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Encontro orientará empresas interessadas no GPTW

O PISO promoverá na próxima sexta-feira, dia 17 de agosto, às 9h, junto com a ASR Consultoria e Assessoria em Qualidade e a GPTW – Great Place to Work, um encontro que tratará assuntos pertinentes às organizações que desejam implementar novas práticas em negócios e processos a fim de se inscreverem no GPTW e obterem a percepção dos colaboradores em relação à empresa.

Na ocasião, a ASR Consultoria, por meio de seu sócio, Renato Luiz Della Volpe , fará a apresentação do Programa Cooperado “Estruturação e Melhoria Organizacional” com o objetivo de prover condições das empresas interessadas de implantar ou evoluir na implementação de melhorias e novas práticas em seus negócios e processos relacionados, utilizando melhores práticas e padrões reconhecidos pelo mercado e alinhadas às suas necessidades de evolução.

O Programa Cooperado está baseado na apresentação, por meio de Workshops, que possuem um conjunto de Áreas de Atuação para a Evolução da Maturidade e Capacidade, para que os representantes de cada empresa possam obter o conhecimento necessário e iniciar as práticas aplicáveis à cada empresa.

Em seguida, Márcio Camargo, representante regional do Great Place to Work no interior do estado de São Paulo falará sobre a importância da motivação dos colaboradores a confiança como fator chave na obtenção de melhores resultados para o negócio, o papel da liderança na melhoria dos ambientes de trabalho, Giftwork como diferencial nas relações entre as pessoas e práticas que fazem a diferença nas melhores empresas para trabalhar.

Para participar, é preciso fazer a inscrição pelo https://goo.gl/forms/ U9CBpPOm3VblcDKG3. Informe-se sobre valores abaixo.

SERVIÇO

Data: 17 de agosto de 2018 (sexta-feira)

Local: PISO – Polo Industrial de Software – Parque Tecnológico Supera (Av. Dra. Nadir Aguiar, 1802, Prédio 2 – térreo).

Horário: 09:00 ~ 11:00 horas

  • Valor para não associada: R$ 150,00
  • Valor para associados APL da Saúde e Polo Cervejeiro: R$ 100,00
  • Valor para associados SUPERA Parque: R$ 75,00
  • Associados ao PISO: GRATUITO
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Mais 40 alunos se formam em cursos de capacitação do PISO

Diretoria do PISO, Consinco e SUPERA: unidos em prol do mercado de TI e da sociedade em geral

Diretoria do PISO, Consinco e SUPERA: unidos em prol do mercado de TI e da sociedade em geral

Aconteceu hoje, dia 17 de julho, a solenidade de entrega dos diplomas dos 40 alunos que se formaram nos dois cursos de Tecnologia da Informação oferecidos no início do ano pelo PISO em parceria com o Sindicato das Empresas de Processamento de Dados e Serviços de Informática do Estado de São Paulo – Seprosp,

As capacitações em “Desenvolvedor Desktop” e “Suporte Técnico” fazem parte de ações do Polo para driblar a escassez de mão de obra do setor de TI da macrorregião de Ribeirão Preto, que, graças a esse empenho, tornou-se a que mais emprega profissionais da área em todo o país.

Os cursos totalmente gratuitos e direcionados para estudantes da área de Tecnologia, contaram com 300 horas/aula, abordando a essência do que é vivido no cotidiano das empresas associadas. Segundo Saulo Sousa, coordenador dos cursos, o programa já formou mais de 140 alunos, todos direcionados automaticamente para atuarem no mercado de trabalho. “O curso oferece conhecimento prático, tanto de programação quanto de atendimento e é esse o diferencial que faz o aluno chegar em um nível interessante que atenda as necessidades reais das empresas”, salienta.

Ainda de acordo com o coordenador, o programa visa benefícios que vão muito além das empresas, atingindo estudantes e sociedade em geral. “Esse programa é um sucesso e todos os alunos fazem parte disso e vêm para resolver aquele famoso dilema do mercado de trabalho que diz ‘eu preciso de experiencia para conseguir um emprego, mas preciso de um emprego para conseguir experiência’”.

Os treinamentos acontecem desde 2014 por meio do Centro de Capacitação Profissional, instalado na sede do PISO que está sediado no Supera Parque e cerca de R$ 500 mil já foram investidos pelas empresas associadas para que o programa obtivesse resultados positivos.

Matheus Amaro, estudante de Análise e Desenvolvimento de Sistemas na Fatec de Mococa, foi um dos que se formou hoje. O aluno conta que a oportunidade oferecida pelo PISO é ímpar. “Fazia quatro anos que eu procurava uma chance na área de TI e não conseguia encontrar. Quando soube do curso de Desenvolvedor Desktop, arrisquei: pedi demissão do meu antigo emprego e resolvi tentar. Valeu a pena correr o risco”. O estudante já está trabalhando em uma empresa associada desde o primeiro semestre de 2018.

A história da Fabíola Gonçalves, de 26 anos, também é motivadora. Natural de Fortaleza, CE, veio sozinha para a região de Ribeirão Preto pensando em investir em seu futuro. Cursando Análise e Desenvolvimento de Sistemas na Fatec do município, ela encarou a rotina cansativa que teve de despender para concluir o curso de Suporte do PISO: ia às aulas pela manhã e emendava o dia com um emprego em um Shopping de Ribeirão Preto e com as aulas na faculdade, inclusive aos finais de semana. A estudante conta que já trabalhou em diversos setores, mas nunca no de TI, que é o que ela sempre buscou. “Essa oportunidade foi um salto. Eu queria muito algo na minha área mas não via luz por não ter experiência”. A estudante já foi encaminha ao mercado de trabalho em uma associada do PISO.

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Participe do Programa de Estruturação e Melhoria Organizacional

O PISO está promovendo junto com a ASR Consultoria e Assessoria de Qualidade, o programa Cooperado “Estruturação e Melhoria Organizacional” que tem como objetivo ajudar as empresas participantes a implantarem ou evoluirem na implementação de melhorias e novas práticas em seus negócios.

Este Programa Cooperado está baseado na apresentação inicial, por meio de workshops, destas práticas e padrões para que os representantes de cada empresa possam obter o conhecimento necessário e iniciar as práticas aplicáveis a cada empresa. Estão previstos 10 workshops para a Evolução da Maturidade e Capacidade de cada empresa. Estas, não necessitam participar de todos os workshops, mas sim daqueles que forem necessários frente suas estratégias e necessidades de evolução.

Cada workshop possui um conjunto de áreas de atuação para Evolução da Maturidade e Capacidade. Trata-se de um programa com metodologia bem flexível em que cada empresa escolhe suas prioridades de atuação dependendo de suas necessidades, maturidade atual, preocupações frente ao cliente entre outros fatores.

Além dos cursos, cada empresa poderá contratar horas de consultoria e assessoria e também serviços de documentação e elaboração de processos, avaliação de projetos, entre outros.

Para os associados do PISO as inscrições são gratuitas. Para associados do SUPERA, a inscrição custa R$ 100,00 e para não-associados, R$ 150,00. A presença deve ser confirmada até dia 2 de julho através do email: piso@piso.org.br.

 

 

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5 dicas para seu crescimento pessoal e profissional

Promova simples e pequenas mudanças, que podem alterar o curso da sua história

O crescimento pessoal é uma jornada interminável e difícil rumo ao aperfeiçoamento. Obviamente, não existe perfeição, mas o investimento na melhoria continua. Já crescer profissionalmente envolve de forma direta o resultado do seu aperfeiçoamento pessoal, conhecimento, competências e habilidades. Neste breve texto, listei algumas reflexões para que comece a traçar o seu caminho; e obtenha sucesso, é claro. Tudo começa com uma atitude positiva, ou seja, você tem que acreditar e estar disposto a enfrentar os desafios. Portanto, faça a seguinte reflexão: Eu posso, eu faço, eu consigo! (Certo?)

Abaixo listei cinco itens importantes:

 

1º Descubra mais sobre você

O que você valoriza, do que gosta, quais habilidades o tornam uma pessoa diferenciada. Nesta investigação sobre você, procure também identificar comportamentos que gostaria de mudar.

 

2º Como você se vê?

Você é capaz de fazer uma avaliação positiva sobre si mesmo? Criar uma autoimagem positiva sobre si é fundamental. Afinal, como transmitir confiança sem acreditar em si mesmo? Fazer uma autoavaliação é parte importante do processo evolutivo.

 

3º Afaste-se do destrutivo

É muito difícil romper, não é mesmo? Mas será preciso. Amizades interesseiras, gente grosseira e pessoas que não acrescentam nada de positivo às nossas vidas devem ser eliminadas. Talvez seja doloroso assumir, mas há relacionamentos que somente contribuem para nossa estagnação ou declínio.

 

4º Defina metas

Disse Sêneca: “Não há vento favorável para aquele que não sabe aonde vai.” É a mais pura verdade. Uma pessoa sem metas definidas está sujeita as intempéries da vida. Já quem possui objetivos específicos consegue com maior facilidade traçar planos para alcançá-los.

 

5º Obtenha autonomia

Pessoas dependentes estão sempre insatisfeitas e, com muita facilidade, culpam os outros por seus insucessos. Portanto, pense como é bom ter liberdade para escolher. Obviamente muitas pessoas não optam por uma vida plena; afinal, liberdade requer responsabilidade, não é? Obter autonomia ajuda você a desenvolver mais sua autoconfiança e, consequentemente, tornar-se uma pessoa mais assertiva.

 

Lembre-se da frase de Alice Walker: “Não pode ser seu amigo quem exige seu silêncio ou atrapalha seu crescimento.” Portanto, não se engane, seja o seu melhor amigo, eliminando de sua vida o que te prejudica.

Débora Martins, empresária, coach e palestrante

 

 

Fonte: Portal Administradores

 

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Precisamos falar sobre o lixo eletrônico

Em 2017, cerca de 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico foram descartados

O meio ambiente e países do terceiro mundo estão pagando um preço muito alto pela era digital. Cálculo recente provou que em 2017, cerca de 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico (e-waste) como são chamados os equipamentos eletrônicos descartados, suas baterias, celulares e até partes de brinquedos infantis, foram descartados pela sociedade. O mais espantoso é o ritmo com que isto vem aumentando: de 2017 para 2015 houve um aumento de 20% no lixo eletrônico descartado. O destino de todo esse material tóxico e danoso são países do terceiro mundo, em especial a cidade de Guiyu na China, Accra em Ghana e diversas cidades da Índia. 

Desastre ecológico e social

Na Índia, 25 mil trabalhadores, boa parte crianças, são empregados em estaleiros de sucata em Nova Delhi por exemplo, onde 10 a 200 toneladas de resíduos eletrônicos são manipuladas a cada ano, sendo 25% de computadores. Em Guiyu, estimava-se que 80% das crianças sofrem de algum tipo de doença respiratória por causa do ar contaminado vindo de áreas de reciclagem ou lixões a céu aberto. A Organização Mundial de Saúde afirma que metais pesados, como chumbo e cádmio, presentes em componentes eletrônicos, mesmo em níveis baixos, podem ameaçar o desenvolvimento infantil e causar danos neurológicos. Em Accra, a contaminação ambiental do chumbo é predominantemente causada pela queima do revestimento plástico de fios de cobre. A fumaça liberada destes plásticos e metais utilizados nos componentes eletrônicos é altamente tóxica e cancerígena.

Palavras

Governos e ONGs em todo o mundo têm se mobilizado para regularizar empresas de reciclagem, mas isto não é suficiente. Nas últimas décadas, velocidade da inovação, pressão de investidores e busca alucinante por liderança de mercado fez com que o lançamento de novos produtos eletrônicos caísse para menos de um ano. Para seduzir consumidores a trocar/descartar seus equipamentos, práticas de marketing agressivas e uso de técnicas duvidosas de obsolescência induzida são usadas sem nenhum pudor. Então se esta é o caminho para o novo,  não vejo outra solução para os produtos descartados senão a adoção global da “Logística Reversa”, a qual lida com o caminho inverso, isto é, do produto que está nas mãos dos consumidores até sua volta ao fabricante.

Transferir para sociedade, governos e ONGs a responsabilidade da reciclagem de eletrônicos é um absurdo, considerando a complexidade, perigo e danos ao meio ambiente e a saúde das pessoas durante a manipulação destes produtos. Reciclar eletrônicos é coisa de especialistas, de fato, é uma “engenharia reversa” que fabricantes conhecem muito bem, já que dominam o processo de montagem do começo ao fim. De fato, precisamos falar sobre lixo eletrônico em particular com a indústria de eletrônicos, seus CEOs, designers e gênios do marketing os quais precisam repensar sua postura irresponsável diante da sociedade e do meio ambiente e devem: [1.] investir  na construção de parques próprios de reciclagem; [2.] inaugurar pontos de coleta de produtos usados em cada um de seus pontos de venda e [3.] reciclar seus produtos reutilizando materiais de forma sustentável.

Além das palavras

A motivação para este breve artigo veio da exposição do fotógrafo alemão Kai Löffelbein (foto que destaca esse post) o qual passou sete anos documentando como metais são extraídos de componentes eletrônicos, muitas vezes em condições perigosas. O seu próximo livro, CTRL-X: A Topografia do E-Waste, contém fotografias que ele tirou em Gana, na China e na Índia.

 

Ricardo Murer - Graduado em Ciências da Computação, mestre em Comunicação, atua no mercado digital há 28 anos. Atualmente é Head de Operações da Agnitio e Professor de Redes Sociais (MBA) na ESPM.

 

Fonte: Olhar Digital

 

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PISO aborda iniciativas de capacitação do jovem em audiência pública

Por meio de sua Diretora Executiva Andresa Cantolini, o PISO participou de audiência pública na Câmara Municipal de Vereadores de Ribeirão Preto no último dia 28 de março cujo tema em discussão foi “pacto social do primeiro emprego”, com relevância para a Lei do Aprendiz e para a necessidade da criação de alternativas para a inserção do jovem no mercado de trabalho, dentre elas, o despertar do interesse por carreiras específicas e, para isso, o estímulo à capacitação profissional.

A iniciativa foi do vereador Marcos Papa e, dentre os convidados da mesa, estavam presentes autoridades, membros de entidades de apoio empresarial e ao jovem e um jovem aprendiz atuante em uma associada do Polo.

Andresa Cantolini enfatizou o trabalho do PISO que desde 2007 capacita jovens profissionais para que estejam preparados para o mercado de TI. “Nosso objetivo tem sido trazer alunos de Tecnologia de escolas técnicas e universidades para dentro da sala de aula (Centro de Capacitação Profissional do PISO), capacitá-los e estimular suas habilidades. Ao término desse treinamento, as empresas os contratam”.

Para assistir à audiência completa, clicar no https://bit.ly/2pOIF0Q

Foto: AI Câmara Municipal

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A Mulher e o mercado de TI

Andresa Cantolini,, CEO do PISO

Andresa Cantolini, CEO do PISO

No século XX, em meio a importantes conflitos mundiais, as mulheres foram conquistando seu lugar ao sol no mercado de trabalho – muitas por opção, outras, por necessidade de sustento ou colaboração financeira da família. Passado um século, as mulheres ainda vêm lutando com ainda mais garra em prol desse importante movimento, sendo cada vez mais comum – e importante –  falarmos sobre o Empoderamento Feminino.

Mas afinal, o que seria mesmo empoderar-se?

Empoderar é tomar posse de si, é ter capacidade, discernimento e responsabilidade de suas ações em qual área for. É o posicionamento das mulheres nos campos profissional, social, político e econômico. É a mulher ter voz e representatividade em diversos âmbitos.

Segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), atualmente, 25% das mulheres ocupam postos de trabalho na área de TI. Pode parecer um número pequeno, porém, demonstra o cenário de uma luta por igualdade. Nos cursos de formação profissional oferecidos por nossa entidade, a participação feminina vem aumentando a olhos nus. Nos últimos anos, 10% dos alunos que nos procuram para iniciar um curso de capacitação, são do universo feminino. Dentre os selecionados, 20% são mulheres – e todos entram com perspectivas de inserção no mercado de TI.

Esse crescimento se reflete também nas empresas do PISO, onde notamos com felicidade que vem havendo um crescimento significativo de contratações femininas, inclusive, em cargos de liderança.

No dia de hoje, é importante parabenizar as mulheres por suas inúmeras conquistas, porém, se torna igualmente fundamental salientar que a luta da mulher não acabou. Ela existe todos os dias, no ambiente competitivo de trabalho, nas divisões desiguais das tarefas domésticas, na maternidade muitas vezes solitária, dentre outros aspectos sociais.

A mulher busca a igualdade de direitos e cada vez mais, empodera-se para ter seu papel valorizado na sociedade. O PISO apoia esta causa desde o investimento na capacitação até na valorização das habilidades de centenas de mulheres que hoje estão atuando no mercado de Tecnologia da Informação de Ribeirão Preto.

A todas as mulheres que são parte do sucesso deste segmento, nosso muito obrigada.

Andresa Cantolini – Diretora Executiva do PISO

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PISO é responsável pela formação de 100 novos colaboradores do setor de TI da região

O Polo Industrial de Software de Ribeirão Preto – PISO tem sido exemplo para o segmento nacional de tecnologia e para a sociedade em geral de que é possível driblar a escassez de mão-de-obra com criatividade e empenho de boa parte da cadeia produtiva local de TI.

Desde 2014, o Polo, com o apoio do Sindicato das Empresas de Processamento de Dados e Serviços de Informática do Estado de São Paulo – SEPROSP, oferece cursos totalmente gratuitos de formação profissional para alunos de universidades de Ribeirão Preto e região que já cursam a área técnica. Ao final do treinamento, o objetivo é que todos sejam automaticamente contratados por empresas associadas.

“Os próprios empresários especificam demandas de suas empresas para que os cursos oferecidos estejam alinhados com as reais necessidades do mercado”, afirma Andresa Cantolini, CEO do PISO. Segundo a diretora, mais de R$ 450 mil já foram investidos pelas empresas para que o programa se tornasse esse sucesso. Cada treinamento tem, em média, quatro meses de duração e o polo já ofereceu seis, ao todo, totalizando 1.764 horas de aula.

Os resultados desses esforços são números que destoam de forma positiva para a realidade das empresas do resto do país: mais de 100 novos profissionais capacitados e contratados em apenas três anos. “Trata-se de uma conquista não somente para o setor, mas para a sociedade em geral visto que estamos fazendo nossa parte para que as empresas cresçam de forma sustentável, gerando empregos e produzindo cada vez mais”, complementa Andresa.

Em 2017, o PISO realizou dois cursos, sendo o primeiro na área de Atendimento ao Cliente e o segundo no setor de Desenvolvimento de Software, totalizando 40 alunos capacitados que já estão inseridos no mercado de trabalho. Em 2018, dois cursos de formação já tiveram início: um de Desenvolvimento e outro de Suporte e um terceiro deverá acontecer no segundo semestre. Além disso, dois cursos de atualização também estão previstos para esse ano.