post

Mais 40 alunos se formam em cursos de capacitação do PISO

Diretoria do PISO, Consinco e SUPERA: unidos em prol do mercado de TI e da sociedade em geral

Diretoria do PISO, Consinco e SUPERA: unidos em prol do mercado de TI e da sociedade em geral

Aconteceu hoje, dia 17 de julho, a solenidade de entrega dos diplomas dos 40 alunos que se formaram nos dois cursos de Tecnologia da Informação oferecidos no início do ano pelo PISO em parceria com o Sindicato das Empresas de Processamento de Dados e Serviços de Informática do Estado de São Paulo – Seprosp,

As capacitações em “Desenvolvedor Desktop” e “Suporte Técnico” fazem parte de ações do Polo para driblar a escassez de mão de obra do setor de TI da macrorregião de Ribeirão Preto, que, graças a esse empenho, tornou-se a que mais emprega profissionais da área em todo o país.

Os cursos totalmente gratuitos e direcionados para estudantes da área de Tecnologia, contaram com 300 horas/aula, abordando a essência do que é vivido no cotidiano das empresas associadas. Segundo Saulo Sousa, coordenador dos cursos, o programa já formou mais de 140 alunos, todos direcionados automaticamente para atuarem no mercado de trabalho. “O curso oferece conhecimento prático, tanto de programação quanto de atendimento e é esse o diferencial que faz o aluno chegar em um nível interessante que atenda as necessidades reais das empresas”, salienta.

Ainda de acordo com o coordenador, o programa visa benefícios que vão muito além das empresas, atingindo estudantes e sociedade em geral. “Esse programa é um sucesso e todos os alunos fazem parte disso e vêm para resolver aquele famoso dilema do mercado de trabalho que diz ‘eu preciso de experiencia para conseguir um emprego, mas preciso de um emprego para conseguir experiência’”.

Os treinamentos acontecem desde 2014 por meio do Centro de Capacitação Profissional, instalado na sede do PISO que está sediado no Supera Parque e cerca de R$ 500 mil já foram investidos pelas empresas associadas para que o programa obtivesse resultados positivos.

Matheus Amaro, estudante de Análise e Desenvolvimento de Sistemas na Fatec de Mococa, foi um dos que se formou hoje. O aluno conta que a oportunidade oferecida pelo PISO é ímpar. “Fazia quatro anos que eu procurava uma chance na área de TI e não conseguia encontrar. Quando soube do curso de Desenvolvedor Desktop, arrisquei: pedi demissão do meu antigo emprego e resolvi tentar. Valeu a pena correr o risco”. O estudante já está trabalhando em uma empresa associada desde o primeiro semestre de 2018.

A história da Fabíola Gonçalves, de 26 anos, também é motivadora. Natural de Fortaleza, CE, veio sozinha para a região de Ribeirão Preto pensando em investir em seu futuro. Cursando Análise e Desenvolvimento de Sistemas na Fatec do município, ela encarou a rotina cansativa que teve de despender para concluir o curso de Suporte do PISO: ia às aulas pela manhã e emendava o dia com um emprego em um Shopping de Ribeirão Preto e com as aulas na faculdade, inclusive aos finais de semana. A estudante conta que já trabalhou em diversos setores, mas nunca no de TI, que é o que ela sempre buscou. “Essa oportunidade foi um salto. Eu queria muito algo na minha área mas não via luz por não ter experiência”. A estudante já foi encaminha ao mercado de trabalho em uma associada do PISO.

post

Participe do Programa de Estruturação e Melhoria Organizacional

O PISO está promovendo junto com a ASR Consultoria e Assessoria de Qualidade, o programa Cooperado “Estruturação e Melhoria Organizacional” que tem como objetivo ajudar as empresas participantes a implantarem ou evoluirem na implementação de melhorias e novas práticas em seus negócios.

Este Programa Cooperado está baseado na apresentação inicial, por meio de workshops, destas práticas e padrões para que os representantes de cada empresa possam obter o conhecimento necessário e iniciar as práticas aplicáveis a cada empresa. Estão previstos 10 workshops para a Evolução da Maturidade e Capacidade de cada empresa. Estas, não necessitam participar de todos os workshops, mas sim daqueles que forem necessários frente suas estratégias e necessidades de evolução.

Cada workshop possui um conjunto de áreas de atuação para Evolução da Maturidade e Capacidade. Trata-se de um programa com metodologia bem flexível em que cada empresa escolhe suas prioridades de atuação dependendo de suas necessidades, maturidade atual, preocupações frente ao cliente entre outros fatores.

Além dos cursos, cada empresa poderá contratar horas de consultoria e assessoria e também serviços de documentação e elaboração de processos, avaliação de projetos, entre outros.

Para os associados do PISO as inscrições são gratuitas. Para associados do SUPERA, a inscrição custa R$ 100,00 e para não-associados, R$ 150,00. A presença deve ser confirmada até dia 2 de julho através do email: piso@piso.org.br.

 

 

post

5 dicas para seu crescimento pessoal e profissional

Promova simples e pequenas mudanças, que podem alterar o curso da sua história

O crescimento pessoal é uma jornada interminável e difícil rumo ao aperfeiçoamento. Obviamente, não existe perfeição, mas o investimento na melhoria continua. Já crescer profissionalmente envolve de forma direta o resultado do seu aperfeiçoamento pessoal, conhecimento, competências e habilidades. Neste breve texto, listei algumas reflexões para que comece a traçar o seu caminho; e obtenha sucesso, é claro. Tudo começa com uma atitude positiva, ou seja, você tem que acreditar e estar disposto a enfrentar os desafios. Portanto, faça a seguinte reflexão: Eu posso, eu faço, eu consigo! (Certo?)

Abaixo listei cinco itens importantes:

 

1º Descubra mais sobre você

O que você valoriza, do que gosta, quais habilidades o tornam uma pessoa diferenciada. Nesta investigação sobre você, procure também identificar comportamentos que gostaria de mudar.

 

2º Como você se vê?

Você é capaz de fazer uma avaliação positiva sobre si mesmo? Criar uma autoimagem positiva sobre si é fundamental. Afinal, como transmitir confiança sem acreditar em si mesmo? Fazer uma autoavaliação é parte importante do processo evolutivo.

 

3º Afaste-se do destrutivo

É muito difícil romper, não é mesmo? Mas será preciso. Amizades interesseiras, gente grosseira e pessoas que não acrescentam nada de positivo às nossas vidas devem ser eliminadas. Talvez seja doloroso assumir, mas há relacionamentos que somente contribuem para nossa estagnação ou declínio.

 

4º Defina metas

Disse Sêneca: “Não há vento favorável para aquele que não sabe aonde vai.” É a mais pura verdade. Uma pessoa sem metas definidas está sujeita as intempéries da vida. Já quem possui objetivos específicos consegue com maior facilidade traçar planos para alcançá-los.

 

5º Obtenha autonomia

Pessoas dependentes estão sempre insatisfeitas e, com muita facilidade, culpam os outros por seus insucessos. Portanto, pense como é bom ter liberdade para escolher. Obviamente muitas pessoas não optam por uma vida plena; afinal, liberdade requer responsabilidade, não é? Obter autonomia ajuda você a desenvolver mais sua autoconfiança e, consequentemente, tornar-se uma pessoa mais assertiva.

 

Lembre-se da frase de Alice Walker: “Não pode ser seu amigo quem exige seu silêncio ou atrapalha seu crescimento.” Portanto, não se engane, seja o seu melhor amigo, eliminando de sua vida o que te prejudica.

Débora Martins, empresária, coach e palestrante

 

 

Fonte: Portal Administradores

 

post

Precisamos falar sobre o lixo eletrônico

Em 2017, cerca de 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico foram descartados

O meio ambiente e países do terceiro mundo estão pagando um preço muito alto pela era digital. Cálculo recente provou que em 2017, cerca de 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico (e-waste) como são chamados os equipamentos eletrônicos descartados, suas baterias, celulares e até partes de brinquedos infantis, foram descartados pela sociedade. O mais espantoso é o ritmo com que isto vem aumentando: de 2017 para 2015 houve um aumento de 20% no lixo eletrônico descartado. O destino de todo esse material tóxico e danoso são países do terceiro mundo, em especial a cidade de Guiyu na China, Accra em Ghana e diversas cidades da Índia. 

Desastre ecológico e social

Na Índia, 25 mil trabalhadores, boa parte crianças, são empregados em estaleiros de sucata em Nova Delhi por exemplo, onde 10 a 200 toneladas de resíduos eletrônicos são manipuladas a cada ano, sendo 25% de computadores. Em Guiyu, estimava-se que 80% das crianças sofrem de algum tipo de doença respiratória por causa do ar contaminado vindo de áreas de reciclagem ou lixões a céu aberto. A Organização Mundial de Saúde afirma que metais pesados, como chumbo e cádmio, presentes em componentes eletrônicos, mesmo em níveis baixos, podem ameaçar o desenvolvimento infantil e causar danos neurológicos. Em Accra, a contaminação ambiental do chumbo é predominantemente causada pela queima do revestimento plástico de fios de cobre. A fumaça liberada destes plásticos e metais utilizados nos componentes eletrônicos é altamente tóxica e cancerígena.

Palavras

Governos e ONGs em todo o mundo têm se mobilizado para regularizar empresas de reciclagem, mas isto não é suficiente. Nas últimas décadas, velocidade da inovação, pressão de investidores e busca alucinante por liderança de mercado fez com que o lançamento de novos produtos eletrônicos caísse para menos de um ano. Para seduzir consumidores a trocar/descartar seus equipamentos, práticas de marketing agressivas e uso de técnicas duvidosas de obsolescência induzida são usadas sem nenhum pudor. Então se esta é o caminho para o novo,  não vejo outra solução para os produtos descartados senão a adoção global da “Logística Reversa”, a qual lida com o caminho inverso, isto é, do produto que está nas mãos dos consumidores até sua volta ao fabricante.

Transferir para sociedade, governos e ONGs a responsabilidade da reciclagem de eletrônicos é um absurdo, considerando a complexidade, perigo e danos ao meio ambiente e a saúde das pessoas durante a manipulação destes produtos. Reciclar eletrônicos é coisa de especialistas, de fato, é uma “engenharia reversa” que fabricantes conhecem muito bem, já que dominam o processo de montagem do começo ao fim. De fato, precisamos falar sobre lixo eletrônico em particular com a indústria de eletrônicos, seus CEOs, designers e gênios do marketing os quais precisam repensar sua postura irresponsável diante da sociedade e do meio ambiente e devem: [1.] investir  na construção de parques próprios de reciclagem; [2.] inaugurar pontos de coleta de produtos usados em cada um de seus pontos de venda e [3.] reciclar seus produtos reutilizando materiais de forma sustentável.

Além das palavras

A motivação para este breve artigo veio da exposição do fotógrafo alemão Kai Löffelbein (foto que destaca esse post) o qual passou sete anos documentando como metais são extraídos de componentes eletrônicos, muitas vezes em condições perigosas. O seu próximo livro, CTRL-X: A Topografia do E-Waste, contém fotografias que ele tirou em Gana, na China e na Índia.

 

Ricardo Murer - Graduado em Ciências da Computação, mestre em Comunicação, atua no mercado digital há 28 anos. Atualmente é Head de Operações da Agnitio e Professor de Redes Sociais (MBA) na ESPM.

 

Fonte: Olhar Digital

 

post

PISO aborda iniciativas de capacitação do jovem em audiência pública

Por meio de sua Diretora Executiva Andresa Cantolini, o PISO participou de audiência pública na Câmara Municipal de Vereadores de Ribeirão Preto no último dia 28 de março cujo tema em discussão foi “pacto social do primeiro emprego”, com relevância para a Lei do Aprendiz e para a necessidade da criação de alternativas para a inserção do jovem no mercado de trabalho, dentre elas, o despertar do interesse por carreiras específicas e, para isso, o estímulo à capacitação profissional.

A iniciativa foi do vereador Marcos Papa e, dentre os convidados da mesa, estavam presentes autoridades, membros de entidades de apoio empresarial e ao jovem e um jovem aprendiz atuante em uma associada do Polo.

Andresa Cantolini enfatizou o trabalho do PISO que desde 2007 capacita jovens profissionais para que estejam preparados para o mercado de TI. “Nosso objetivo tem sido trazer alunos de Tecnologia de escolas técnicas e universidades para dentro da sala de aula (Centro de Capacitação Profissional do PISO), capacitá-los e estimular suas habilidades. Ao término desse treinamento, as empresas os contratam”.

Para assistir à audiência completa, clicar no https://bit.ly/2pOIF0Q

Foto: AI Câmara Municipal

post

A Mulher e o mercado de TI

Andresa Cantolini,, CEO do PISO

Andresa Cantolini, CEO do PISO

No século XX, em meio a importantes conflitos mundiais, as mulheres foram conquistando seu lugar ao sol no mercado de trabalho – muitas por opção, outras, por necessidade de sustento ou colaboração financeira da família. Passado um século, as mulheres ainda vêm lutando com ainda mais garra em prol desse importante movimento, sendo cada vez mais comum – e importante –  falarmos sobre o Empoderamento Feminino.

Mas afinal, o que seria mesmo empoderar-se?

Empoderar é tomar posse de si, é ter capacidade, discernimento e responsabilidade de suas ações em qual área for. É o posicionamento das mulheres nos campos profissional, social, político e econômico. É a mulher ter voz e representatividade em diversos âmbitos.

Segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), atualmente, 25% das mulheres ocupam postos de trabalho na área de TI. Pode parecer um número pequeno, porém, demonstra o cenário de uma luta por igualdade. Nos cursos de formação profissional oferecidos por nossa entidade, a participação feminina vem aumentando a olhos nus. Nos últimos anos, 10% dos alunos que nos procuram para iniciar um curso de capacitação, são do universo feminino. Dentre os selecionados, 20% são mulheres – e todos entram com perspectivas de inserção no mercado de TI.

Esse crescimento se reflete também nas empresas do PISO, onde notamos com felicidade que vem havendo um crescimento significativo de contratações femininas, inclusive, em cargos de liderança.

No dia de hoje, é importante parabenizar as mulheres por suas inúmeras conquistas, porém, se torna igualmente fundamental salientar que a luta da mulher não acabou. Ela existe todos os dias, no ambiente competitivo de trabalho, nas divisões desiguais das tarefas domésticas, na maternidade muitas vezes solitária, dentre outros aspectos sociais.

A mulher busca a igualdade de direitos e cada vez mais, empodera-se para ter seu papel valorizado na sociedade. O PISO apoia esta causa desde o investimento na capacitação até na valorização das habilidades de centenas de mulheres que hoje estão atuando no mercado de Tecnologia da Informação de Ribeirão Preto.

A todas as mulheres que são parte do sucesso deste segmento, nosso muito obrigada.

Andresa Cantolini – Diretora Executiva do PISO

post

PISO é responsável pela formação de 100 novos colaboradores do setor de TI da região

O Polo Industrial de Software de Ribeirão Preto – PISO tem sido exemplo para o segmento nacional de tecnologia e para a sociedade em geral de que é possível driblar a escassez de mão-de-obra com criatividade e empenho de boa parte da cadeia produtiva local de TI.

Desde 2014, o Polo, com o apoio do Sindicato das Empresas de Processamento de Dados e Serviços de Informática do Estado de São Paulo – SEPROSP, oferece cursos totalmente gratuitos de formação profissional para alunos de universidades de Ribeirão Preto e região que já cursam a área técnica. Ao final do treinamento, o objetivo é que todos sejam automaticamente contratados por empresas associadas.

“Os próprios empresários especificam demandas de suas empresas para que os cursos oferecidos estejam alinhados com as reais necessidades do mercado”, afirma Andresa Cantolini, CEO do PISO. Segundo a diretora, mais de R$ 450 mil já foram investidos pelas empresas para que o programa se tornasse esse sucesso. Cada treinamento tem, em média, quatro meses de duração e o polo já ofereceu seis, ao todo, totalizando 1.764 horas de aula.

Os resultados desses esforços são números que destoam de forma positiva para a realidade das empresas do resto do país: mais de 100 novos profissionais capacitados e contratados em apenas três anos. “Trata-se de uma conquista não somente para o setor, mas para a sociedade em geral visto que estamos fazendo nossa parte para que as empresas cresçam de forma sustentável, gerando empregos e produzindo cada vez mais”, complementa Andresa.

Em 2017, o PISO realizou dois cursos, sendo o primeiro na área de Atendimento ao Cliente e o segundo no setor de Desenvolvimento de Software, totalizando 40 alunos capacitados que já estão inseridos no mercado de trabalho. Em 2018, dois cursos de formação já tiveram início: um de Desenvolvimento e outro de Suporte e um terceiro deverá acontecer no segundo semestre. Além disso, dois cursos de atualização também estão previstos para esse ano.

 

post

Vai sobrar emprego para estes 6 profissionais de TI em 2018

Confira as carreiras promissoras na área de tecnologia para 2018, segundo a expectativa de cinco consultorias de recrutamento

Ainda que o setor de tecnologia da informação seja um dos menos afetados pela crise, o mercado brasileiro de trabalho nesse segmento não passa incólume pela tormenta.

Fuga de profissionais e sucateamento do conhecimento na área de TI são consequências visíveis da retração econômica, segundo Antonio Loureiro, CEO da Conquest One.

Com os primeiros sinais visíveis de retomada em setembro, a perspectiva é de falta de pessoas qualificadas em 2018. “Vai faltar gente em todas as áreas. A boa notícia é que esta é uma excelente oportunidade para quem quer investir e conhecer novas tecnologias. É um mercado imenso para quem quer se aperfeiçoar”, diz Loureiro que prevê que os próximos cinco anos serão promissores para a área de capacitação.

O executivo diz que profissionais que vão além das especializações, com foco na experiência do usuário e domínio de inglês terão maior chance de destaque.

Especificamente para o próximo ano, Loureiro e especialistas na área de TI apontam como “quentes” carreiras ligadas a ciência de dados, arquitetura, análise e desenvolvimento de sistema, realização de testes em software, segurança e qualidade de plataformas, computação em nuvem.

A lista abaixo de profissionais que devem ser mais disputados foi elaborada a partir das apostas de cinco consultorias de recrutamento, Conquest One, Catho, Robert Half, Exec e Michael Page.

1. Engenheiro ou cientista de dados

O que faz: une a visão de negócios à percepção estatística. É responsável por solucionar problemas do negócio com técnicas de orientação a dados, bem como detectar tendências que podem ajudar nos resultados. “O cientista de dados é considerado a nova geração de especialistas em análise de dados”, diz Loureiro.

Perfil: boa parte das companhias identificam como habilidades essenciais o conhecimento em matemática, estatística, processamento de linguagem, hardware, software e visão de negócios.

Por que está em alta: as empresas querem se posicionar de forma mais estratégica e trabalho do cientista de dados é essencial nesse contexto. A carreira apareceu como aposta das cinco consultorias pesquisadas.

2. Segurança da informação

O que faz: é responsável pela manutenção e saúde de dados internos e sigilosos e pela prevenção de fraudes e vazamentos de informações. Sua principal meta é criar um ambiente seguro para a transmissão de dados. 

Perfil: atualização constante sobre novas ameaças e métodos de prevenção de fraudes é a principal característica. Segundo a equipe da Robert Half, profissionais que participem de comunidades hackers, de segurança da informação e de testes de invasão são mais cobiçados.

Por que está em alta: ataques hacker não são novidade, mas recentemente ganharam proporção e sofisticação. A difusão da armazenagem de dados em nuvem também dá destaque para a carreira porque exige medidas de segurança de dados. O profissional de segurança da informação está em alta em todo o planeta.

3. Analista de Business Intelligence (BI)

O que faz: coleta dados e informações com o objetivo de identificar problemas e oportunidades de negócio. É responsável pela modelagem dos dados que serão extraídos, tratados e transformados.

Perfil: habilidade de trânsito entre a área técnica e a de negócios da empresa é o principal requisito. A capacidade de manipulação dos dados focada no segmento e objetivos do negócio é o que diferencia o profissional, segundo a equipe da Robert Half.

Por que está em alta: “pensando em ambientes com cenário econômico complexo, a resposta à análise inteligente dos dados pode indicar tendências importantes para os negócios”, diz Antonio Loureiro, da Conquest One.

4. Scrum Master

O que faz: gerencia times voltados para metodologias ágeis, que são processos mais objetivos dentro de equipes de desenvolvimento e menos burocráticos.

Perfil: objetivo, analítico e gestor, segundo a equipe da Robert Half, que aposta nessa carreira. É que além de afinidade com tecnologia, o profissional também precisa saber lidar com pessoas e ser bom de comunicação. Certificação na metodologia Agile é um aspecto importante, segundo o time da EXEC, que identifica alta demanda por “agile experts” no mercado.

Por que está em alta: metodologias ágeis e reestruturações digitais são cada vez mais difundidas, sobretudo em empresas mais antigas no mercado.

5. Gerente de Expansão de TI

O que faz: dá o direcionamento da abordagem da empresa em relação à utilização de dados, tecnologia e infraestrutura.

Perfil: conhecimentos de engenharia, design, análise, gerenciamento de produtos, operações e marketing são necessários para que ele projete e execute iniciativas de crescimento com base em tecnologia e desenvolvimento digital.

Por que está em alta: a demanda por esse tipo de profissional começou nas startups e migrou para empresas maiores interessadas em usar dados para alavancar resultados.

6. Arquiteto de soluções

O que faz: design da estrutura de grupos de informações, organização e rotulação de sites, intranets, comunidades. Seu objetivo é facilitar a experiência e a obtenção de informações.

Perfil: entender do negócio da empresa é característica essencial para esses profissionais.

Por que está em alta: experiência do usuário é um diferencial competitivo para as empresas e arquitetos de soluções atuam diretamente na interface com ele usuário.

Fonte: https://exame.abril.com.br/carreira/vai-sobrar-emprego-para-estes-6-profissionais-de-ti-em-2018/

post

Dez tendências tecnológicas estratégicas para 2018, segundo o Gartner

Inteligência Artificial, Realidades Virtual e Aumentada, além de tecnologias relacionadas com Internet das Coisas são avanços para manter permanentemente no radar

 

O Simpósio do Gartner/ITxpo 2017, realizado na semana passada em Orlando, nos Estados Unidos, serviu de palco para o anúncio das principais tendências tecnológicas estratégicas que poderão afetar a maioria das organizações em 2018.

Uma “tendência tecnológica estratégica” é algo que tem um potencial disruptivo elevado e que está começando a sair do estado emergente ou algo que apresenta uma evolução de crescimento acelerada com um nível elevado de volatilidade e que deverá atingir um pico durante os próximos cinco anos, explicam os analistas da consultoria.

“As 10 tendências tecnológicas estratégicas para 2018 estão relacionadas fundamentalmente com o ecossistema de Inteligência Digital. IA estará na base de todos os negócios digitais”, diz David Cearley, vice-presidente, analista e parceiro do Gartner. “Os líderes de TI têm de ter em conta estas tendências tecnológicas nas suas estratégias de inovação ou correm o risco de perder terreno para aqueles que o fizerem”, afirma o executivo.

As primeiras tendências tecnológicas estratégicas para 2018 estão relacionadas com a Inteligência Artificial e a aprendizagem automática e o modo como estão se infiltrando em praticamente tudo, representando uma área de concorrência forte para os fabricantes de tecnologia nos próximos cinco anos. As quatro tendências seguintes focam-se na mistura entre os mundos digitais e físicos para criação de um ambiente imersivo e digitalmente enriquecido. Finalmente, as três últimas dizem respeito à exploração das relações entre pessoas e empresas, dispositivos, conteúdos e serviços para disponibilizar negócios digitais.

1 – Alicerces da IA
Criar sistemas que aprendem, adaptam-se e agem potencialmente de forma autônoma será um dos principais campos de batalha para os fabricantes de tecnologia, até pelo menos 2020. A capacidade de utilizar a IA para melhorar a tomada de decisões, reinventar modelos e ecossistemas de negócio e melhorar a experiência do consumidor vai começar a compensar as iniciativas digitais até 2025.

“As técnicas de IA estão evoluindo rapidamente e as organizações vão precisar investir significativamente em competências, processos e ferramentas para poder explorar essas técnicas com sucesso e construir sistemas melhorados de IA”, diz Cearley. “As áreas de investimento podem incluir a preparação e integração de dados, algoritmos e seleção de metodologias de criação e treinamento de modelos. Múltiplas disciplinas, incluindo Ciência de Dados, programação e gestão do negócio vão precisar de trabalhar juntas, em harmonia.”

2 – Aplicações e análise inteligentes
Durante os próximos anos, virtualmente todas as aplicações, fixas ou móveis, além dos serviços, vão incorporar algum tipo de Inteligência Artificial. Algumas das apps não poderão existir sem a IA e o Machine Learning. Outras serão utilizadores discretos de IA, atuando nos bastidores.

As apps inteligentes criarão uma nova camada intermediária de inteligência entre as pessoas e os sistemas e terão o potencial de transformar a natureza do trabalho e a estrutura do local de trabalho.

“Explorar as apps inteligentes é uma forma de aumentar a capacidade humana e não apenas uma forma de substituir as pessoas”, diz Cearley. “A ‘analítica aumentada’ é uma área de crescimento particularmente estratégica,  que  começará a tirar partido do Machine Learning para automatizar a preparação de dados, a descoberta de visões aprofundadas  e o compartilhamento das mesmas com um maior número de usuários de negócio, trabalhadores operacionais e cientistas de dados.

A IA constitui o próximo grande desafio em um vasto conjunto de segmentos de software e serviços, incluindo temas  da gestão do negócio (como os ERPs). Os fornecedores de software e serviços em pacote devem delinear a forma como vão utilizar a IA para acrescentar valor de negócio em novas versões na forma de análise avançada, processos inteligentes e experiência avançada do usuário.

3 – Coisas “inteligentes”
As coisas inteligentes são objetos físicos, mas que vão além da execução de modelos de programação rígidos, e tiram partido da IA para suportar os seus funcionamentos avançados e  interagir mais naturalmente com sistemas e pessoas. A IA está contribuindo para o desenvolvimento de novas coisas inteligentes (automóveis autônomos, robôs ou drones) e para melhorar as capacidades de coisas que já existem (tal como a Internet das Coisas ligou o consumidor aos sistemas fabris). Saiba mais: Veja com a SONDA 5 maneiras de utilizar a Internet das Coisas no varejo Patrocinado 

Atualmente, a utilização de veículos autônomos em ambientes controlados (agricultura ou mineração) é uma área de crescimento acelerado das coisas inteligentes. Até 2022, iremos provavelmente ver exemplos de veículos autônomos em estradas bem delimitadas e controladas, mas a utilização generalizada irá, incialmente, obrigar a ter alguém no lugar do condutor em caso de falha inesperada da tecnologia”, considera Cearley. “Pelo menos nos próximos cinco anos, antecipamos o domínio de cenários semi-autônomos, híbridos, que obrigarão a ter um condutor humano. Durante este período, os fabricantes vão continuar a testar a tecnologia, ao mesmo tempo que as matérias não-tecnológicas, como as questões legais e de aceitação cultural, vão sendo acauteladas”.

4 – Gêmeo digital
O gêmeo digital diz respeito à representação digital de uma entidade ou sistema do mundo real. No contexto da internet das Coisas, os gêmeos digitais são particularmente promissores nos próximos três a cinco anos.

Estes gêmeos digitais estão interligados com as suas partes no mundo real e são utilizados para compreender o estado das coisas ou dos sistemas, dar respostas a mudanças, melhorar operações e adicionar valor.

Em um primeiro momento, as organizações vão implementar gêmeos digitais e, gradualmente, fazê-los evoluir, melhorando a capacidade de coletar e visualizar os dados corretos, aplicar as regras e análises corretas e dar respostas eficazes aos objetivos do negócio.

“Com o tempo, as representações digitais de, virtualmente, todos os aspectos do nosso mundo, estarão dinamicamente conectados com a sua versão no mundo real, e uma com a outra, e terão capacidades de IA integradas para permitir simulações, operações e análises avançadas”, explica Cearley. “Quem planeja as cidades, os ‘marketeers’ digitais, os profissionais de saúde e os gestores industriais vão beneficiar desta mudança de longo prazo rumo à integração ptoporcionada pelos gêmeos digitais”.

5 – Da Cloud às extremidades
A Edge Computing descreve uma tipologia de computação em que o processamento da informação, a coleta e a distribuição de conteúdos estarão próximas das fontes de informação. Os desafios de conectividade e latência, constrangimentos de largura de banda e funcionalidades de maior dimensão estão inseridas nas extremidades dos modelos distribuídos.

As empresas devem começar a usar normas de design para suportar a computação nos extremos das redes, nos seus modelos para a arquitetura de infraestrutura, especialmente aquelas com uma quantidade significativa de elementos de IoT.

Apesar de muitos olharem para a  Cloud e a Edge Computing como abordagens concorrentes, elas são complementares. A Cloud envolve um estilo de computação em que as capacidades tecnológicas escaláveis e elásticas são disponibilizadas como serviços e que não obriga necessariamente a um modelo centralizado.

“Quando utilizados como conceitos complementares, a cloud pode ser o tipo de computação utilizado para criar um modelo orientado para o serviço e uma estrutura de coordenação e controle centralizadas, com a Edge sendo utilizada em um modo de entrega para execução de processos distribuídos e desconectados, em determinados aspectos, do serviço cloud”, assinala Cearley.

6 – Plataformas de conversação
As plataformas de conversação vão levar à próxima mudança de paradigma na forma como as pessoas interagem com o mundo digital. A responsabilidade de traduzir intenções passa do usuário para o computador.

A plataforma recebe a questão ou o comando do usuário e responde executando algumas funções, apresentando algum conteúdo ou pedido informações adicionais. Ao longo dos próximos anos, as interfaces de conversação bem desenhadas vão tornar-se um dos principais objetivos na produção de aplicações, para melhorar a interacção com os usuários e serão distribuídas através de hardware dedicado, funcionalidades “core” nos sistemas operacionais, plataformas e aplicações.

“As plataformas conversação atingiram um ponto de inflexão em matéria de compreensão da linguagem e intenções básicas dos usuários, mas ainda é pouco”, diz Cearley. “O desafio que as plataformas de conversação enfrentam está relacionado com o fato de os usuários terem de se comunicar de forma muito estruturada. O que é, muitas vezes, uma experiência frustrante. O principal diferencial das plataformas  será a robustez dos seus modelos de conversação e da interface da aplicação e modelos de eventos utilizados para acessar, invocar e orquestrar serviços de terceiros para disponibilizar resultados complexos”.

7 – Experiência imersiva
Enquanto as interfaces conversação estão mudando a forma como as pessoas controlam o mundo digital, as Realidades Virtual, Aumentada e Misturada (ou Combinada, segundo a Intel) estão mudando a forma como as pessoas entendem e interagem com o mundo digital. Os mercados de Realidade Virtual (RV) e Aumentada (RA) são ainda nascentes e fragmentados.

O interesse é elevado, o que resulta em muitas novidades na área de aplicações de RV que se traduzem em um valor de negócio relativamente baixo, exceto nos sistemas de entretenimento avançado, como o dos videogames e vídeos de 360º. Para conseguir lucros tangíveis reais, as empresas devem examinar cenários específicos da vida real em que a RV e a RA podem ser aplicadas para tornar os empregados mais produtivos e melhorar os processos de desenho, formação e visualização.

A Realidade Misturada, por sua vez, como tipo de imersão que funde e alarga as funcionalidades técnicas da RA e da RV, está ganhando terreno,  melhorando a forma como as pessoas vêem e interagem com o seu mundo. A Realidade Misturada é abrangente e tira partido de dispositivos como capacetes e óculos, mas também de aplicações de RA em smartphones e tablets e ainda sensores de ambiente.

A Realidade Misturada pode abranger tudo o que diz respeito à percepção e interação das pessoas com o mundo digital.

8 – Blockchain
A tecnologia de Blockchain está evoluindo de uma infraestrutura de criptomoeda para uma plataforma de transformação digital. É um afastamento radical das atuais transacções centralizadas e sistemas para guardar registos e pode servir de base para negócios digitais disruptivos, tanto para empresas estabelecidas como para startups. Transformação digital: Descubra com a TOTVS como aplicá-la no seu negócio Patrocinado 

Embora a promoção exacerbada que envolve a Blockchain tenha sido originalmente focada na indústria de serviços financeiros, a tecnologia pode ter muitas aplicações potenciais, incluindo na Administração Pública, Saúde, indústria fabril , distribuição de mídia, verificação de identidades, registo de títulos e cadeias de abastecimento.

Apesar de ser uma promessa de longo prazo e de as tecnologias associadas serem ainda imaturas, O Blockchain será uma realidade nos próximos dois a três anos, e irá, sem dúvida, criar disrupção, diz o Gartner.

9 – Foco nos eventos
Central nos negócios digitais é a ideia de que as empresas estão sempre prontas explorar novos momentos. Os eventos de negócio podem ser qualquer coisa assinalada digitalmente, e que refletem mudança de estado. Por exemplo, a conclusão de uma ordem de compra.

Com o uso de corretores de eventos, IoT, Cloud Computing, Blockchain, gestão de dados in-memory e Inteligência Artificial, os eventos podem ser detectados mais rapidamente e analisados com mais detalhe. Mas a tecnologia por si só, sem mudança cultural e na liderança, não consegue entregar a totalidade do valor do modelo focado em eventos.

Os negócios digitais criam a necessidade de uma mudança nos líderes de TI, responsáveis por planejamento, e nos arquitetos, que têm de envolver-se no pensamento por evento.

10 – Adaptação continua do risco e da confiança
Para fazer avançar, em segurança, iniciativas de negócio digital em um mundo de ataques avançados e direcionados, os líderes de segurança e gestão de risco devem adotar uma abordagem de avaliação contínua de risco e confiança  que permite a tomada de decisões baseadas na confiança e no risco em tempo real com respostas adaptadas. As infraestruturas de segurança têm de se adaptar em qualquer lugar para tirar partido da oportunidade – e gerir os riscos – que advém da disponibilização de segurança que se move à velocidade do negócio digital.

Como parte da abordagem CARTA, as organizações têm de ultrapassar as barreiras que existem entre as equipes de segurança e as de aplicações, através, por exemplo, de processos e ferramentas de DevOps, que mitigam as barreiras entre o desenvolvimento e as operações. Os arquitetos de segurança de informação devem integrar os testes de segurança em múltiplos pontos nos fluxos de trabalho DevOps, de forma colaborativa, de modo transparente para os programadores e que preserve o trabalho de equipe, a agilidade e velocidade das DevOps e agilize os ambientes de desenvolvimento, disponibilizando “DevSecOps”.

A CARTA também pode ser aplicada nos processos de execução com abordagens como tecnologias de ilusão. Avanços em tecnologias como as de virtualização e de redes definidas por software tornaram mais fácil a implantação, gestão e monitoração de “honeypots” adaptativos,  o componente básico de mecanismos baseados em rede, para iludir atacantes.

Fonte: CIO from IDG – http://cio.com.br