarefas domésticas, na maternidade muitas vezes solitária, dentre outros aspectos sociais.

A mulher busca a igualdade de direitos e cada vez mais, empodera-se para ter seu papel valorizado na sociedade. O PISO apoia esta causa desde o investimento na capacitação até na valorização das habilidades de centenas de mulheres que hoje estão atuando no mercado de Tecnologia da Informação de Ribeirão Preto.

A todas as mulheres que são parte do sucesso deste segmento, nosso muito obrigada.

Andresa Cantolini – Diretora Executiva do PISO

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