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” PISO recebe palestra sobre recuperação de tributos na área de TI

Dr. Jamol explicou a necessidades das empresas de Tecnologia da Informação ingressem com medidas judiciais para preservar direitos

Dr. Jamol explicou a necessidades das empresas de Tecnologia da Informação ingressem com medidas judiciais para preservar direitos

O PISO recebeu na última quarta-feira, 18 de julho, a palestra “Atualidades na tributação das empresas de TI e oportunidades de recuperação de tributos”, ministrada pelo advogado Jamol Anderson Ferreira de Mello.

O evento abordou melhores práticas e enquadramentos tributários dentro da legalidade. Um dos pontos de destaque foi a possibilidade de exclusão do ISSQN da base de cálculo de PIS/COFINS e da base de cálculo da CPRB (Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta – Lei 12.546/2011): “Isso é reflexo da recente decisão do STF que possibilitou aos contribuintes a exclusão do ICMS da base de cálculo de PIS/COFINS”, explica Jamol, complementando que “entendeu o Supremo Tribunal Federal que não incide tributo calculado sobre tributo”.

Ainda, foram abordadas outras oportunidades de recuperação de tributos pagos indevidamente ou a maior pelas empresas de TI, como a contribuição social de 10% sobre o saldo de FGTS (incidente na dispensa sem justa causa de empregados) e os valores de ICMS pagos sobre TUST/TUSD e Contrato de Demanda nas contas de energia elétrica.

Durante o encontro, o advogado enfatizou a necessidade das empresas de TI terem mais atenção às oportunidades de recuperação de tributos: “É interessante que as empresas ingressem com medidas judiciais visando a preservação de seus direitos, pois aqueles que não o fizerem correm o risco de perderem parte do direito de restituição de indébitos tributários em razão de prescrição, que é de cinco anos a contar da data do pagamento”.

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Novo cenário de TI exige profissionais com aprendizados diferenciados

Vector Self Employment Concept In Flat Style

Profissionais de TI estão – e precisam estar – sempre em evolução dentro de seu próprio segmento, afinal, trata-se de uma área cujas inovações acontecem num piscar de olhos. Porém, não basta deter conhecimento somente sobre sua área de atuação. Um comportamento diferenciado com outros aprendizados torna-se fundamental para destacar-se no mercado de trabalho. Para uma organização, possuir profissionais antenados e com currículos multidisciplinares pode ser o diferencial com a concorrência.

Aqui vão algumas dicas tanto para os colaboradores investirem em si quanto para as empresas apostarem para capacitação no ambiente de trabalho:

  • Design Gráfico

O design está em tudo e é ferramenta de grande importância para o trabalho em TI. Um profissional da área deve ter o mínimo conhecimento em tipografia, criação de imagens, composição e cores. Buscar cursos que apresentem as tendências nesse setor é uma boa pedida.

  • Idiomas

Estudar inglês não é mais opcional. Além de boa parte dos livros de TI serem na língua inglesa, códigos e comandos usados nos trabalhos de TI são todos escritos em inglês. Um outro ponto importante é que as certificações mais importantes e de reconhecimento internacional são, em grande parte, elaboradas nessa língua. Um terceiro idioma, como o espanhol ou o mandarim, por exemplo, garante uma estrelinha ainda maior no currículo, afinal, conhecimento nunca é demais.

  • Segurança da Informação e Gestão de Riscos

Em um cenário repleto de notícias sobre invasões de sistemas corporativos em todo o planeta, é importante que um bom profissional conheça as técnicas mais recentes usadas para manter informações e sistemas seguros e colabore para colocá-las em prática no ambiente de trabalho.

  • Língua Portuguesa

O profissional pode ter um excelente conhecimento técnico, porém, na hora de se comunicar ou documentar algo, se o português deixa a desejar, é imprescindível correr atrás de cursos nessa área, sejam estes de literatura, gramática ou redação. Dominar nossa própria língua é fundamental e uma dica para aprimorar nosso português sem gastar é ler muito, seja romance, ficção ou autoajuda. Para as empresas, que tal a criação de uma biblioteca em uma área de convivência¿

  • Gestão e Negócios

As organizações exigem profissionais de TI com demasiada participação para delinear  estratégias de negócios. Obter uma visão ampla sobre o mercado garante ao profissional uma vantagem competitiva, possibilitando um melhor entendimento do mundo e de como norteará sua carreira para obter bons resultados para si e para a corporação em que trabalha.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação PISO

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PISO abre inscrições para processo seletivo de treinamento com bolsa

 Ao final do curso, empresas patrocinadoras poderão optar por absorver alunos para quadro de colaboradores

 O Polo Industrial de Software de Ribeirão Preto – PISO acaba de abrir as inscrições para mais um processo seletivo para o programa de formação de profissionais que serão encaminhados para atuarem em empresas de Tecnologia da Informação (TI) associadas à entidade.

O programa que terá início em julho englobará dois cursos na área de tecnologia a serem realizados no Centro de Capacitação Profissional do PISO e este modelo já inseriu no mercado de trabalho mais de 200 participantes. “Essa ação visa a captação de talentos, oferecendo subsídios para que os jovens participantes interessados adquiram conhecimento e desenvolvam habilidades e comportamentos fundamentais para uma carreira promissora. Em contrapartida, colabora com as empresas que possuem dificuldade em encontrar mão-de-obra qualificada no segmento de TI”, afirma Andresa Cantolini, diretora executiva do polo.

Para participar, é necessário que o jovem tenha mais de 18 anos e que esteja matriculado em cursos relacionados à área de TI com fundamentos em lógica de programação. O processo terá início com um curso de nivelamento técnico à distância, com videoaulas ao vivo e também gravadas sobre programação; na sequência, o aluno será submetido a uma prova presencial sobre os temas abordados. Os aprovados passarão, então, por testes comportamentais, vivências práticas e entrevistas. Os 20 candidatos que obtiverem os melhores desempenhos nesta primeira etapa iniciarão o treinamento especializado, presencial que começará em agosto de 2017, oferecendo uma bolsa de R$ 400 mensais enquanto durar o curso.

“O PISO é uma associação sem fins lucrativos que atua promovendo ações para auxiliar as empresas associadas a se desenvolverem tecnicamente e estrategicamente. Os Cursos de Formação Profissional são parte desse trabalho em prol do segmento e de toda sociedade”, complementa Flávio de Barros, diretor da entidade.

Para se inscrever, basta seguir as orientações contidas no link https://goo.gl/forms/yX6Q V8Asr7qlMGjw2. Para mais informações, leia edital abaixo. O período das inscrições acontece de  25∕05∕2017 a 20∕06∕2017. A taxa de inscrição é de R$ 25,00 para o treinamento e-learning.

 

EDITAL – PROCESSO SELETIVO PARA O PROGRAMA DE FORMAÇÃO

 O Polo Industrial de Software – PISO – é uma associação sem fins lucrativos que congrega as empresas produtoras de softwares de Ribeirão e região. O seu maior objetivo é promover ações para auxiliar as empresas se desenvolverem tecnicamente e estrategicamente

Desde sua fundação o Piso vem promovendo Cursos de Formação Profissional, pois entende que a formação de profissionais para o mercado de trabalho é fundamental para o desenvolvimento das empresas.

Esse programa conta com o apoio financeiro do SEPROSP – Sindicato das empresas de processamento de dados e serviços de informática do estado de São Paulo

O programa do Piso visa a captação de talentos, oferecendo oportunidades de aprendizado teórico e prático, em diversas situações e áreas. Dessa forma, o jovem adquire conhecimento, desenvolve habilidades e comportamentos fundamentais para sua carreira.

O aluno será acompanhado por um mentor, que é sempre um profissional de nível sênior, disponibilizado por uma das empesas do Piso, tornando possível a absorção de experiências e o entendimento de como essas pessoas tomam decisões em situações diversas. Todas essas experiências iniciam o processo que moldará o aluno para futuro.

Ao final do programa, os alunos poderão ser contratados mediante quantidade de vagas disponíveis na empresa e análise do seu desempenho no programa. É necessário que o aluno possua disponibilidade de oito horas diárias após conclusão do programa para efetivação do contrato de trabalho caso ela ocorra

O programa é composto pelas seguintes etapas: Avaliação técnica (curso e avaliação e-learning), Processo seletivo com avaliação comportamental, Treinamentos, Vivência prática e Análise de Desempenho, e Contratações.

O programa contemplará 02 (dois) cursos de formação profissional na área de programação

Inscrição

Para participar do programa você precisa se inscrever diretamente pelo Piso

  • Piso – Link Abaixo

https://goo.gl/forms/yX6QV8Asr7qlMGjw2

Período de inscrições 25∕05∕2017 a 20∕06∕2017

Taxa de inscrição: R$ 25,00 para o treinamento e-learning.

Depósito em conta corrente:

Banco Santander

Ag: 3966

C/C: 13000100-7

CNPJ: 09.304.033/0001-08

  • Enviar comprovante por e-mail piso@piso.org.br

Dúvidas: 16 3315-9912 ou 9903

 

Recrutamento: o perfil procurado

  • Jovens maiores de 18 anos
  • Alunos das FATECs e ETECs e Universidades de Ribeirão Preto e região, matriculados em cursos relacionadas à Tecnologia da Informação, com fundamentos em lógica de programação. Será necessário apresentação da declaração que comprove que o candidato está cursando. Os alunos das ETECs precisam estar cursando o terceiro ano e possuírem 18 anos.
  • Boa Comunicação
  • Flexibilidade
  • Vontade de Aprender
  • Responsável
  • Capaz de seguir normas e regras
  • Respeitar hierarquia
  • Ambição
  • O candidato deve estar fora do mercado de trabalho
O programa fornece bolsa?

Os candidatos selecionados para participação do programa, receberão uma bolsa no valor de R$400,00 (quatrocentos reais) enquanto durar o treinamento presencial. A bolsa será suspensa em caso de faltas sem justificativas, pois os alunos deverão apresentar 100% de presença no curso.

Seleção

O Processo de seleção será composto pelas etapas abaixo:

 

  • Curso e avaliação e-learning

Esse curso será a primeira seletiva, só passará para a segunda fase, o aluno que obtiver 75% de aproveitamento. A convocação para a próxima fase será realizada por contato telefônico ou e-mail.

Esse treinamento será realizado nas escolas parceiras e no Piso e deverá ser cumprido até final de junho.

As aulas e-learning acontecerão nas escolas parcerias e na sede do Piso

  • Aplicação de Testes Psicológicos – G36 + AC
  • Redação –Mínimo de 15 linhas.

A convocação para os testes psicológicos e redação será feita após a avaliação da prova e-learning

  • Entrevista com RH e Gestores das empresas participantes do programa

Última fase da seletiva e acontecerá após a avaliação dos testes psicológicos e redação

  • Após a conclusão das etapas acima serão convocados os vinte candidatos que tiveram o melhor desempenho.

 

 

Treinamento E-learning

O treinamento e-learning é composto por 56 horas sendo distribuídas da seguinte maneira

Parte 1 –

  • Aulas ao vivo (6 horas, sendo distribuídas em 3 sábados). As aulas ao vivo são pré agendadas
  • Aulas gravadas (6 horas, sendo distribuídas ao longo da semana). O aluno poderá assistir conforme disponibilidade

Parte 2 –

  • Estudos individuais
  • Execução das atividades
  • Dúvidas online – Tutoria

Parte 3 –

  • Exame presencial do conteúdo aplicado durante o treinamento (Local da prova: sede Piso no dia 24 de junho de 2017)

 

Equipamento necessário para o treinamento e-learning

 

BRIGATÓRIOS:

 

1.1. Conexão:

– Conexão com a internet, qualquer tipo de banda larga com no mínimo:

o 2MB dedicados para navegação, sendo 1MB para download e 512KB de

upload;

 

1.2. Hardwares:

– Desktops: Processador de 2.33GHz ou mais rápido;

– Netbooks: Processador de 1.6GHz ou mais rápido.

– Placa com 1GB de RAM ou superior;

– Espaço livre em disco de 400 MB;

– Memória gráfica de 512 MB ou superior;

– Resolução de tela de 1024 x 768 ou superior;

– Placa de som;

– Recomenda-se a utilização de caixas de som, fones de ouvido ou

headset para tornar a experiência mais produtiva.

 

1.3. Sistemas operacionais:

– Windows XP não é recomendado, porque não tem mais suporte da

Microsoft.

– Windows 7 (32 bit ou 64 bit);

– Windows 8 (64 bit);

– Windows Server 2008 ou 2012 (64 bit);

– Windows 10 (32 bit ou 64 bit)

 

1.4. Navergadores:

– Navegadores, qualquer um destes navegadores mais modernos:

– Mozilla Firefox 34 ou superior;

– Google Chrome 39 ou superior;

– Internet Explorer 11 ou superior;

– Microsoft Edge 12 ou superior;

 

Observação: Se não souber qual é o seu navegador, acesse este link e aguarde a análise:

http://www.whatbrowser.org/intl/pt-BR/

Caso você esteja utilizando a última versão atualizada dos navegadores, não deverá ter problemas, pois tudo funcionará normalmente.

 

 

 

  1. Para realizar as práticas propostas no curso online – (DESEJÁVEIS, não obrigatórios, mas muito importante realizar as práticas):

 

2.1. Hardware:

– 2 GB de RAM; 4 GB de RAM são recomendados (mínimo de 2,5 GB se executado em uma máquina virtual)

– Processador de 1,8 GHz ou mais rápido. Núcleo duplo ou superior recomendado

– Espaço em disco rígido: 1 GB a 40 GB, dependendo dos recursos instalados

– Placa de vídeo que dá suporte a uma resolução de exibição mínima de 720p (1280 por 720); o Visual Studio funciona melhor com uma resolução de WXGA (1366 por 768) ou superior

 

2.2. Sistemas Operacionais (é necessário ter um dos):                                           

– Windows 10 versão 1507 ou superior: Home, Professional, Education e Enterprise (não há suporte para LTSB)

– Windows Server 2016: Standard e Datacenter

– Windows 8.1 (com atualização 2919355): Basic, Professional e Enterprise

– Windows Server 2012 R2 (com atualização 2919355): Essentials, Standard, Datacenter

– Windows 7 SP1 (com as atualizações mais recentes do Windows): Home Premium, Professional, Enterprise, Ultimate

 

 

2.3. Softwares / Plataformas:

–  Visual Studio Community 2017. Pode ser baixado gratuitamente da internet pelo link: https://www.visualstudio.com/pt-br/thank-you-downloading-visual-studio/?sku=Community&rel=15

 

– .NET Framework 4.5 é necessário para instalar o Visual Studio. O Visual Studio requer o .NET Framework 4.6.1, que será instalado durante a instalação.

 

2.4. Considerações Gerais:

– O Windows 10 Enterprise LTSB Edition não tem suporte para o desenvolvimento. Você pode usar o Visual Studio 2017 para criar aplicativos que são executados no Windows 10 LTSB.

– O Internet Explorer 11 ou o Microsoft Edge é necessário para cenários relacionados à Internet. Alguns recursos podem não funcionar, a menos que estes, ou uma versão posterior, estejam instalados.

– Para obter suporte do emulador, são necessárias as edições do Windows 8.1 Pro ou Enterprise (x64). Também é necessário um processador que dá suporte a Hyper-V Cliente e conversão de endereços de segundo nível (SLAT).

– O desenvolvimento de aplicativos Universal do Windows, incluindo a criação, edição e depuração, requer o Windows 10. Windows Server 2016 e Windows Server 2012 R2 podem ser usados para compilar aplicativos Universal do Windows na linha de comando.

– Não há suporte para as opções Server Core e Interface de Servidor Mínima ao executar o Windows Server.

– A Integração do Office para Team Foundation Server 2017 requer o Office 2016, o Office 2013 ou o Office 2010.

– O Xamarin.Android requer uma edição de 64 bits do Windows e de 64 bits do JDK (Java Development Kit).

– O PowerShell 3.0 ou superior é necessário no Windows 7 SP1 para instalar o desenvolvimento móvel com cargas de trabalho do C++, JavaScript ou .NET.

 

Observação: O Visual Studio Community 2017 pode ser baixado gratuitamente da internet pelo link: https://www.visualstudio.com/pt-br/thank-you-downloading-visual-studio/?sku=Community&rel=15

 

 

Mesmo com todas essas dicas, ainda tenha problemas, utilize o Chat online.

 

Treinamento presencial

 

O treinamento presencial começará em agosto de 2017 com carga horária de 184 horas.

Os treinamentos serão certificados e acontecerão no PISO, no seguinte endereço: Avenida Nadir Aguiar Nº 1805, Ribeirão Preto – SP. Em caso de reprova nos treinamentos ou ausência de presença, o aluno perderá a bolsa e poderá perder a vaga no projeto.

Além do conteúdo técnico, será apresentado ao aluno palestras sobre carreira, ambiente organizacional de empresas de TI, e negócios.

As palestras possuem o objetivo de alinhar a expectativa do jovem frente ao mercado de trabalho e a realidade do atual mercado, como também demonstrar a amplitude do setor de tecnologia. As palestras acontecerão ao longo do treinamento.

 

Programa de Contratação

No final do treinamento as empresas patrocinadoras avaliarão a quantidade de vagas disponíveis e escolheram os alunos que mais se destacarem.

O modelo de contratação dependerá da política interna de cada empresa.

 

Cronograma

 

Descritivo Atividades Data
Divulgação Inscrições 25∕05 a 20∕06
Aulas ao vivo Aula 1 01∕07∕2017
Aula 2 08∕07∕2017
Aula 3 15∕07∕2017
Aulas gravadas Estudos individuais (aulas gravadas) 01 a 21∕07∕2017
Execução de atividades 01 a 21∕07∕2017
Tutoria – dúvidas online 01 a 21∕07∕2017
Exame de seleção Prova do conteúdo aprendido 22∕07∕2017
Processo seletivo Dinâmicas em grupo e entrevistas 24 a 28∕07∕2017
Comunicação aos aprovados Entrega da documentação 31 a 03∕08∕2017
Início do curso Início aulas presenciais 07∕08∕2017

 

Workshop Exclusivo para associados

Já estão abertas as inscrições para o Workshop de Formação Profissional que apresentará o Case da Consinco SA. O evento será realizado no próximo dia 30 de maio às 9h no PISO.

Devido a uma parceria com o PISO, a empresa ribeirão-pretana, líder em seu segmento, obteve uma economia de 200% no processo de seleção de profissionais de Tecnologia da Informação por meio de cursos de formação de trainees, realizados desde 2016. Atualmente, a desenvolvedora de software para varejistas conta com dezenas de funcionários efetivados por meio dessa ação conjunta com nossa entidade.

O evento é exclusivo para associados. Mais informações pelo (16) 3315-9912 | 3315-9903.

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PISO, FIPASE e Centro Paula Souza unidos em prol da capacitação

O Polo Industrial de Software de Ribeirão Preto – PISO juntamente com a Fundação Instituto Polo Avançado de Saúde, a FIPASE, que gerencia o SUPERA Parque, acaba de fechar uma parceria com o Centro Paula Souza, autarquia do Governo do Estado de São Paulo que administra Escolas Técnicas (ETECs) e Faculdades Técnicas (Fatecs).

A ideia da união das três entidades nasceu do fato de desde 2014 elas já trabalharem juntas no recrutamento de alunos das escolas e faculdades. Com a formalização do convênio atual, multiplicarão as  oportunidades e muito mais estudantes de toda a região poderão participar de capacitações oferecidas pelo PISO e, desta forma, ingressarem ao mercado de Tecnologia da Informação, por meio das empresas associadas.

“Tudo começou com o objetivo de driblar a escassez de mão-de-obra no setor, mas esse é só começo de um projeto maior. Há quase três anos iniciamos uma parceria tímida que deu muito certo, tendo formado mais de uma centena de alunos que já estão construindo uma carreira depois de inseridos no mercado de trabalho. Agora, estamos caminhando para um trabalho cuja maior abrangência será de grande benefício para os estudantes, o Mercado de TI e para a sociedade como um todo”, afirma Andresa Cantolini, diretora executiva do Polo.

Segundo Dalton Siqueira Pitta Marques, gerente de desenvolvimento do SUPERA, a ideia de formalização vem do fato de que a parceria já seguia em prol do desenvolvimento dos dois APLs de Ribeirão Preto, o de Software e o da Saúde. “O setor empresarial, com a participação da Fipase, ajudou na definição dos cursos a serem implantados na Fatec Ribeirão Preto. Isso mostra, também, como o Centro Paula Souza preocupa-se com que seus cursos estejam alinhados às necessidades do mercado de trabalho”, aponta.

Dalton explica ainda que um outro fator que motivou a parceria foi a constatação de que quase a totalidade das pessoas que passavam por formação no Centro de Capacitação Profissional em Software, mantido pelo PISO, era proveniente de Fatecs e Etecs da região. “Ao mesmo tempo, nós, do Supera Parque, vislumbramos o potencial de inovação existente dentro das Fatecs e Etecs. Fomentar, junto com o Centro Paula Souza, o empreendedorismo nesses ambientes pode resultar em projetos que levem novas tecnologias à sociedade e, até, quem sabe, futuramente tornem-se empresas residentes no Supera Parque”.

 

*Na imagem: José Roberto Garbin, diretor da Fatec RP, Antônio Adilton Carneiro, presidente do SUPERA e Flávio de Barros, presidente do PISO.

 

 

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Quais as diferenças entre as gerações X, Y e Z e como administrar os conflitos?

Comparar gerações é muito difícil se pensarmos que antigamente as gerações eram formadas a cada 25 anos, entretanto nos dias de hoje um quarto de século é praticamente um século. As coisas, as relações familiares, de trabalho, etc. mudam cada vez mais rápido. O que não ocorre, no entanto, é a mudança, na mesma velocidade, da mentalidade dos colegas de trabalho.

Consoante a isso, especialistas apontam que a criação de novas classes genealógicas estão surgindo a cada 10 anos. Estas novas classes implicam diretamente na forma de como as novas pessoas agem e consomem produtos e serviços. Estes reflexos impactam diretamente nas empresas, mas não só em vendas, a troca de experiências no ambiente de trabalho entre as gerações, onde os mais velhos apreendem com os mais novos (ou se recusam e geram conflito no escritório), o gerenciamento de conflitos e resolução de problemas hoje é feito em períodos cada vez menores, muito pelo fato dos jovens resolverem mais rapidamente e sempre procurarem a forma mais fácil de ser feita.

Mas o que esperar para o futuro? Como as gerações vão continuar coexistindo e como vão reagir às novas gerações que surgirão? Quais serão as características que essas gerações irão trazer e quais os conflitos que irão vir com elas?

O avanço tecnológico destas três gerações certamente não será o mesmo as próximas que estão por vir. Com a tecnologia vivendo momentos de crescimento exponencial, não podemos prever o que virá. Cientistas afirmam que em 2045 será o ano em que as máquinas terão capacidades próprias, o que especialistas chamam de “singularidade das máquinas”, onde as máquinas poderão fazer as coisas sozinhas, muito melhor e mais rapidamente que qualquer outro ser humano.

Enfim, tentaremos nesse artigo mostrar as características de cada geração, seus conflitos, como afetam o ambiente de trabalho e o que os gestores estão praticando hoje em dia para amenizar estas rusgas.

Geração X

O termo Geração X – criado por Robert Capa, em 1950 – é utilizado para rotular as pessoas nascidas após o chamado “Baby Boom” (década de 20 ~ década de 40), que foi um aumento importante na taxa de natalidade dos Estados Unidos após a Segunda Guerra Mundial. Essa geração inclui aqueles que nasceram no início de 1960 até o final dos anos 70. Por vezes são incluídos também os nascidos até 1982.

Nas palavras do escritor norte-americano John Ulrich, contemporâneo dos Baby Boomers e da geração X, este último grupo sempre foi considerada como um grupo de pessoas jovens, sem identidade aparente, que enfrentariam um mal incerto, sem definição, um futuro hostil. Um futuro pós-guerra, um tempo de incertezas e de guerra fria, de polarização entre o bem e o mal, entre Estados Unidos da América e União Soviética.

Acontece que a geração X cresceu, passou pela fase hippie, teve ideais, esqueceu-se dos mesmos e foi fazer carreira no mercado. Viu surgir computador pessoal, a internet, o celular, a impressora, o e-mail, etc. e viu seu mundo mudar muito. Grande parte da Geração X chegou aos 30, 40 anos e descobriu que para juntar meio milhão e dar entrada, com sorte, num apartamento modesto que irá pagar até seus 60 anos, o caminho é longo e o preço é alto, bem alto, às vezes impagável. À sua volta os filhos crescem, os pais morrem, os sonhos envelhecem e as férias exóticas para a Finlândia, Marrocos ou Jamaica nunca são tiradas.

Hoje, é cada vez mais comum ver estes profissionais “Chutando o balde”, pela internet, inclusive, há vários blogs e canais do YouTube de profissionais até então bem sucedidos, com cargos muito bem remunerados e carreiras consolidados, de mais de 10 anos, em uma grande multinacional que largam tudo para pintar quadros, estudar fotografia, gastronomia, etc. aquilo que os fazem felizes.

Geração Y

Compreendendo aqueles que nasceram em fins dos anos 70 e início dos anos 90, a geração Y, representava, em 2012, cerca de 20% da população global, segundo Afonso Borges, em seu livro “Social Target”.

Foi a geração que desenvolveu-se em uma época de grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica. As crianças da geração Y cresceram tendo o que muitos de seus pais não tiveram, como TV a cabo, videogames, computadores, vários tipos de jogos, e muito mais. Se a geração X viu nascer a internet e a tecnologia, a geração Y já nasceu quando as mesmas estavam plenamente desenvolvidas, cresceram e internalizaram as mesmas desde pequenos.

Segundo pesquisadores que estudam as gerações, a geração Y cresceu rodeada de facilidades oferecidas por seus pais, que obviamente queriam dar uma vida melhor do que aquela que tiveram, para seus filhos. Eles cresceram vivendo em ação, estimulados por atividades, fazendo tarefas múltiplas. Acostumados a conseguirem o que querem, não se sujeitam às tarefas subalternas de início de carreira e por isso lutam por salários ambiciosos desde cedo. É comum que os jovens dessa geração troquem de emprego com frequência em busca de oportunidades que ofereçam maiores desafios e crescimento profissional.

Para alguém da geração X, como seus pais, por exemplo, esta ambição pode ser considerada um ato que demonstra total desinteresse e incerteza no futuro.

Se você é da geração Y, cresceu num mundo digital e está, desde sempre, familiarizado com dispositivos móveis e comunicação em tempo real, como tal, pertence a um grupo de consumidores exigentes, informados e com peso na tomada de decisões de compra. Você faz parte da primeira geração verdadeiramente globalizada, que cresceu com a tecnologia e a usa desde a primeira infância. A Internet é, para você, uma necessidade essencial – afinal, responda-me: Quanto tempo consegue ficar sem ela sem sofrer com a abstinência? – e com base no seu acesso facilitado, desenvolveu uma grande capacidade em estabelecer e manter relações pessoais próximas, ainda que à distância. A tecnologia e os dispositivos móveis permitiram a comunicação entre si como nenhuma outra geração o tinha feito anteriormente, permitindo partilhar experiências, trocar impressões, comparar, aconselhar e criar e divulgar conteúdos, que são o fundamento das redes sociais. Preocupados com o meio ambiente e as causas sociais, têm um ponto de vista diferente das gerações anteriores, que viveram épocas de guerras e desemprego.

Jovens desta geração têm como hábito ser tão multitarefa quanto seu smartphone, podendo, ao mesmo tempo trabalhar em mais de 1 projeto, responder e-mails, acompanhar as notícias através de algum site, conversar com os colegas de trabalho, conversar com os amigos online, ouvir música e dar atenção às redes sociais. Agora imagine explicar isso àquele gestor jubilado da repartição…

Geração Z

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Essa geração, que compreende os nascidos entre o fim de 1992 a 2010, está ligada intimamente à expansão exponencial da internet e dos aparelhos tecnológicos. As pessoas da Geração Z são conhecidas por serem “nativas digitais”, estando muito familiarizadas com a World Wide Web, com o compartilhamento de arquivos, com os smartphones, tablets, e o melhor de tudo: Sempre conectadas.

Se pensarmos um pouco, vamos perceber que integrantes desta geração nunca viram o mundo sem computador. Outra característica essencial dessa geração é o conceito de mundo que possui, desapegado das fronteiras geográficas. Para eles, a globalização não foi um valor adquirido no meio da vida a um custo elevado. Aprenderam a conviver com ela já na infância. Como informação não lhes falta, estão um passo à frente dos mais velhos, concentrados em adaptar-se aos novos tempos.

Os maiores problemas dessa geração são relacionados à interação social. Paradoxalmente, por estarem tão conectados virtualmente, muitos deles sofrem com a falta de intimidade com a comunicação verbal, o que acaba por causar diversos problemas com as outras gerações. Segundo alguns analistas, essa Geração também é marcada pela ausência da capacidade de ser ouvinte.

A Geração Z é um tanto quanto desconfiada quando o assunto é carreira de sucesso e estudos formais, a maioria já não acredita mais em fazer uma só coisa para o resto da vida ou passar sua vida profissional inteira em uma só empresa. Muitos da geração Z, inclusive, trabalham de casa, é o chamado Home Office, seja em um emprego formal em uma empresa liberal ou informalmente, ganhando dinheiro com blogs, mídia, venda de anúncios YouTube, publicidade, etc. Segundo especialistas, poderá haver uma “escassez” de médicos e cientistas no mundo pós-2020 justamente por isso.

Enfim, essa geração tem um grande problema, segundo as demais: É a geração mais fechada de todas, onde cada um está sempre fechado em seu mundo e isolado através de fones de ouvido (seja em ônibus, universidades, em casa, no ambiente de trabalho…). São os que escutam pouco e falam menos ainda. Pelos demais eles podem ser definidos como a geração que tende ao egocentrismo, preocupando-se somente consigo mesmo na maioria das vezes. Para os mais antigos pode parecer que houve uma mecanização do “pessoal do escritório”.

Problemas

Os principais conflitos pelos conflitos das gerações são motivados pelas características tão diferentes entre si.

No ambiente de trabalho, por exemplo, é mais comum ter como gestor um funcionário da geração X, com vários anos de empresa e que já incorporou totalmente os valores e visão da mesma. Ele está no mesmo emprego desde que saiu da faculdade e se um dia perder aquele trabalho, por qualquer motivo que for, sentir-se-á sem rumo.

Este funcionário precisa gerir ao mesmo tempo seu analista (geração Y) que chegou formado há pouco tempo, cheio de novidades, ideias, multiplataforma e também o estagiário (geração Z), ainda na faculdade, introvertido, que só se manifesta quando formalmente convidado para tal e por tudo isso considerado desinteressado.

Como negar que vá haver conflitos nesse ambiente de trabalho? Ele é inevitável. Em uma apresentação de ideias, talvez  o gestor não vá entender todas as tecnologias utilizadas pelos demais, talvez o uso do celular, indispensável para a ocasião, não seja bem visto por ele. Para os demais, mais novos, por muitas vezes uma reunião física é perda de tempo, contraproducente em tempos de Skype e vídeo-conferências.

O surto de criatividade das gerações mais recentes, embora sempre produtivo e enriquecedor poderá ocasionar perda de produtividade se não focado, bem como, as ideias do gestor, por melhores que sejam, podem não ser bem aproveitadas, ou aproveitadas ao máximo, se ele ignorar que há uma tecnologia que facilita o que ele está propondo e se recusar a conhece-la.

Agora imagina outra situação: Sua empresa é liberal e aposta em novos talentos. Por causa disto contratou um novo gerente de repartição de 25 anos, recém formado e cheio de novas ideias. Bom, entre os novos comandados deste gerente estão, entre outros, aquele “exemplar” da geração X que tem de empresa mais tempo que o seu novo chefe tem de idade. Como fazer ele aceitar as novas ordens? Como fazer se adaptar às novas ideias que chegam com ele? As novas tecnologias, etc.?

E aí? Como resolver? Afinal o panorama só tende a piorar, as pessoas se aposentam mais tarde, os jovens ingressam mais cedo e o mundo muda cada vez mais rápido.

Solução

Bom, a tarefa não é fácil, mas segundo especialistas em RH, coachs e demais profissionais que estudam o fenômeno há solução. Abaixo reproduzimos algumas das dicas que Bob Weinstein, da Troy Media dá aos gestores que precisam lidar diariamente com conflitos no escritório:

Entender os diferentes estilos de trabalho: A geração X não gosta de ser gerenciada nos mínimos detalhes, enquanto a geração Y preza por instruções específicas para realizar tarefas. Vale lembrar que, ainda que os mais antigos não apreciem ser monitorados, gostam de saber do processo, entender como tudo é realizado e fazer parte. A geração Y visa mais a estrutura e o resultado final do processo, mas quer tomar suas próprias decisões e fazer conforme entendem ser melhor para o processo. No caminho gostam de receber feedback. Segundo os consultores, portanto, os mais velhos desejam saber o “como”, enquanto os jovens querem saber o “porquê”.

Leve em conta os valores: Cada geração protege seus valores e os conflitos em decorrência disto podem ser uma ameaça a eles. A geração X, por exemplo, ainda no pensamento anti-guerra dos anos 70, valoriza, e muito, o espírito de equipe, cooperação e comprometimento, enquanto a geração Y prefere tomar uma decisão unilateral e agir, de forma isolada. Já a geração Z valoriza equipes abertas e honestas, que colaborem juntas – e gosta de ter muitas opções para escolher entre elas.

Compartilhe percepções: Quando funcionários de duas ou mais gerações estão envolvidos em um conflito no ambiente de trabalho, eles podem estabelecer um bom diálogo compartilhando suas opiniões. Os mais velhos podem sentir a falta de formalidade e o jeito, talvez, ofensivo dos Z, enquanto os jovens podem se sentir desrespeitados se os X não valorizam suas percepções e insights. É válido ter grupos distintos criando quadros com pontos de vista que mais valorizam. Funciona como um lembrete visual a todos e mostra, de maneira clara, a diferença entre as gerações, além de ser uma atividade divertida que não julga se são errados ou certos os valores de cada pessoa, apenas respeitando-os.

Valorize o melhor de cada geração: Você não pode mudar as experiências de vida das pessoas, mas pode trabalhar para que as atitudes no ambiente de trabalho e as expectativas delas sejam as melhores possíveis. Um X conhecedor do mercado, que é frustrado pela falta de experiência demonstrada por um Z pode, por meio de sua autoestima e bom senso, se tornar um mentor. “Pelo que tenho visto em minha experiência, relata, se você quer resolver problemas com uma solução criativa, vá em direção aos jovens. Estudos mostram que as pessoas imersas na tecnologia digital são 10% melhores na resolução de problemas do que seus parceiros mais velhos. Não acredite que as decisões e soluções possam vir apenas dos mais experientes. Os Y são a geração mais criativa que temos visto nos últimos tempos. Utilize as habilidades de cada geração da melhor forma possível!”

Busque pontos em comum: A geração Y tende a valorizar segurança e estabilidade mesmo que precisem mudar constantemente de emprego, já os X são mais resistentes a mudanças, mas ambos atribuem importância a treinamento e desenvolvimento. Tanto Y como Z depositam um grande valor na flexibilidade do ambiente de trabalho, além de prezarem o balanço entre vida pessoal e profissional. Os X e os Y se sentem mais confortáveis com a diversidade e estilos de vida alternativos. Descubra os pontos em comum e também as diferenças entre as gerações. Ajude-os a perceber, em equipe, como eles podem utilizar suas forças em conjunto. Traga até eles a consciência sobre o ciclo de gerações para que descubram onde se encaixam.

Aprenda com os demais: Cada geração possui lições valiosas para ensinar umas às outras. Os X têm a sabedoria, o conhecimento e os “truques” de que os jovens precisam. A geração Y é conhecida por sua lealdade e habilidade de mediação. Já a geração Z está mais antenada ao ambiente de trabalho do futuro, ao marketing e às tendências de mercado.

Fonte: Maximiliano Meyer (https://www.oficinadanet.com.br/post/13498-quais-as-diferencas-entre-as-geracoes-x-y-e-z-e-como-administrar-os-conflitos)

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Programa de Parceria entre Etec e Consinco inicia treinamento para o ingresso em ações de Capacitação do PISO

Saulo Sousa em palestra na Etec: parceria de sucesso

Saulo Sousa em palestra na Etec: parceria de sucesso

Teve início em fevereiro de 2017 o Programa de Parceria entre a Etec Antônio de Pádua Cardoso, de Batatais, SP, e a associada Consinco S/A, desenvolvedora de Sistemas de Gestão Corporativa para o ramo de atacadistas, distribuidoras e varejistas. A ação inclui treinamentos aos alunos e docentes, oferecendo à Etec, nesta primeira etapa, palestras gratuitas com conteúdos teóricos sobre negócio e ferramentas de software relacionados a seu ramo de atuação.

A Etec, por sua vez, oferecerá em seu curso Técnico de Informática o conteúdo técnico, alinhado às tecnologias em uso pela empresa (banco de dados e linguagem de programação) e às bases tecnológicas das disciplinas de Programação de Computadores e Desenvolvimento de Softwares. Na segunda etapa, ao final do semestre, os alunos apresentarão projetos de software, com base nos conteúdos aplicados, a uma banca de avaliação composta pelos docentes e gestores das áreas de Produtos e Tecnologia da Consinco, proporcionando aos autores dos projetos aprovados a oportunidade de ingressarem no Programa de Capacitação do PISO.

Pela Etec, os professores Alexandre Dutra de Oliveira e Luis Fernando da Silva serão os orientadores do projeto, juntamente com o coordenador do Curso Técnico em Informática Nelson Francisco Manfrin e Saulo de Souza, Consultor de Treinamentos da Consinco.

No ano de 2016, a Etec já havia participado de um projeto de seleção de alunos para um Programa de Capacitação do PISO, juntamente com outras Etecs e Fatecs da região de Ribeirão Preto.

 

 

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Lugar de mulher é onde ela quiser: inclusive na área de TI

Conheça algumas das líderes que se destacam por trás dos computadores e que ajudaram a transformar a região de Ribeirão Preto em um importante polo da Tecnologia da Informação

Andresa Cantolini, CEO do PISO: "Em uma softwarehouse, tanto mulheres quanto homens podem se destacar igualmente"

Andresa Cantolini, CEO do PISO: “Em uma softwarehouse, tanto mulheres quanto homens podem se destacar igualmente”

Elas trabalham e lideram em um universo ultra masculino. Estamos falando das mulheres profissionais da área de Tecnologia da Informação, um setor em que, no Brasil, 83% do quadro técnico é formado por homens.

Em Ribeirão Preto, levantamento do PISO atesta esses números, mostrando que a presença de mulheres de TI nas organizações associadas é realmente pequena. Indo mais além, a entidade aponta que o percentual de mulheres que se inscrevem nos cursos oferecidos pelo PISO de capacitação – que garantem vagas no mercado de trabalho – comumente, é de 15 a 20%.

No entanto, quem lidera a associação que hoje reúne 38 associadas é uma mulher. Andresa Cantolini, diretora executiva, afirma que esses números tão divergentes acontecem devido a questões culturais: mais homens que mulheres costumam buscar carreiras de Exatas – mas que o gênero do profissional, de forma alguma, interfere na decisão por sua contratação.

“Poucas mulheres despertam para essa área. Em todas as universidades e Centros de Formação em que faço palestras, a presença esmagadora é de homens, no entanto, não deveríamos tratar nenhuma profissão como sendo puramente masculina. Em uma softwarehouse, tanto mulheres quanto homens podem se destacar igualmente, assim como em qualquer outra profissão”, garante.

Andresa optou por essa área há 12 anos e sente-se apaixonada pelo que faz. “Trata-se de um mercado de grandes oportunidades e possibilidades. Trabalho com empresários conscientes no que envolvem formação, ética e desenvolvimento de pessoas, me trazendo um sentimento de dever cumprido em todos os projetos realizados”, complementa.

 As mulheres da TI

 Sócia da líder nacional  em seu segmento – Paulíria Pimenta Queiroz é gerente de Produto e sócia da

Sócia da Consinco, Pauliria lidera uma equipe formada por 90% de homens

Sócia da Consinco, Pauliria lidera uma equipe formada 90% por homens

Consinco SA, desenvolvedora de software para varejo com mais de 300 colaboradores. Formada em Análises de Sistemas com pós em Gestão Empresarial, ela conta que sempre se identificou mais com a área de Exatas e viu na “profissão do futuro” sua oportunidade de trilhar uma carreira de sucesso.

Ela conta que nem tudo foram flores. Na faculdade onde fez o curso, havia somente dois computadores para todos os estudantes e, por isso, as aulas abrangiam mais a parte teórica. “Para poder executar a prática, comecei a trabalhar na área já no primeiro ano da faculdade o que foi muito bom pois conseguia assimilar e aplicar melhor os conhecimentos. Morava e trabalhava em São Sebastião do Paraíso, MG, e fazia a faculdade em Franca, SP, então ia e voltava todos os dias de ônibus. Era bem puxado, mas valeu a pena”, garante.

Desde que ingressou na área, Paulíria percebeu a predominância masculina. Hoje, lidera uma equipe formada 90% por homens e, segundo ela, a relação entre todos é natural e transparente. “Sou muito respeitada e tenho muito respeito e admiração por todos. Procuro aplicar o que aprendi até hoje em relação à liderança e gestão e temos obtido sempre bons resultados”, completa.

Para Paula, é gratificante ser líder em um universo predominantemente masculino

Para Paula, é gratificante ser líder em um universo predominantemente masculino

 Exemplo de destaque – Paula Issa Barbosa é Coordenadora de Produto da Consinco SA. Formada em Ciências da Computação, nunca parou de estudar: fez MBA em Gestão Empresarial com ênfase em TI, pós-graduação em Gerenciamento de Projetos e agora está fazendo Gestão Estratégica de Pessoas. Escolheu a área de TI por gostar de Exatas. “Desde pequena adorava resolver problemas e quebra-cabeças”, brinca.

Com 12 anos de experiência na área, Paula hoje é líder de seu setor, coordenando uma equipe de desenvolvimento. “Gosto de participar da formação dela, de me envolver com a criação de soluções em sistemas para resolver problemas operacionais dos clientes e de direcionar minha equipe para se empenhar ao máximo com nossas entregas”, conta.

Para ela, a predominância masculina em sua área de atuação nunca foi um problema. “Desde a faculdade, noto que a maioria dos profissionais de TI é masculina e já me acostumei com isso. Na minha equipe não é diferente, refletindo bem essa realidade: de 22 pessoas, somos em apenas quatro mulheres. Mas, para mim, é gratificante ser uma líder neste universo predominantemente masculino, pois posso ser exemplo para outras mulheres de que, com trabalho sério, preparação e dedicação, é possível nos destacarmos nas empresas de TI”, enfatiza.

Fazendo-se ser ouvida - Jornalista por formação, Célia Felipe apaixonou-se pela área de TI, seguindo há 17 anos

Jornalista, Célia apaixonou-se por TI e já está há 17 anos na área

Jornalista, Célia apaixonou-se por TI e já está há 17 anos na área

nesse universo. Gerente Comercial da Vórtice, que atua na gestão de processos de negócios de seus clientes, iniciou na área de Marketing em outra empresa e acabou por se envolver com sistemas para tratar da gestão de relacionamento com clientes – e ali iniciou sua história na carreira que se encontra até hoje.

Desde seu ingresso na área tecnológica, lida todos os dias com uma equipe formada por homens em sua maioria, embora, segundo ela, essa predominância pouco interfira. “A presença feminina de fato é bem pequena desde a formação acadêmica. Começando pelas áreas técnicas assim como as áreas de negócios, incluindo a área comercial, temos que nos fazer presente e ser ouvidas e valorizadas como qualquer outro profissional”, afirma.

Ser detalhista para se destacar - Sandra Ferreira é gerente de desenvolvimento e

Sandra: mulheres estão mudando a estatística da área

Sandra: mulheres estão mudando a estatística do setor

responsável pela unidade da Senior Ribeirão Preto, líder em softwares e serviços para o setor financeiro. Formada em Contabilidade, na época que iniciou sua atividade profissional, Informática era a profissão do futuro, com grandes oportunidades no mercado e, por isso, ela acabou se aproximando da área. Desde seu primeiro emprego, percebeu que era isso que queria para sua carreira. “Sou detalhista e exigente comigo e com as pessoas que estão ao meu redor e nesta profissão, precisamos de ter um pouco deste perfil”, atesta.

Líder de uma equipe formada em sua maioria por homens, Sandra garante se sentir muito respeitada por todos. “Apesar das mulheres serem a minoria, percebo que estamos mudando esta estatística. No início da minha vida profissional, era mais raro encontrar mulheres nesta área, mas agora está ficando mais comum. Bom para nós que conseguimos mostrar que podemos nos sair bem numa profissão que exige lógica, raciocínio e concentração”.

 

 

 

 

 

 

 

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Comunicação interna: como está o trâmite de informações na sua empresa?

O tipo de comunicação que mais desafia as empresas é aquela destinada ao público interno, cujas organizações julgam erroneamente ser a que mais conhecem. Chamada de Comunicação Interna, a ação é parte de um trabalho de Endomarketing que valoriza e aprimora as relações com seus funcionários. Em contrapartida, busca-se uma produção mais eficiente, a melhoria do atendimento aos clientes e o favorecimento do desenvolvimento do negócio como um todo.

No setor de Tecnologia da Informação, em constante desenvolvimento e aperfeiçoamento devido ao crescimento diário de novas plataformas, programas e aplicativos, a exigência por uma Comunicação Interna eficiente tem sido cada vez maior e chega na organização com o objetivo de inspirar um novo clima organizacional, mais produtivo e participativo.

Para Alex Bertoldi, consultor em gestão de pessoas, nesse setor, a qualidade da comunicação é um fator crítico pois as empresas possuem básica técnica e, desta forma, a troca de informações deve ser muito clara e constante. “Uma boa comunicação no ambiente interno facilita que talentos sejam evidenciados além de ajudar na resolução de problemas. O ganho é dos dois lados pois toda falha de comunicação resultará em perda de eficiência ou retrabalho, refletindo em desperdício de tempo”, esclarece.

Mesmo muitas vezes não tendo um departamento institucionalizado da área, uma empresa pode trabalhar a CI por meio de outros departamentos e até mesmo profissionais terceirizados, utilizando-se de diversos canais, a começar pelos próprios líderes que devem promover diálogos e gerar avaliações de desempenho com seus respectivos feedbacks. Desta forma, é de extrema importância que o trabalho envolva ou esteja alinhado com o setor de Recursos Humanos.

Os planos mais comuns na área de Comunicação nas empresas de TI envolvem a utilização de canais como intranet, TV´s Corporativas, informativos direcionados online e off-line, redes sociais corporativas, distribuição de monitores de TV pelos departamentos ou placas de comunicados em pontos estratégicos bem como campanhas sazonais que envolvam toda a equipe, diminuindo, desta forma, os ruídos da comunicação causados por boatos e informações truncadas. Devido à familiaridade com a tecnologia, nas empresas de TI, a intranet costuma ser a maior aposta das empresas, visto que o acesso interno a computadores, tablets e smartphones é massivo. No entanto, o consultor explica que diante da rapidez das informações, conteúdos referentes a assuntos internos de interesse geral devem ser atualizados periodicamente. “Importante também identificar o modelo de comunicação para cada tipo de negócio”, complementa Bertoldi.

A Consinco SA, fornecedora de software para o varejo, possui ações como intranet e rede social interna e trabalha na capacitação dos gestores para o papel diário de porta-vozes da empresa e de suas esquipes. “A eficiência da Comunicação não pode ser apenas medida por quantidade de campanhas ou publicações, mas também ‘percebida’ no ambiente organizacional pelo alinhamento de discurso e direção estratégica. Este trabalho é a espinha dorsal da estratégia organizacional, por isso a necessidade de um profissional que conheça o posicionamento estratégico da organização e seja capaz de ‘traduzi-lo’ para seus diversos públicos considerando a diversidade de interesses”, explica Nanci Erthal, gestora de Recursos Humanos da empresa.

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10 dicas para proteger os computadores da sua empresa

green-computer-1552038Qualquer empresa que não esteja devidamente preparada para possíveis ameaças externas em sua rede, pode sofrer consequências graves como perda de dados, vazamento de informações importantes e, até mesmo, sequestro de arquivos digitais. André Torrieri, Diretor Técnico da Heurys Tecnologia, empresa associada ao PISO e especializada em serviços gerenciados e segurança em TI, dá algumas dicas sobre como as organizações devem se prevenir de ataques.

1) Mantenha suas soluções de segurança sempre atualizadas

As soluções de segurança (Antivirus, Antispam, Antispyware, Firewall, entre outras) estão constantemente recebendo atualizações dos seus fabricantes para que possam responder de forma adequada e certeira às novas ameaças que surgem, por isso, é importante estarem sempre ‘rodando’ suas últimas versões;

 2) Sua Equipe de TI deve estar antenada

Quem vai tomar conta dessas soluções precisa saber com ‘o que’ está lidando, por isso, invista em treinamentos, workshops e Webinars para sua equipe de TI se manter também sempre a par dos novos problemas (que cá entre nós, aparecem todos os dias);

 3) Desative aplicações desnecessárias

Executar apenas softwares estritamente necessários ao Negócio da empresa é uma forma de diminuir sua janela de risco. Aplicações antigas que não estão sendo mais utilizadas também devem ser desligadas por completo. Restrinja o ‘campo de trabalho’ de um atacante;

 4) Cuidado com dados nas redes sociais

É muito comum os colaboradores publicarem conteúdo relativo ao seu ambiente de trabalho nas Redes Sociais e isso acaba entregando um volume de informações úteis a quem deseja atacar uma rede remota de computadores. Uma busca nas principais mídias (Facebook, Linkedin, Twitter, Instagram) pode revelar coisas de dentro da sua empresa que talvez nem você sabia;

 5) Informe-se sobre fornecedores de TI

Ao contratar um fornecedor de TI, verifique como ele trata a segurança da própria aplicação. Muitos fornecedores de tecnologias não estão preocupados se suas soluções tratam devidamente as questões de segurança. Falhas nos códigos escritos, portas de conexão abertas, não homologar sistemas operacionais mais recentes e senhas admin padrão, estão entre as principais brechas que uma nova solução de tecnologia pode trazer para dentro do ambiente;

 6) Tenha uma Rede Wifi isolada do ambiente corporativo

É cada vez mais comum os usuários pedirem para conectar seus celulares, tablets, etc, na WiFi da empresa. Dispositivos móveis particulares conectados na rede corporativa, da sigla em inglês BYOD (Bring Your Own Device), são um ponto de atenção nesse novo cenário de ameaças. Muitas vezes, essas redes sem fio não estão devidamente segmentadas no ambiente corporativo e isso acaba expondo toda a empresa a um dispositivo que possa estar infectado por um malware, ou mesmo invadido por um hacker.

 7) Implante uma Política de troca de senhas

Em algumas empresas ainda é comum encontrarmos cenários onde os usuários utilizam a mesma senha há vários anos. Além de serem as mesmas senhas desde sempre, são, normalmente, senhas fáceis. Uma política que obrigue todos os usuários a trocarem suas senhas com uma certa frequência (a cada 30 ou 40 dias, por exemplo) ajuda muito nesse controle de acesso.

 8) Garanta que seus backups/restores estejam funcionando

Pode parecer estranho esse item aparecer aqui, já que estamos falando de dicas de segurança, mas a verdade é que quando tudo mais der errado e o seu ambiente for comprometido de maneira irreversível, a única coisa a fazer é restaurar o backup. Por isso, é importante sempre fazer testes de restauração e garantir que os backups estejam funcionando corretamente e no momento que você mais precisar – e tomara que você não precise – eles irão te atender.

 9) Tenha uma empresa focada em Segurança para ajudá-lo

A mesma empresa que o ajuda a cuidar da sua infraestrutura de TI pode não estar preparada tecnicamente para lidar com o cenário de ameaças e invasões. É importante ter ajuda de uma empresa que tenha essa especialização e possa apoiá-lo nas decisões voltadas para Segurança, além de acompanhar o seu ambiente. Fazendo uma analogia, é a diferença entre buscar um Clínico Geral ou um Neurologista. O primeiro entende até certo ponto o seu problema, o segundo, entende por completo.

 10) Conscientize o seu Usuário de TI

De nada adianta tomar todas as precauções acima se o seu usuário de TI não está pronto para lidar com o problema. Ele precisa saber dos riscos de clicar em qualquer link que chega por e-mail, de repassar uma informação interna a um desconhecido, de abrir arquivos de origem duvidosa, entre outras coisas. Uma forma de fazer isso é através de palestras educativas que tratem o problema de forma leve e intuitiva.